Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors
Generic selectors
Exact matches only
Search in title
Search in content
Post Type Selectors

5 bandas mexicanas que você precisa conhecer

Margaritas Podridas Se você sentia falta daquele grunge raivoso, barulhento e melancólico da década de 90, feito por bandas como Hole e L7, então precisa escutar essa banda. A Margaritas Podridas surgiu em 2018 na cidade de Hermosillo no México, nesse mesmo ano lançaram seu primeiro disco Porcelain Mannequin, com um som mais sujo e barulhento. No entanto, mais tarde chamaram atenção com seu segundo trabalho autointitulado, onde seguiram outros caminhos, surfando pelas ondas do shoegaze e noise rock. Instagram | Bandcamp Mint Field Mint Field surgiu como um trio da cidade de Playas de Tijuana, em meados de 2018, mas hoje é um duo formado por Estrella Sánchez (vocal, guitarra) e Sebastian Neyra (bateria). O primeiro disco, Passar de las Luces fez bonito em sua estreia, envolto por uma sonoridade etérea, que bebe da fonte do shoegaze, dream pop e psicodelia. As músicas possuem uma paisagem sonora incrível que levam o ouvinte para um estado de contemplação, em suas letras eles exploram a melancolia e nostalgia do cotidiano. Instagram | Bandcamp Te Vi En Un Planetario Banda relativamente nova, formada pelo duo Ilka Serna (vocal) e Alexis Ramos (baixo, guitarra e sintetizadores) em Teotihuacán. Suas músicas têm influencia no dreampop e shoegaze, cheias de reverberações, modulações e emoções do cotidiano. Possuem dois EPs que foram lançados em 2023, são eles: flores e casa de espejos. Ao vivo, a dupla é acompanhada por Miguel Monterrubio (bateria) e Ricardo Arroyo (guitarra), dessa forma adicionando uma profundidade sonora maior à suas composições. Instagram | Bandcamp Policias y Ladrones Direto da cidade de Tijuana, o Policias y ladrones iniciou como trio e teve influências de garage rock, já na gravação de seu primeiro disco, lançado em 2019 sob o titulo Flores, se aproximaram mais da sonoridade do shoegaze e room pop. Um ano mais tarde, ganharam destaque após alguns singles e chamaram a atenção da gravadora Arts & Crafts, com quem lançaram seu segundo trabalho Nubes. O trabalho mais recente é um EP lançado em 2024, toma forma. Instagram | Youtube Sonic Emerson Sonic Emerson é um projeto liderado por Sebastian Neyra, o músico e produtor toca atualmente com o Mint Field e já trabalhou com a Margaritas Podridas, outra bem conhecida no cenário mexicano. O primeiro EP Hasta que el hecho que está esperando ocurre foi lançado em 2021, na sonoridade, temos camadas que vão do psicodélico, eletrônico e shoegaze. O sucesso do projeto gerou mais dois discos de estúdio, são eles Si tan solo supiera por qué estoy aqui e rescate lento. Instagram | Bandcamp Quer mais indicações? Quer conhecer mais artistas de vários países do mundo? Então confira também a nossa seção Rebobinados Indica.

