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Napalm Death e Ratos de Porão em show único no Brasil em 2025

Imagem em preto e branco com os quatro integrantes da banda Napalm Death

A Xaninho Discos junto à Caveira Velha Produções trazem a icônica banda inglesa de grindcore Napalm Death a São Paulo, no dia 5 de dezembro de 2025. Será a única apresentação no Brasil em meio à nova turnê pela América Latina. A apresentação será no Hangar 110 e terá o Ratos de Porão como banda convidada em uma noite histórica. Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Napalm-Death-e-Ratos-de-Porao-em-Sao-Paulo O Napalm Death surgiu em 1981, no vilarejo de Meriden, próximo a Birmingham (Inglaterra), e atravessa décadas como uma das formações mais influentes do mundo com sua sonoridade pesada e contestadora. Guitarras distorcidas, blast beats frenéticos, vocais guturais e letras com forte viés sociopolítico são a verve da banda. Até o momento, já lançou 16 álbuns de estúdio. O lançamento mais recente do Napalm Death é o álbum colaborativo com os Melvins, intitulado Savage Imperial Death March, lançado em fevereiro de 2025. Já solo, lançaram o EP Resentment Is Always Seismic – A Final Throw of Throes, em 2022. Ao vivo, o Napalm Death é historicamente avassalador. Mark ‘Barney’ Greenway (vocais) John Cooke (guitarra), Shane Embury (baixo) e Danny Herrera (bateria) tomam conta do palco com força e peso, combinando clássicos como “Prison Without Walls” e “You Suffer” com faixas mais recentes, comprovando sua evolução sem perder a essência grindcore. Com razão, as apresentações da banda inglesa são descritas por fãs e crítica especializada como “um ataque sensorial” pesado, direto e intenso. Em uma recente entrevista ao site espanhol Rafa Basa, Barney falou do repertório do Napalm Death ao vivo, que busca trazer novidades aos fãs: “Sempre tentamos fazer um repertório diferente. Eu me canso de ver bandas tocando a mesma coisa ano após ano, então nos limitamos às músicas que as pessoas querem ouvir, os clássicos, se você quiser chamá-los assim, e também tentamos introduzir coisas diferentes. Basicamente é sempre um repertório diferente.” Ratos de Porão – O Ratos de Porão é uma banda brasileira de punk crossover formada em novembro de 1981, durante a explosão do movimento punk paulista. Seu primeiro disco, Crucificados pelo Sistema, saiu em 1984 e tinha músicas que se tornaram hits instantâneos como a própria Crucificados, Agressão Repressão e Morrer. São conhecidos internacionalmente, tendo feito turnês pela América Latina, Europa e América do Norte. Atualmente estão se apresentando ao vivo com sua turnê de 40 anos, que marca também o lançamento do álbum Necropolítica, feito durante a pandemia SERVIÇO Napalm Death + Rato de Porão em São Paulo Data: 6 de dezembro de 2025Horário: 18h (abertura da casa)Local: Hangar 110 (rua Rodolfo Miranda, 110, Bom Retiro – São Paulo/SP) Ingressos: https://101tickets.com.br/events/details/Napalm-Death-e-Ratos-de-Porao-em-Sao-Paulo

Warmest Winter lança Ongoing Longing, o trabalho marca a transição musical e retorno da banda

O projeto brasileiro Warmest Winter rompe um hiato de cinco anos com o lançamento de Ongoing Longing, seu novo álbum de estúdio. Com oito faixas inéditas, o trabalho representa uma virada estética decisiva: se os registros anteriores dialogavam com o espectro do post-punk atmosférico e do shoegaze melancólico, o novo disco se volta a uma linguagem mais aberta, entrelaçando elementos acústicos, eletrônicos e ambientais. A sonoridade de Ongoing Longing reflete uma busca por maior elasticidade emocional e textural. Violões em primeira camada, sintetizadores discretos e programações minimalistas criam um espaço sonoro que se afasta da opacidade ruidosa do passado — mas sem perder o senso de introspecção que caracteriza o projeto desde seu início. “Existe um deslocamento nesse disco — uma vontade de deixar o som e as letras respirarem mais, de aceitar os espaços vazios, as perdas, as aceitações da vida, como parte da composição. Mas o desejo, o impulso, continua ali. Apenas menos encoberto”, afirma Tiago Duarte Dias. Ao longo do álbum, é possível perceber influências que vão de Nick Cave e Bob Dylan a recortes mais recentes como Weyes Blood, Lucy Dacus, além de Big Thief. Em vez de uma ruptura abrupta, o disco propõe um deslocamento suave, quase meditativo, da linguagem musical — como se a tensão entre passado e presente se dissolvesse lentamente ao longo das faixas. Produzido de forma independente, Ongoing Longing é também um ensaio afetivo sobre o tempo, o silêncio e o desejo como estado permanente. Mais do que um retorno, é uma reconfiguração — estética e sensível — de um projeto que se recusa a repetir a si mesmo. Acompanhe a Warmest Winter nas redes sociais: Facebook | Instagram | Bandcamp Confira o disco Ongoing Longing:

