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Rebobinados indica #19: novidades nacionais pt. 1

Novidades nacionais pt. 1 é o tema e o retorno da nossa seção Rebobinados indica que está em sua décima nona edição. É aqui que reunimos nossas listas temáticas ou não de diversos artistas e seus trabalhos que recomendamos para ouvir. Dessa vez, fizemos uma lista com várias novidades musicais nacionais. Aproveite para conhecer e descobrir música nova! 🙂 Stall the Örange – It’s a Chromatic Circle, But O projeto liderado por Luiz Libardo busca influências nas bandas dos anos 80 e do indie, onde mescla sonoridades do dream pop, pós punk e rock alternativo, as composições se amparam nos acontecimentos ao redor de sua vida social, nas crises de pânico e percepções sobre a vida. Seu primeiro EP intitulado ‘It’s a Chromatic Circle, But’ tem 13 faixas e foi lançado pelo selo independente Nuzzy Records. Facebook | Instagram | Youtube Infante – Retalhos e Pensamentos Mal Costurados A banda Infante, natural de Jundiaí em São Paulo lançou seu novo EP ‘Retalhos e Pensamentos Mal Costurados’, resultado de um trabalho que durou cerca de dois anos, aqui eles exploram novas sonoridades, que conseguem unir a mpb ao rock alternativo, isso é parte de um processo de amadurecimento em diversos campos da vida, desde relações, introspecção e visões políticas. Facebook | Instagram | Youtube Mayí – Gritam-me Com letras inspiradas no poema ‘Gritaram-me Negra‘ da autora peruana Victoria Santa Cruz, Mayí lança sua primeira música ‘Gritam-me’. Representante da cena hip hop mineira, ela já fez parte do grupo Fenda composto por cinco mulheres, agora em carreira solo busca através da música externar suas vivências e a potência negra. Facebook | Instagram | Youtube Jessica Cohen – Fire A música ‘Fire‘ é o segundo single lançado pela artista Jessica Cohen, a musicista baiana também já foi vocalista da banda The Red Rivers. Aqui ela compartilha seu projeto mais pessoal, dividindo momentos sensuais e confiantes. A sonoridade tem elementos do r’n’b, jazz e música eletrônica, influencia vinda de grandes artistas como Nina Simone e Amy Winehouse. Facebook | Instagram | Youtube Yellow Boulevard – Living Like a Rockstar A Yellow Boulevard vem de Porto Alegre e faz um som influenciado pelo rock retrô, country e folk dos anos 60, mesmo assim conseguem agradar também o público moderno do indie. A faixa ‘Living Like a Rock Star‘ é o segundo single lançado em 2020 e antecede o primeiro EP que deve sair em breve, as letras falam sobre criar um estilo de vida prazeroso mesmo com as limitações atuais, fazendo analogia a vida de um rockstar. Facebook | Instagram | Youtube Riegulate – Júpiter Júpiter é o novo disco do Riegulate, projeto do compositor e produtor estadunidense Rieg Wasa lançado pelo selo Hominis CanidaeREC. Explorando sonoridades eletrônicas dos anos 80, ele traz em sua música muitas referências espaciais do sci-fi e cyberpunk. O músico, que vive em João Pessoa a mais de 20 anos produz artistas e tem um estúdio próprio na cidade, o BSB Estúdio. Bandcamp| Instagram | Youtube Depois da Tempestade – Conceitodissønante ‘Conceitodissønante ‘é a nova faixa da banda Depois da Tempestade em parceria com o produtor Murilo Nogueira (the.lazyb.). Saindo um pouco das raízes do rock, eles trazem uma fusão interessante e criativa entre o emo e o indie eletrônico, já nas letras buscam refletir sobre ansiedade, um mal que vem acompanhando a sociedade diante do caos mundial. Facebook | Instagram | Youtube Bordoá – Divagar Divagar é o novo disco da banda mineira Bordoá, as sete músicas que compõem o material passeiam por diferentes influencias vindas da bossa nova, indie, rock e jazz. Segundo eles, o disco dialoga sobre sentimentos individuais e interpessoais e o exploramento das suas relações e sua existência no momento da passagem para a vida adulta. Facebook | Instagram | Youtube Cayena – Medo Também representantes da cena independente mineira, a Cayena lança a nova ‘Medo‘. A música que fará parte do novo disco a ser lançado neste ano, surgiu de uma sessão de improvisos entre os músicos e mistura vários momentos que passam pela psicodelia, o brega, a mpb e a música latina, o resultado é uma sonoridade criativa, que inclusive ganhou um clipe conceitual incrível todo filmado em VHS. Facebook | Instagram | Youtube Os Fugitivos – Only You Liberdade é o sentimento que paira em ‘Only You‘, nova música dos alagoanos do Os Fugitivos. A atmosfera tropical com nuances da surf music e do indie são o ponto forte da canção que procura através de um clima leve, pegajoso e retrô se conectar ao ouvinte. A gravação e produção foram feitas pela própria banda nos estúdios Maná Records. Facebook | Instagram | Youtube Quer conhecer mais artistas e bandas, veja também essa matéria: Rebobinados indica #14 bandas brasileiras