Crumb retorna ao Brasil para apresentar novo disco

Com quase 10 anos de uma agitada carreira, uma bem repercutida passagem pelo Brasil e o suave e delicioso recém-lançado terceiro disco AMAMA na bagagem, o quarteto indie nova-iorquino Crumb retorna ao Brasil em novembro e confirma show em São Paulo no dia 23 de novembro, no Cine Joia. A realização é da Áldeia Produções em parceria com o Cine Joia. Ingressos já à venda no site da tiqueteria Fastix: https://fastix.com.br/events/crumb-em-sao-paulo. Lila Ramani (guitarra e vocal), Bri Aronow (sintetizadores, teclados e saxofone), Jesse Brotter (baixo) e Jonathan Gilad (bateria) estão no topo das paradas de sucesso da nova onda pop psicodélica. Eles costuram uma sonoridade que flerta com o Lo-Fi e beats elegantes, numa paisagem sonora cheia de experimentação lúdica e descolada. O terceiro álbum AMAMA, que dá o tom desta turnê no próximo mês de novembro, continua a aprofundar o som hipnótico do Crumb. São composições da multi-instrumentista Lila Ramani, ora poeticamente abstratas, ora diretamente confessionais, que tanto rememora os anos de turnê da banda como traça o caminho vertiginoso de um grupo que está em constante movimento. AMAMA, que também é a gênese e a síntese do Crumb, existe na encruzilhada da psicodelia, pop, jazz e rock, e mostra com louvor porque são elogiados e apontados mundo afora como uma banda de sonoridade única. Do estúdio para os palcos, o Crumb é nome frequente de grandes festivais, como Wide Awake, em Londres, Primavera Sound, na Espanha e em Portugal, além de tocado na edição 2024 do Pitchfork Music Festival, em Chicago (EUA). A nova turnê do Crumb pelo Brasil também passará pelo Rio de Janeiro (22/11, Agyto) e Porto Alegre (24/11, Opinião). Mais sobre o Crumb: www.instagram.com/some_crumb www.crumbtheband.com SERVIÇOCrumb em São PauloData: 23 de novembro de 2024Horário: 19h (portas)Local: Cine JoiaEndereço: Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo – SPIngresso:1º lote -R$ 120,00 (meia e meia solidária) e R$ 240 (inteira)2º lote -R$ 150,00 (meia e meia solidária) e R$ 270 (inteira)Venda: https://fastix.com.br/events/crumb-em-sao-paulo Fonte: Tedesco Mídia

Softcult: duo canadense resgata com maestria o dream pop/shoegaze dos anos 90

Softcult é um duo canadense formado pelas irmãs Mercedes Arn-Horn e Phoenix Arn-Horn que surgiu por volta de 2020. Ainda no auge da pandemia, elas começaram a trabalhar em seu primeiro EP Year of the Rat. Apresentado apenas em 2021, ele trazia 5 faixas com um gostinho do que esperar da sonoridade da dupla. Influenciadas pelo movimento Riot grrrl e bandas da década de 90, elas resgatam parte da sonoridade delicada do shoegaze e dream pop, misturando ao lado mais sujo do grunge e rock alternativo de bandas como The Smashing Pumpkins e Garbage. Inclusive fizeram dois covers muito bons do Nirvana para “Been A Son” e “Frances Farmer Will Have Her Revenge On Seattle”. Quando falamos sobre temática das letras escritas, as irmãs costumam trazer a tona temas pertinentes ao mundo moderno. A luta pelos direitos das mulheres, o machismo e população LGBTQIAP. Ainda que as pautas façam alguns conservadores torcerem o nariz, elas estão certas do que querem. Um fato interessante é que elas produzem um fanzine eletrônico chamado SCripture. Nele, promovem temas super importantes sobre mulheres, poesias, sexismo, saúde mental e vários outros relacionados. Grandes admiradoras das artes, elas costumam produzir os próprios designs das capas de seus discos e posters. O novo EP é um resgate dos gêneros da década de 90 Intitulado “Heaven” o novo EP foi lançado em Maio de 2024 via Easy Life Records, nova gravadora do grupo. A faixa que abre o disco é “Haunt You Still”, ela captura momentos mais sonhadores do dream pop/shoegaze sem deixar o barulho de lado. Podemos dizer que é uma fusão de bandas importantes como Lush, Slowdive e Mazzy Star. Em seguida, temos “One Of the Pack”, trazendo um lado mais agressivo, recheada de guitarras pesadas e seus ruídos. Já em “Spiralling Out”, uma das mais famosas da banda, temos melodias bonitas e um som direcionado para o lado mais pop do rock alternativo. Em “9 Circles” ouvimos uma sonoridade voltada para o shoegaze. Uma fusão muito bonita de vocais e melodias cadenciadas. Aqui elas trabalham bem o refrão e criam uma atmosfera agradável aos ouvidos, uma verdadeira viagem sonora. “Shortest Fuse” tem a cara dos anos 90, inevitável dizer isso. O ponto forte aqui também são os belos vocais das irmãs. Acompanhados por guitarras mais psicodélicas, eles encontram riffs mais enérgicos e pesados no refrão. Para fechar, temos a faixa título “Heaven“, em um clima sonhador que é o ponto alto do shoegaze. Elas conseguem manter o ouvinte em diferentes climas. Das guitarras cheias de reverb e delay até os riffs a lá The Smashing Pumpkins, com melodias hipnóticas. Encontrar esse EP do Softcult foi uma grata surpresa. Fazia tempo que não escutava algo novo e com ótima qualidade. Esse é um daqueles trabalhos que você fica contente em descobrir e que se mantém coeso e com uma bela produção musical. Ele faz jus aos gêneros que são apresentados durante as 6 músicas. Acompanhe o Softcult nas redes sociais: Facebook | Instagram | Site