Stevie Victor materializa memórias, crises e afetos em seu primeiro disco autoral

Conhecida por ser idealizadora da banda brasiliense de rock psicodélico Palamar, Stevie Victor agora dá um passo à frente em sua trajetória com o lançamento de Bebê Clube, seu primeiro álbum solo. Durante sua caminhada com a Palamar, Stevie dividiu palcos com nomes como Anelis Assumpção, Tulipa Ruiz e Marrakesh, além de participar de importantes festivais. Bebê Clube é uma jornada pelas memórias, ideias e afetos Multi-instrumentista, compositora e produtora, a artista mergulha em uma criação pessoal e intensa, onde conduz todas as etapas do processo criativo, dos arranjos às gravações, com exceção da faixa Há um Tesão, presente de Lucas Lino. O amor pela música vem da época de criança, e foi se materializando com o passar dos tempos, ainda que no fundo pulsasse a vontade de lançar um disco solo em que pudesse tomar as rédeas e expressar composições pessoais e uma sonoridade mais diversa. Em 2024 encontrou o momento certo para olhar pra si e dar início a um trabalho íntimo e que externa suas vivências, dores, amores e turbulências da vida. O disco reúne 12 faixas compostas entre 2020 e 2025, como Nepo Baby, Black Lança, Amor de Primavera e Quiabo, e traz uma conexão entre passado e presente, tudo costurado por uma sonoridade diversa, livre de amarras, e por letras que tocam temas como crescimento, saudade, amor e saúde mental. Em tempos de desamor, caos e tecnologias, Bebê Clube é o resultado da coragem de transformar a intensidade da vida em música. Um convite ao íntimo, ao sensível e à beleza de materializar sentimentos em som. Acompanhe Stevie Victor nas redes sociais: Tiktok | Instagram | Youtube Confira o disco Bebê Clube:

Dark Tranquillity vem a São Paulo com turnê que celebra 2 álbuns clássicos

Dark Tranquillity, pioneiro do death metal melódico sueco, está de volta ao Brasil em janeiro de 2026 com a inédita turnê ‘The Character Galley‘, em que parte do repertório será dedicado aos emblemáticos álbuns The Gallery (1995) e Character (2005), além de clássicos e musicas de registros mais recentes. Será show único no país, dia 18 de Janeiro, no Carioca Club, em São Paulo/SP. A realização é da Overload em parceria com a CK Concerts. Ingressos à venda a partir das 10h de 8/08: www.clubedoingresso.com/evento/darktranquillity-sp. O Dark Tranquillity, junto ao At the Gates e In Flames, foi responsável por fundar o que hoje é conhecido como death metal melódico, ou o som de Gotemburgo (já que todos são originários dessa cidade). “2025 marca o aniversário combinado de dois marcos em nossa carreira – The Gallery (1995) e Character (2005)”, comenta o Dark Tranquillity sobre a proposta desta turnê que passará por São Paulo em 2026. Para celebrar essa ocasião, a banda embarca em uma turnê especial dedicada a destacar esses álbuns lendários, mas com espaço para muito mais de sua extensa carreira de 13 registros de estúdio. “Prepare-se para músicas que nunca foram apresentadas ao vivo, além de faixas clássicas que há anos não integravam nosso repertório”, completam. A formação atual é Peter Lyse Karmark (guitarra), Joakim Strandberg Nilsson (bateria), Mikael Stanne (vocal), Christian Jansson (baixo), Johan Reinholdz (guitarra) e Martin Brändström (eletrônicos). The Gallery é um disco visionário de meados da década de 1990 devido à combinação de linhas melancólicas em meio ao death metal, sua estrutura progressiva e passagens limpas como nunca visto até então naquele estilo. Respaldado por críticas positivas em todo o mundo, é um clássico do ‘melodeath’, com riffs incrivelmente eficazes e produção limpa que realça todos os instrumentos. Dez anos depois, o Dark Tranquillity lança Character, que é mais um divisor de águas tanto na trajetória da banda como da música pesada. É um registro com melodia, velocidade e atmosfera única, com Mikael Stanne transitando entre os fortes e característicos vocais rasgados e cantados. SERVIÇODark Tranquillity em São Paulo Data: Domingo, 18 de Janeiro de 2026Abertura da casa: 18h30 | Showtime: 20hLocal: Carioca Club Pinheiros (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros – São Paulo, SP) Venda online: www.clubedoingresso.com/evento/darktranquillity-sp Valores: Solidário (doe 1 Kg de alimento não perecível) e Meia Entrada em:1º lote: R$ 220,00 | Inteira em 1º lote: R$ 440,00Camarote em 1º lote: R$ 280,00 Classificação etária: +16 Mais informações:https://www.darktranquillity.comhttps://linktr.ee/overloadbrasilhttps://www.instagram.com/tedesco.com.midia