TÔRTA: single ‘Você não faz ideia’ ganha belo vídeo e fala dos laços nas relações humanas

TÔRTA é liderada por May Manão (Crime Caqui), nesse projeto a artista busca sonoridades dentro das esferas experimentais eletrônicas, lembrando artistas como iamamiwhoami, Grimes e Björk. Seu primeiro single, a faixa “Iron Closet” falava sobre se assumir, auto aceitação e viver livre de julgamentos. Agora, ela retorna com ‘Você não faz ideia’, a música fala sobre uma paixão interna e os laços que unem essas pessoas. O vídeo, dirigido pela própria May, se inspira na Unmei No Akai Ito, uma lenda tradicional japonesa bem antiga que fala sobre um fio vermelho invisível indestrutível, capaz de unir duas almas gêmeas independente das situações. Sobre o vídeo ela diz: ”Esses fios se entrelaçam, se embaraçam mas continuam unidos, se transformando. Numa cama de gato, duas personagens se vêem presas nessa teia que elas próprias teceram com suas expectativas.” A música fará parte de seu novo EP que deve sair ainda este ano, no momento ela prepara uma live que será transmitida em março. A apresentação online contará com músicas já lançadas, além de outras que farão parte do disco de inéditas. Assista o vídeo oficial abaixo: Batemos um papo com May sobre as ideias que envolvem seu projeto entre outras coisas, confira logo abaixo: TÔRTA soa como um projeto mais pessoal e cheio de histórias a serem compartilhadas, como você definiria o seu trabalho e o que ele significa para você? Desde a concepção do projeto eu sempre tive uma ideia muito clara de que me serviria como um espaço de experimentação e reinvenção. E que com as músicas e tudo que se desdobra a partir daí, como videoclipes e apresentações, pudessem transmitir mensagens de transformação. Eu encaro como uma responsabilidade pessoal conseguir expressar tudo o que sinto ser importante discutir nos tempos atuais. E reconheço ser muito especial ter essa oportunidade no Tôrta. De onde veio a ideia do nome TÔRTA? Inicialmente era uma brincadeira com a gíria em espanhol em que “torta” significa lésbica. Depois refletindo sobre a palavra e o quanto ela remete a tudo que não se encaixa, e o quanto sempre me percebi assim, encaro como uma forma da gente tentar acolher nossas falhas também. O vídeo da sua nova música ‘Você não tem ideia’ é inspirado em uma lenda japonesa muito interessante, como você chegou até ela? Na verdade, o fio veio num brainstorm enquanto eu e Jess, produtora e co-roteirista, refletíamos sobre a música e os laços que construímos ao longo da vida e como nos relacionamos com esses vínculos. Depois quando o clipe já estava em execução, estava conversando com uma amiga em casa e ela viu o fio laranja, que havia usado para gravar algumas cenas, preso a parede. Assim que ela bateu o olho lembrou de uma exposição que havia visto no Japan House, em São Paulo, da artista Chiharu Shiota chamada “Linha Interna”. Conversando a respeito percebemos o quanto tudo se conectava. As relações modernas em grande parte são feitas de laços frágeis, a tecnologia tem um papel controverso nisso, ao mesmo tempo que ela nos aproxima também cria a distancia, qual a sua opinião sobre? Desde a pandemia nossa socialização mudou muito. Eu particularmente comecei a conversar com pessoas que nunca imaginei, de diversos lugares, relações muito bacanas. Algo bem fora da curva para eu que nunca fui muito de ter amizades de internet. Acho especialmente interessante o papel das redes num momento como esse em que nos restam poucas alternativas de nos conectar.  Você pretende lançar um EP inédito nesse ano, o que pode nos contar sobre ele? Posso adiantar que vai estar um pouco diferente das músicas que já lancei, hahaha. Se você pudesse escolher um filme para ter sua música como trilha sonora, qual você escolheria e por que? Eu sou muito fã do diretor polonês Krzysztof Kieślowski, me identifico muito com a melancolia presente em sua obra. Seria um sonho, ter podido criar a trilha para um de seus filmes. Para finalizar, um desejo para o futuro? Meu desejo é que as pessoas se permitam mais, se transformarem para que o futuro se transforme. Acompanhe Tôrta nas redes sociais: Facebook | Instagram | Youtube