Justine expande os horizontes do shoegaze em seu segundo disco

Justine, o quarteto sorocabano de shoegaze retorna em nova fase. Formado em meados de 2013 na cidade do interior Paulista, eles passearam pelas rotas alternativas de shows com seu elogiado primeiro disco Overseas, lançado em 2016. O ano de 2024 vem como um novo recomeço para o grupo, que chegou trazendo algumas novidades. A primeira delas é o nome que passa a ser apenas Justine ao invés de Justine never knew the rules. Além disso, a nova formação conta com Gabriel Penatti na bateria e Gabriel Wiltemburg nos vocais. Justine e os novos horizontes sonoros Com o segundo disco de estúdio intitulado JUSTINE, a banda não só expande seus horizontes musicais, mas também mergulha em territórios líricos diferentes. Uma das mudanças mais marcantes neste novo álbum é a decisão de cantar todas as músicas em português. Esta escolha traz uma nova dimensão às músicas, permitindo que as letras alcancem uma profundidade emocional ainda maior. “Avalanche” foi a primeira composição apresentada, isso após alguns anos de um pequeno hiato. Ela mantém aquela sonoridade tradicional do shoegaze. Levando o ouvinte para uma jornada em um clima cadenciado e melancólico, que é explorado também nas letras, cheia de emoções intensas. Já quando falamos dessa nova fase, “Blush” representa bem. Experimentando nas dinâmicas de melodias bonitas e marcantes, vocais mais notáveis e um clima digamos “pop”. Ela foi escolhida como primeiro single para apresentar o disco novo e mostra a estreia de Gabriel nos vocais. Em seguida, tenho minha favorita, “Flor de Lótus“. Suas camadas de guitarras criam uma atmosfera bem envolvente e transcendental. As melodias quase que hipnóticas são acompanhadas de batidas que nos lembram algo do trip-hop. Mas aqui o som vai evoluindo numa experiência psicodélica que ecoa durante seus quase 7 minutos. Num clima meio “spoken word”, temos “Terapia“. As letras expõem sentimentos íntimos e a forma como os vocais são performados nos lembra fácil algo feito por Jair Naves em seus trabalhos. A quebra vem com “Quase um Segundo”, a faixa tem aquela pegada do shoegaze acústico. Numa mistura bonita entre violão e guitarras com efeito tremolo, bem na vibe de “Sometimes” do MBV. Em “Solstício” somos apresentados a mais uma composição acústica, mas dessa vez sem guitarras, essa simplicidade cria um clima bonito e intimista, um formato que não era tão explorado nas composições anteriores. “Corpo” tem uma roupagem bem diferente de todas do disco, onde ousam experimentar com percussões, riffs de guitarra e sons mais barulhentos flertando com o noise, temos até um sampler de “Touched” do My Bloody Valentine. “Se o amanhã não chegar” também aposta no clima acústico, podemos classificá-la como uma das baladas do álbum, é muito bom saber que a banda vem explorando novas sonoridades nesse trabalho. Percussões e um baixo bem vibrante abrem “O que restou em mim“, a experiência aqui também é um ponto alto, a bela fusão entre um Jesus and Mary Chain e MBV. Quem assume os vocais é Mário do Wry, uma das bandas pioneiras do shoegaze no Brasil. A faixa tem climas que vão de momentos mais melódicos até outros mais barulhentos que ecoam e casam com guitarras que vão preenchendo o fundo. Em seguida, temos “Quebra Tormenta”, sua atmosfera casa com o fim da escuta, ela explora outra novidade pra banda, um clima mpbzístico, com dedilhados de violão, belas letras e toques suaves e elegantes de guitarra. Com seu segundo álbum, a Justine demonstrou que explorar novos sons e abordagens dentro do gênero pode manter seu trabalho extremamente coeso e envolvente. É muito bom tê-los de volta na cena do indie nacional, que consigam promover o disco o mais breve possível para que ganhem novos fãs e apoiadores. Confira o disco Justine: Acompanhe a banda nas redes sociais: Facebook | Youtube| Bandcamp