Boris, banda japonesa vem ao Brasil pela 1ª vez com turnê de 20 anos do icônico álbum Pink

Em celebração do 20º aniversário do icônico álbum Pink, as lendas japonesas Boris anunciam a primeira turnê na América do Sul em novembro de 2025. O Brasil recebe show único, dia 30/11, em São Paulo/SP, no Fabrique Club. A produção local é conjunta entre Powerline Music & Books, Abraxas e Maraty. Ingressos: https://fastix.com.br/events/boris-em-sao-paulo. Boris foi formado em 1992 e, eventualmente, chegou à formação atual da banda com Takeshi, Wata e Atsuo em 1996. O trio fundiu o rock pesado cativante com paisagens sonoras expansivas e experimentais, duas forças aparentemente opostas trazidas à harmonia em um único plano sônico. É ainda hoje uma das bandas mais experimentais e respeitadas do underground global por sua capacidade camaleônica de transitar entre gêneros como drone metal, noise rock, sludge, shoegaze, ambient, punk, doom e psicodelia, frequentemente dentro de um mesmo álbum ou até de uma mesma música. Com Pink como um ponto crucial, lançado em 2006, Boris evoluiu e aprofundou ainda mais sua própria definição de “pesado” ao lançar um imenso corpo de trabalho, enquanto expandia o escopo de seus esforços criativos. Mesmo agora, eles permanecem inabaláveis por convenções, refinando uma estética singular que desafia a previsibilidade. Esta turnê que celebra o 20º aniversário de Pink será realizada pela formação de três integrantes daquela época. Centrada em faixas de Pink, a turnê contará com o mesmo setlist que ousadamente repintou o mapa do rock pesado com suas cores sonoras vívidas. Ao longo dos anos, Boris tem explorado incansavelmente sua própria versão do que é pesado por métodos totalmente próprios. Embora as profundezas de sua “pesadez” possam se intensificar, seus músicos únicos desafiam a classificação em qualquer gênero ou estilo, então vamos apenas chamá-lo de verdadeiro “heavy music” em cores extremas. Sua música foi chamada de “mudança de jogo” em relação à vanguarda da cena rock mundial, e essa influência é ilimitada. Eles entram em reinos que não podem ser descritos simplesmente em termos de “som explosivo” ou “rugidos trovejantes” que se tornaram sua marca registrada. Melvins é uma das maiores influências na formação do som do Boris, especialmente nos primeiros anos. O peso arrastado, o experimentalismo, a liberdade estrutural e a mistura de noise com sludge e punk que caracterizam o Melvins foram fundamentais para moldar a identidade de Boris. O nome Boris, inclusive, vem de uma música do Melvins, do álbum Bullhead (1991). A banda comenta sobre os 20 anos de Pink e da inédita e tão aguardada turnê sul-americana em novembro deste ano: “Você se lembra dos Dias Rosa? Para aqueles que vivenciaram essa era em tempo real — e para aqueles que a estão encontrando ao vivo pela primeira vez — essa pergunta ressoará através de linhas do tempo pessoais, unindo passado e futuro. Esta turnê promete ser muito mais do que uma simples celebração de aniversário. Ela oferece um vislumbre poderoso e imersivo tanto do futuro quanto da natureza multifacetada do rock pesado em si“. SERVIÇO Boris (Japão) em São Paulo Data: 30 de novembro de 2025Horário: 18h (abertura da casa)Local: Fabrique Club (rua Barra Funda, 1071 – Barra Funda, São Paulo/SP) Ingressos: https://fastix.com.br/events/boris-em-sao-paulo. Valores:R$ 170,00 (Meia Estudante – 1º lote),R$ 180,00 (Meia Solidária – 1º lote)R$ 340,00 (Inteira – 1º lote) Confira mais novidades na seção Notícias.