Amazonica quer que você conheça o doce som do Rock’n’roll

Na cena musical há cerca de dez anos, a cantora e DJ britânica Victoria Harrison lidera o Amazonica, seu novo projeto musical. O nome vem de uma lenda da planta Vitória Régia, conhecida em inglês por Victoria Amazonica. Sua carreira trilhou caminhos diferentes, das agitações da música eletrônica enquanto DJ e do rock através de parcerias incríveis com músicos importantes do rock e metal internacional, como Tommy Lee do Motley Crue e a banda de black metal sinfônico Cradle of Filth. No fim, os dois mundos se colidiram e resultaram em dois discos: The Trouble With… Harry (2003) e Songs from the Edge (2007) lançados sob o nome Harry. O primeiro single como Amazonica veio em 2018 com a música ‘Don’t Fear the Reaper‘ (2018) em um clima mais eletrônico moderno, dois anos mais tarde ela retorna com três faixas novas, High On You (2020), Memories (2020) e Stepping Stones (2020) single que acompanha mais duas faixas inéditas, sendo uma delas uma versão acústica. ‘Sweet Sound of Rock’n’Roll‘ é sua nova música e foi produzida por Luke Ebbin, que já trabalhou com Bon Jovi, Richie Sambora e Rival Schools. A faixa fará parte de seu novo disco previsto para ser lançado no segundo semestre de 2021. Você pode conferir o vídeo oficial abaixo: Conversamos com Amazonica sobre sua carreira e a trilogia de discos que ela pretende lançar além de outras curiosidades: Amazonica é um nome legal para banda, porém acho que você terá alguns problemas nas buscas na internet, então como você chegou a esse nome? Sinceramente, foram as buscas na Internet! Eu estava procurando por um novo nome que tivesse a ver com Budismo e a flor de lótus, e a internet e sua mágica me apresentaram Amazonica e pensei que soava como ‘Metallica’, então pensei SIM! Além disso, há uma lenda brasileira muito sombria e legal ligada a isso, que foi super comovente para mim. Não sabia que era você que cantava em ‘Temptation’ do Cradle of Filth, você fez uma ótima performance nessa música, como isso aconteceu, você já conhecia a banda? Acho que conheci Dani Filth bêbado em um Rock Club em Londres, mas a gravação real aconteceu anos depois, quando o produtor do álbum Rob Caggiano do ANTHRAX entrou em contato comigo depois que gravei ‘Making Me Crazy’ com Tommy Lee e disse acho que essa música ficaria ótima com você também. Então voei para Londres para fazer o vídeo e agora sou amiga de todos eles. Você vem lançando singles como Amazonica desde 2018, no começo podíamos ouvir um som mais eletrônico, porém você tem uma voz forte e poderosa para o rock’n’roll. Como foi essa transição para o rock em seu novo single ‘Stepping Stones’? Bem, é meio que ao