Russian Circles: uma das melhores bandas do post-metal se apresenta no Brasil

Um dos maiores nomes do cenário post-metal, com 20 anos de carreira e diversas participações em festivais importantes ao redor do globo, o power trio norte-americano Russian Circles faz a aguardada estreia no Brasil na próxima quarta-feira, dia 3 de abril, em São Paulo. A apresentação, a única no Brasil, será no Cine Joia e terá abertura da banda nacional de post rock E a Terra Nunca Me Pareceu Tão Distante. Ingressos continuam à venda: https://pixelticket.com.br/eventos/17017/russian-circles. A realização do show único do Russian Circles no Brasil é da Powerline Music & Books, com apoio da Heart Merch. O Russian Circles, formado por Mike Sullivan (guitarra), Brian Cook (baixo) e Dave Turncrantz (bateria), traz à capital paulista neste começo de abril a turnê do elogiado novo disco, Gnosis, o oitavo da carreira, que reforça a força criativa das composições pesadas e atmosféricas da banda. É um disco repleto de camadas sonoras em meio a diversificadas ambientações e abordagens produzidas somente com guitarra, baixo e bateria. O baixista Cook, em recente entrevista ao site brasileiro Downstage, disse sobre Gnosis: “É o nosso trabalho mais focado. Eu também acho que é um álbum muito agressivo. Acho que ficar presos em casa nos fez querer fazer um disco que fosse uma resposta ao sentimento de confinamento.” Cook também falou da alta expectativa para o show em São Paulo. “Quando penso em shows em São Paulo penso em vídeos antigos do Sepultura tocando em ginásios. Mas não somos o Sepultura, então não tenho ideia do que realmente deveria esperar. Em termos de setlist e surpresas…Acho que vamos tocar apenas nossas músicas favoritas, já que não precisamos nos preocupar em tocar músicas novas o suficiente ou em não tocar um set parecido com o da última vez que estivemos lá, porque … nunca estivemos lá!” A banda foi formada em 2004 na cidade de Chicago (Illinois, Estados Unidos) e já se apresentou em grandes festivais como SXSW, Psycho California e Roadburn. Também excursionaram com Tool, Deafheaven, Chelsea Wolfe, Mastodon, Cult of Luna, entre outros. Russian Circles em São Paulo Data: 3 de abril de 2024Horário: 19h (abertura da casa) | 20h: EATNMPTD | 21h30: Russian CirclesLocal: Cine JoiaEndereço: rua Praça Carlos Gomes, 82, Centro, São Paulo, SP Venda on-line:https://pixelticket.com.br/eventos/17017/russian-circles Ingresso:PistaMeia solidária, meia entrada – 2º Lote: R$ 190,00Inteira – 1º Lote: R$ 340,00; 2º Lote: R$ 380,00 CamaroteMeia-entrada – 1º Lote: R$ 270; 2º Lote: R$ 540,00Inteira – 1º Lote: R$ 290,00; 2º Lote: R$ 580,00Classificação etária: 18 anos