contrário. Meu primeiro álbum ‘The Trouble with … Harry’ que eu gravei com o Youth do Killing Joke quando eu era adolescente era um disco de metal industrial pop misturado com rock alternativo, mas nenhuma das minhas músicas estavam disponíveis online antes devido a pesadelos contratuais com a gravadora. Mas no ano passado eu consegui os direitos de volta para todas as minhas próprias músicas, então estou relançando tudo esse ano. No primeiro álbum que fiz, misturei música eletrônica e rock. Sempre fiz músicas que misturam gêneros, mas agora é ótimo porque eu estava um pouco à frente do meu tempo e as pessoas realmente não me entendiam, mas agora as pessoas têm a mente mais aberta. Em alguns dias você vai lançar seu primeiro disco através de sua própria gravadora, o que podemos esperar dele? VAI SER DEMAIS! Acho que será uma ótima introdução e mal posso esperar para fazer uma turnê ao vivo e entrar no buraco! Ouvi dizer que será uma trilogia de álbuns, eles serão diferentes um do outro? Sim, ‘Songs From the Edge’ é puro rock alternativo e escrevi apenas na guitarra, meu primeiro álbum “The Trouble with .. Harry” é uma mistura de gêneros, já o novo álbum que estou terminando durante o lockdown é novamente uma mistura de gêneros mas foi produzido por mim mesma e usei muitas batidas do Trap com guitarras e sintetizadores e também há um grande momento cinematográfico com cordas que soam épicas, realmente mostram meu arco artístico. O que te inspira a escrever música? É algo que tenho que fazer, assim como respirar ou não me sinto bem. É estranho, fico mais feliz quando sou criativa, e os tempos mais sombrios da minha vida aconteceram enquanto eu não estava fazendo música. Isso salvou minha vida. Quais são seus planos após o lançamento do primeiro álbum, talvez um videoclipe? Espero fazer mais videoclipes, quero fazer muitos videoclipes, mas no momento é um desafio filmar devido às restrições da Covid. Se você pudesse escolher uma de suas músicas para fazer parte da trilha sonora de um filme, qual seria e por quê? Todas elas, são ótimas músicas para filmes! Obrigado pelo seu tempo e fique à vontade para deixar uma mensagem aos nossos leitores. Só quero dizer que, assim que for seguro viajar eu quero ir ao diretamente ao Brasil fazer shows malucos, vi que seu público e a energia parecem ELÉTRICOS! Mal posso esperar para conhecer o Brasil! Os discos em formato vinil já estão disponíveis e me sigam no Instagram: @DJamazonica Acompanhe Amazonica nas redes sociais: FacebookInstagramYoutube Quer descobrir mais artistas novos? Então confira também essa matéria: 11 artistas franceses para conhecer antes de 2020 acabar

Quem indica: Conrado Passarelli (Atalhos)

Estamos de volta! O Quem indica é a seção onde convidamos músicos e bandas para falarem sobre seus discos favoritos ou os que mais tem escutado. Estreando em 2021, hoje quem traz pra gente cinco indicações é Conrado Passarelli guitarrista da banda Atalhos. A Atalhos surgiu em 2008 na cidade de Birigui em São Paulo, hoje é composta pela dupla Gabriel Soares (Vocal, guitarra) e Conrado Passarelli (guitarra), até o momento foram lançados três discos de estúdio, são eles: Em Busca do Tempo Perdido (2012), Onde A Gente Morre (2014) e Animais Feridos (2017). O duo busca inspirações no mundo literário e cinematográfico, trazendo referências de alguns nomes conhecidos como: Sylvia Plath, Dante Alighieri e Ingmar Bergman. Em 2013 suas músicas chegaram em territórios vizinhos, o resultado foi uma pequena turnê pela Argentina, onde retornaram mais tarde em 2015 como parte do line-up do Festival Internacional Postpop Barenboim IV. Recentemente lançaram um vídeo para a nova ‘A Tentação do Fracasso‘, que dá uma prévia do que está por vir no próximo disco com previsão de lançamento para este ano. Você pode conferir abaixo: Acompanhe a Atalhos nas redes sociais: Facebook | Instagram | Youtube As indicações: Tennis – Swimmer “Pop, romântico, esse álbum parece uma máquina do tempo. Basta ouvir uma vez a introdução de bateria da música “Need Your Love” para lembrar dela pelo resto do dia, talvez até pelo resto da vida.“ LCD Soundsystem – American Dream “Embora o álbum seja de 2017, ele apareceu na minha lista dos mais ouvidos de 2020 e tem  sonoridades dos anos 1980. O destaque vai para a música I Used To.“ Her’s  – Songs of Her’s “As guitarras dedilhadas de “What once was” e a bateria de “Dorothy” que segue pulsando em uma levada constante são duas características que me fazem admirar o trabalho dessa dupla que deixou o mundo da música de maneira precoce e inesperada.” BADBADNOTGOOD  – IV “É uma mistura muito bem feita entre jazz e elementos de música eletrônica. Instrumentos como o sax e sintetizadores ficam bem evidentes. A minha faixa preferida é Time Moves Slow, além da beleza na melodia tem a participação do Samuel T. Herring (Future Islands).” Bandalos Chinos – Bach “Grande álbum da banda Argentina. O convite para desfrutar dos bons momentos vem logo na primeira faixa: Vámonos de viaje.” Confira outros artistas e bandas que passaram pelo Quem indica clicando aqui.

Bryson Cone: show gravado em São Paulo estreia na série de sessions da Brain Productions

O músico norte-americano Bryson Cone, de Portland (EUA), da novíssima geração do indie, é quem estreia a Brain Sessions, uma série de sessions exclusivas produzidas pela Brain Productions Booking. O primeiro episódio já está no ar, assista aqui: https://youtu.be/FVs0i8fpTJw. Bryson Cone faz música alternativa contemporânea e esquisita – no bom sentido dentro do âmbito musical. É essencialmente pop e flerta com synths, dreampop; tem ambientações soturnas e também riffs de guitarra que remetem ao indie dos anos 90. Na primeira Brain Sessions, gravada em novembro de 2020 na capital paulista, Bryson se apresenta ao lado da brasileira Isa Georgetti, que toca guitarra. Isa é a tour manager da icônica banda indie norte-americana Built to Spill. São dois momentos: em 15 minutos, Bryson Cone toca quatro músicas, entre elas o hit ‘Devotion’, faixa do seu disco de estreia Magnetism, do ano passado, além de três inéditas – ‘Reflections’, ‘Mirror Mirror’ e New Me. A segunda parte é uma entrevista, gravada e produzida pelo músico em janeiro de 2021 no Uruguai. Magnetism marca a estreia de Bryson na Cleopatra Records, lendária gravadora de Los Angeles que já trabalhou com bandas do alto escalão, como ‪Iggy Pop e Information Society‬. Ficha técnica da session: Criação e Produção Geral: Carlo Bruno MontalvãoDireção: Gustavo VargasDireção de Fotografia: Gustavo Vargas e Alexandre SerafiniOperação de Câmera: Alan Borgatz e Alexandre SerafiniSom Direto: Felipe FaracoEdição/Finalização: Alexandre Serafini Bryson Cone aparece por cortesia da Cleopatra Records, 2020/2021. Todos os direitos reservados. BRAIN SESSIONS é um projeto de live sessions exclusivo criado por Carlo Bruno Montalvão, produzido e promovido pela Brain Productions Booking. Fotos: Alexandre Serafini Brain Productions Booking nas redes: Instagram: @brainproductionsFacebook: /Productions.BrainTwitter: @brainbooking Bryson Cone nas redes: Soundcloud: soundcloud.com/bryson-coneFacebook: /brysonconemusicInstagram: @brysonconeTwitter: @brysonconemusic