Quarto Quarto, música nova aposta no rock alternativo

Originária da capital paulista, a Quarto Quarto é formada por: Thiago Romanelli (vocais, guitarra), Nicolas Gulhote (baixo, vocais) e Caio Vieira (bateria). A banda tem um EP “Prédio Cinza, Tempo Bom”, lançado em 2022, onde trazem em suas composições uma mistura de melodias envolventes e energia crua. Sua música é marcada por guitarras distorcidas, ritmos pulsantes e letras que refletem as experiências e inquietações da juventude urbana. No novo single, intitulado “Às vezes”, eles elevam o nível de sua produção e apostam em um instrumental poderoso, voz marcante e uma música que captura a essência melancólica do rock alternativo dos anos 90 com algumas pitadas de grunge, ao mesmo tempo em que soa contemporânea e autêntica. A faixa marca o início de uma série de lançamentos que serão apresentados durante esse ano, e que no fim completarão seu novo disco “Sorte/Revés” que está por vir. Sobre o título, a banda diz que é um conceito que traz em paralelo o cotidiano da vida, os relacionamentos e a previsibilidade de jogos de tabuleiro. Acompanhe a banda nas redes sociais: Instagram | Spotify Confira mais notícias aqui.

El Significado de Las Flores: banda chilena de noise rock lança single novo

El Significado de Las Flores é uma banda chilena que surgiu em 2022 na cidade de Valparaíso, formada por Acacia (Patricio Guzmán), Suitcases (Pablo Rodríguez León), Bruma (María Pizarro) e Chaleco (Sebastián Aranda). A estreia do grupo veio com o primeiro disco de estúdio, El Efecto Nodriz, lançado em 2023. Durante as oito músicas, temos uma sonoridade que caminha por gêneros como shoegaze, noise rock e dream pop, de pontos altos e ruidosos até outros momentos mais sonhadores e melancólicos. As letras abordam temas da vida moderna, como identidade de gênero, ideia de transição e a solidão da vida jovem. Com a boa repercussão do primeiro debut, tiveram apoio para a gravação de uma nova música, sobre isso a banda diz: “Após a boa recepção que o álbum teve, fomos convidados pela Lotus para uma residência patrocinada pela produtora. ‘Recrudece’ é um dos produtos finais da gravação nos Estúdios Lautaro. Tem modulações, novas buscas rítmicas, líricas e estruturais para as músicas. É a ponta de lança de uma nova forma de nos apresentarmos sonoramente, um novo passo no caminho do conceito da banda” A faixa foi produzida pelo quarteto, gravada e mixada por Pablo Giadach e masterizada por Francisco Holzmann, além disso, ganhou um vídeo clipe oficial. É claramente uma prévia do que está por vir no próximo disco que deverá ser lançado ainda neste ano. Outra conquista importante para a carreira foi um convite para se apresentar no Lollapalooza Chile, que aconteceu no último dia 15 de março na cidade de Santiago e reuniu cerca de 100 mil expectadores durante os dias de festival. Eles tocaram ao lado de grandes nomes como Blink 182, Arcade Fire, Kings of Leon, SZA, Sam Smith e The Offspring. Acompanhe o El significado de Las Flores nas redes sociais: FACEBOOK | INSTAGRAM | TIKTOK Agradecimento release: Tedesco Mídia