Melhores discos nacionais de 2020

melhores discos nacionais

Chegou o momento listinhas de fim de ano! E hoje trouxemos nossa lista de melhores discos nacionais de 2020. Acho que nem precisamos falar mais sobre 2020 né, já deu, conseguimos chegar ao fim dele, se a sanidade tá 100% é outra história, mas chegamos. Queremos agradecer aos que acompanham o blog, que mandaram músicas, releases, e também nos desculparmos se alguém ficou sem resposta, foi tudo muito louco e não conseguimos dar conta, somos apenas duas pessoas e um colaborador que escrevem sobre as músicas que gostam. Por fim, aqui vão nossos discos favoritos, vale lembrar que é nossa opinião pessoal, são os que mais escutamos durante o ano. Isso mostra também o quanto de música boa nosso Brasil tem, acho que essa lista sintetiza bem isso, escutem e apoiem os artistas e bandas nacionais! Mahmundi – Mundo Novo Em seu terceiro disco, a cantora e compositora carioca Mahmundi faz um trabalho que dialoga bastante com os tempos de isolamento, a conexão por meios tecnológicos e os sentimentos envolvidos nisso. A sonoridade se distancia um pouco dos discos anteriores, então aqui não rola tanto aquele flerte com o eletrônico indie, na verdade, temos a presença de instrumentos mais orgânicos, e acredito que isso é o que mantém um clima leve e gostoso de se ouvir. Faixas favoritas: ‘Nova Tv‘ e ‘Vai‘. Taco de Golfe – Nó Sem Ponto II Já tinha ouvido falar muito bem dessa banda, e aí fiquei curioso com esse lançamento e fui correndo ouvir. É um disco de rock instrumental bem feito, dinâmico, tem ótimos solos, melodias bonitas, não é aquele disco que você põe pra escutar e ficando penando. Ele é interessante, bonito e tudo bem redondinho, posso dizer facilmente que são uma das melhores bandas do gênero. Faixas favoritas: ‘Grade Grade’ e ‘Cortes’. Suco de Lúcuma – Quase Azul O que me fez querer ouvir essa banda foi o nome, inclusive eu não sabia que lúcuma é uma fruta, vivendo e aprendendo. Esse ano eles lançaram um disco duplo que foi separado em ‘Quase Azul‘ e ‘Quase Rosa‘. As músicas transitam por melodias psicodélicas e do neo soul alinhadas a um visual surrealista, destaco o disco ‘Quase Azul‘ como favorito, nele as composições se derretem em nossos ouvidos, criando até mesmo uma dimensão paralela como na faixa ‘Belém‘, uma das mais gostosas que ouvi esse ano. Faixas favoritas: ‘Nada no Ar’ e ‘Belém’. Wagner Almeida – Campeão da Avenida Campeão da Avenida é o terceiro álbum do Wagner Almeida, esse álbum nos leva a uma jornada cheia de emoções, ora com canções mais animadas que seriam uma boa pedida para as performances ao vivo, ora com canções introspectivas, repletas de melancolia e reflexão. Um pouco de shoegaze, ambientalismo, muita honestidade e verdade nas letras, riffs melódicos e vários dilemas que essa geração se encontra. Uma excelente pedida pra quem gosta de slowcore, folk, emo folk e lo-fi. Faixas favoritas: ‘Piloto Automático’, ‘Acordar’ e ‘Afogar’. Institution – Ruptura do Visível Ruptura do Visível é o segundo disco do Institution, e o que podemos destacar são as composições em português que acabam criando uma conexão melhor com o ouvinte. Aqui eles escancaram de forma poética as injustiças, questões sociais e a política podre que assombra o nosso país. O som intenso e pesado é um verdadeiro tapa na cara e definitivamente crava a importância de se discutir esses temas na música. Faixas favoritas: ‘Memória Falha’ e ‘Metástase’. Vivian Kuczynski – N ENTENDI ND O novo EP da Vivian Kuczynski foi uma grata surpresa, aqui ela pisa em territórios desconhecidos, sai de sua zona de conforto, se é que podemos falar isso, e aposta em um som eletrônico mais desconstruído, com algumas quebras abruptas durante as batidas frenéticas e os vocais cheios de efeitos e camadas. Esse tipo de música ainda não é muito explorado por aqui, e acaba sendo um plus a mais, muito bom saber que tem artistas criando algo fora da caixinha. Faixas favoritas: ‘PELE’ e ‘N ENTENDI ND’. Letrux – Letrux Aos Prantos Já tem muita gente falando isso por aí, mas é incrível como nesse disco a Letícia parece prever os tempos sombrios que viriam. Ela é uma das artistas mais interessantes da música nacional, muito expressiva, interpreta suas músicas de forma intensa, traz ótimas referências de música e literatura, e além disso consegue escrever letras que vão de momentos cômicos aos mais trágicos. Esse disco é ótimo, e com certeza é um dos shows que mal posso esperar pra ver em 2021, vem vacina! Faixas favoritas: ‘Contanto Até Que’ e ‘Eu Estou Aos Prantos’. Julico – Ikê Maré Esse disco pode ser considerado uma pérola desse ano, já conseguimos imaginar ele daqui uns 20 anos sendo citado como uma obra prima da música nacional, digo isso porque infelizmente as pessoas demoram pra dar atenção a certos artistas. Ikê Maré tem uma identidade incrível e avassaladora, ele traz uma conexão imagética forte com a natureza, rios, lagos e mangues, é sentimental e faz tão bonito diante de seu instrumental com ritmos brasileiros, guitarras cheias de fuzz e as ótimas letras de Júlio. Faixas favoritas: ‘Nuvens Negras’ e ‘Pelejamor‘. ÀIYÉ – Gratitrevas Em Gratitrevas, Larissa Conforto traz um trabalho bonito e sofisticado, no bom sentido. Fica visível seu renascer, explorando sons e temáticas, ela consegue uma sonoridade bem produzida, que funciona e conecta vários sons, indo desde as percussões africanas, samba, funk ao trip hop. Além disso, interpreta lindamente as composições com sua bela voz, mais um show que estamos ansiosos pra ver ao vivo. Faixas favoritas: ‘Pulmão’ e ‘Terreiro’. Luedji Luna – Bom Mesmo é Estar Debaixo D’água Luedji Luna nos presenteou com um disco potente. Esse é seu segundo trabalho e busca força e inspiração nas raízes africanas, algo que fica explícito em sua identidade visual e musical. Para isso, as gravações aconteceram em países diferentes como Quênia, Madagascar e Burundi, e contou com participações de músicos locais, além de nomes conhecidos como a autora Conceição Evaristo e a