Turnover retorna ao Brasil para três apresentações em 2024

O Turnover, banda de indie rock de Virgínia (EUA), traz a turnê do último álbum Myself in the Way à América Latina no próximo mês de maio, com três datas no Brasil: Belo Horizonte/MG (10/05), São Paulo/SP (11/05) e Porto Alegre/RS (12/05). A realização é da Powerline Music Books em parceria com a Mirror/AM. Os ingressos para todos os shows da turnê começam a ser vendidos nesta sexta-feira (1/03), às 12h, pelo site do Clube do Ingresso (www.clubedoingresso.com). Turnover é uma banda de rock americana de Virginia Beach, Virgínia, com cinco discos e dois EPs lançados. Formada em 2009, a banda tem contrato com o badalado selo indie Run for Cover Records. A cada novo álbum, o Turnover incorpora elementos, experimenta sonoridades e apresenta uma sonoridade sempre atual e interessante. Indie rock, dream pop, grunge, emo e pop punk são alguns gêneros que explicam a proposta do Turnover. Do emo intimista de Magnolia (2013), passando pela aura melancólica de Peripheral Vision (2015), e pelo rock expansivo de Good Nature (2017), além das guitarras soft de Altogheter (2019), o Turnover chega ao quinto disco, Myself in the Way, com grooves descontraídos, batidas discos e riffs marcantes. Além de Brasil, eles fazem shows no México, Costa Rica, Colômbia e Chile. Atualmente a banda é Austin Emanuel Getz (vocais, guitarra), Casey Charles Getz (bateria), Daniel Joseph Dempsey (baixo) e Nick Rayfield (guitarra). SERVIÇO Turnover em Belo Horizonte (MG)Data: 10 de maio de 2024Local: Música Quente Turnover em São Paulo (SP)Data: 11 de maio de 2024Local: Fabrique ClubEndereço: rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP Turnover em Porto Alegre (RS)Data: 12 de maio de 2024Local: AgulhaEndereço: rua Conselheiro Camargo, 300 – São Geraldo, Porto Alegre/RS Mais informações: www.instagram.com/agenciapowerline https://turnovermusic.net/ www.instagram.com/tedesco.com.midia Escute o disco Myself in the Way: Resenha Turnover no Brasil (2016)

Fin del Mundo: banda argentina vem ao Brasil apresentar seu som com influências de post-rock e shoegaze

Fenômeno da cena alternativa argentina, o quarteto feminino argentino Fin del Mundo desembarca pela primeira vez no Brasil, no próximo mês de março, para apresentar seu cativante e sensível indie shoegaze post rock. Duas datas já estão confirmadas: 1° de março em São Paulo, no Sesc Avenida Paulista, e dia 8/03 no Sesc São José dos Campos, em São José dos Campos (SP). Os ingressos para o show no Sesc Avenida Paulista começam a ser vendidos online, dia 20/02, pelo site www.sescsp.org.br/unidades/avenida-paulista, e dia 21/02 de forma presencial, em qualquer unidade do Sesc em São Paulo. Mais informações sobre o show em São José dos Campos em breve. A inédita vinda do Fin del Mundo ao Brasil é uma realização da Brain Productions Booking, que entre outubro e novembro de 2023 levou as meninas a uma elogiada turnê europeia, com seis sold outs e participação em programa da RTVE, a maior televisão da Espanha (assista aqui). Fin del Mundo foi formada em 2019 em Buenos Aires (Argentina), com raízes na Terra do Fogo e Chubut, no sul da Patagônia. Sua mistura requintada de post-rock emocional, shoegaze, dream pop e indie rock permitiu que elas se posicionassem como uma das bandas mais interessantes da cena musical independente latino-americana em muito pouco tempo. A banda, formada por Julieta Limia (Tita), na bateria, Julieta Heredia, na guitarra, Yanina Silva, no baixo, e Lucía Masnatta, na guitarra e voz principal, vem com a turnê do disco ‘Todo va hacia el mar’, lançado pela Spina Records que compila pela primeira vez em formato digital e físico, seu EP autointitulado (2020) e o EP ‘La ciudad que dejamos’ (2022). Lucía fala do novo álbum. “É um álbum que compila todo o nosso material de estudo até agora, muitos ouvintes nos pediram, principalmente o formato vinil, embora também haja CDs e cassetes. Conhecemos a sensação linda de poder ter um álbum físico e ouvi-lo até enjoar, esperamos que gostem muito dessas edições!” Vale destacar que o Fin del Mundo foi sucesso imediato na rádio norte-americana KEXP: sua sessão ao vivo ultrapassou a marca de +1 milhão de visualizações em pouco menos de 9 meses.. Saiba mais sobre a banda: www.instagram.com/lasfindelmundo.

Rebobinados | Música alternativa desde 2017
Todos os direitos reservados