11 artistas franceses para conhecer antes de 2020 acabar

Meus amigos, o ano está chegando ao fim e em breve faremos nossa lista de discos favoritos de 2020, mas antes disso, resolvemos selecionar mais 11 artistas que conhecemos através da plataforma Groover, inclusive já comentamos algumas vezes antes, como nessa matéria aqui. Por ser um site francês, dessa vez decidimos divulgar apenas artistas franceses, mas em breve vai rolar mais música de tudo quanto é lugar do mundo também. Vocês vão encontrar uma diversidade de sonoridades, do rap ao post-rock, eletrônica e pop. Profiter et découvrir de la nouvelle musique! Sopycal Sopycal é uma parceria entre Calypso Buijtenhuijs, uma atriz, dançarina e rapper/slammer e o produtor estadunidense Alex Siegel. A música ‘Tabou‘ faz parte do EP Dans l’eau, o vídeo tem direção de Alba Camarero e foi selecionado no Festival Indie de Cinema de Madri. Em suas letras, ela discute temas do universo feminino, a música inclusive, fala sobre o aborto e como o tema é visto por outros olhares. Facebook | Instagram | Spotify Myoon Música eletrônica é definitivamente algo que os franceses sabem fazer bem, a dupla Myoon é composta por dois irmãos. Recentemente eles vem lançando algumas músicas que estarão em seu primeiro disco, ‘Jump‘ é uma delas, com boas melodias e um clima de verão, eles buscam trazer mensagens de amor, positividade e esperança. Facebook | Instagram | Spotify Le Crapaud et La Morue Que Faire? é o segundo disco da banda Le Crepaud et La Morue. Suas músicas trazem uma certa versatilidade sonora, transitando entre momentos enérgicos e explosivos a outros mais melódicos. Isso explica suas influências vindas de vários gêneros como post-rock, indie e progressivo, algo que definitivamente quebra qualquer tipo de limitação em suas composições. Facebook | Bandcamp Clio A cantora e compositora Clio retorna após um ano desde o lançamento de seu último disco Déjà Venise, com a nova ‘Ai-je perdu le nord?’. A música fará parte de seu terceiro e novo disco que está previsto para sair em 2021, o vídeo teve direção de Isabelle Maure. Já conhecida mundialmente, ela traz músicas com influências vindas do dream pop e new wave, seus belos vocais dão um clima suave e gostoso de se ouvir. Facebook | Instagram | Spotify Marie LEONDHARDT Buscando se desafiar e encontrar seu lugar na música, Marie LEONDHARDT encontrou a felicidade ao usar o tempo de confinamento em casa para estudar e compor músicas. Entre suas influências estão artistas como: Pink Floyd, Caribou e Hot Chip. ‘Feel‘ é sua primeira música lançada, e mostra o início de um longo e bom caminho que vem pela frente. Facebook | Soundcloud Kwoon O Kwoon é liderado pelo músico e compositor Sandy, ele busca com sua música explorar imaginários e paisagens sonoras que facilmente te levarão para uma imersão musical. No vídeo abaixo ele apresenta a faixa ‘King Of Sea‘, para isso se isolou no topo de uma torre na Ilha de Lanzarote, com a ajuda de drones filmou sua apresentação solitária em meio a uma paisagem de tirar o fôlego e que foi o cenário perfeito para sua música. INDIGO Indigo é uma banda formada por Alexis (bateria), Andreas (baixo) e Tristan (guitarra/vocal), a música ‘Darwin‘ ganhou um vídeo clipe que representa a teoria de Darwin, além disso ela faz parte do projeto ‘The Distance‘ que consiste em três EP’s que no fim darão em um disco completo. O grupo busca inspiração em bandas da década de 90, como Sonic Youth, Pavement, Oasis e Nirvana. Facebook | Instagram | Spotify Chiara Foschiani A jovem cantora e compositora Chiara Foschiana mostra grande potencial ao apostar em um pop moderno com alguns climas mais dark. A trilha divide momentos com suas composições sensíveis e também perturbadoras. Seus vocais intensos e a boa produção em todo o trabalho abrem caminho para uma carreira que pode trazer bons ganhos, no momento ela trabalha em seu primeiro EP ‘Trouble Maker‘. Facebook | Instagram | Bandcamp Show Me Your Universe Em ‘Kid Forever‘ os franceses do Show Me Your Universe mandam um post-harcore intenso e vigoroso. A banda foi formada em 2015, no ano passado lançaram seu primeiro disco, o álbum ‘Origins‘. Com boas doses de melancolia, raiva e peso, eles tem tudo para ser facilmente destaque não só na cena francesa do metal, mas do mundo. Facebook | Instagram | Bandcamp Magon Magon é com certeza um dos artistas mais interessantes que escutamos nos últimos tempos, em sua música podemos encontrar influências que vão de The Velvet Underground a Pixies. A faixa ‘Aerodynamic‘ é prova disso, nos lembrando bastante o rock feito durante a década de 90. Esse é o segundo single lançado nesse ano, fica ligado que vem disco novo por aí. Facebook | Instagram | Bandcamp Rose Rose Essa dupla de produtores formam o Rose Rose, uma banda que traz os sintetizadores do dream pop, guitarras rítmicas e criam uma atmosfera dançante que flerta também com a música disco dos anos 70, mas que ainda assim também permanece moderna. A partir dessa fusão de sons digitais e orgânicos, como na faixa ‘Sugar Hill‘, eles seguem trabalhando em seu quarto disco de estúdio. Facebook | Instagram | Bandcamp

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