Música brasileira, artistas e bandas que você precisa conhecer em 2025

Imagem do cantor Nyron Higor

A música brasileira vive um ótimo momento. Mesmo com as paradas dos streamings dominadas basicamente por sertanejo e funk, há um movimento forte de artistas independentes que vêm se destacando e criando trabalhos de alta qualidade. Ainda que alguns torçam o nariz para o que faz mais sucesso, 2025 já trouxe lançamentos incríveis de nomes promissores que merecem atenção. Tem rock, pop, rap, MPB, eletrônico e fusões criativas que mostram o quanto nossa cena é rica e diversa. É um ótimo momento para explorar sons novos, apoiar quem faz arte com verdade e renovar o que toca nos seus fones. Então, pegue seu fone de ouvido e prepare sua playlist, tem muita coisa boa esperando por você. Depois não diga que a gente não avisou. Pedro Emílio – Enquanto os Distraídos Amam (2025) Pedro Emílio é uma grata surpresa na cena brasileira, o artista que surgiu em São Paulo e lançou singles e EP’s promissores há alguns anos, retorna com seu primeiro disco ”Enquanto os Distraídos Amam”. O trabalho tem inspirações na mpb brasileira e em sonoridades modernas, com composições sinceras que falam de amor e do cotidiano. Escute: ”Eu, Camarão e Ela” e ”Amor Inteiro”. Nyron Higor – Nyron Higor (2025) Nyron Higor é um compositor e multi-instrumentista alagoano. Sua música mistura influências do jazz, MPB, hip hop e ritmos nordestinos. Neste ano, ele lançou seu segundo disco, com canções poéticas e delicadas, de uma beleza que emociona e dá orgulho de ver na nova cena da música brasileira. A produção ficou por conta de Batata Boy e Bruno Berle, parceiros do artista. Escute: ”Me Vestir de Você” e ”Estou Pensando em você”. Nyron Higor de Nyron Higor Sobre a Noite de Ontem – Distante (2025) Sobre A Noite de Ontem é uma banda do Guarujá que lançou seu novo single, Distante, unindo riffs pesados à voz suave e introspectiva do shoegaze, com ecos de Deftones. A faixa fala sobre estar mentalmente ausente, um retrato sensível de vivências comuns para pessoas com TDAH ou TEA. Gravada em um estúdio caseiro e finalizada por Felipe Vassão, a música mantém a essência do trabalho anterior. Com influências de Whirr, Terraplana e Menores Atos, o grupo segue firme no som e no sentimento. Virgulados – O Trem de Belo Jardim (2025) Virgulados é uma banda pernambucana de Belo Jardim que lançou em 24 de junho de 2025 seu primeiro álbum, O Trem de Belo Jardim. Com produção de Benke Ferraz (Boogarins) e incentivo do Funcultura/PE, o disco mistura rock, MPB, música experimental e poesia falada. As faixas têm forte carga lírica e performática, guiadas pela palavra e por um olhar crítico sobre o território agrestino. Dividido em três atos, o álbum apresenta uma narrativa sensível e ousada, marcada pela identidade do interior nordestino. In Vida – Awakening (2025) In Vida é uma banda que acaba de lançar seu novo álbum, Awakening, uma obra que marca uma fase de renovação em sua trajetória. O disco traz letras sobre superação, renascimento e força interior, temas que se conectam com momentos de transformação pessoal. A sonoridade mistura metal alternativo e post-hardcore, combinando peso, melodia e vocais intensos para criar uma experiência emocional e energética. Pablo Vermell – Futuro Presente (2025) Pablo Vermell é um jovem artista que se prepara para lançar seu primeiro disco, Futuro Presente, no dia 14 de agosto. O álbum aborda temas como afeto, distanciamento e autoimagem, reflexos dos dilemas vividos pela geração Z. O trabalho traz colaborações de Lucas Gonçalves (Maglore), da cantora amazonense Corama e da banda norte-americana Valiant Blues. A sonoridade mistura indie pop e rock alternativo. Tereu – Músicas para Enxergar de Novo (2025) Tereu, nome artístico de Matheus Andrighi, estreia em carreira solo com o álbum Música Pra Enxergar de Novo, lançado pelo selo TRUQ. O disco traz oito faixas autorais com tom confessional, inspiradas no cotidiano, nas mudanças da geração millennial e nas memórias do artista. Gravado de forma caseira e simples, o trabalho une influências musicais e literárias em uma narrativa pessoal e sensível. As canções refletem vínculos em trânsito, afetos fragmentados e a busca por pertencimento. Y3ll – Entre Samples Roubados & Cerveja Barata (2025) O rapper Y3ll, do extremo leste de SP, lança Entre Samples Roubados & Cerveja Barata, álbum com 8 faixas e 2 interlúdios que misturam rap alternativo, city pop, animes e samba. Com produções de Sloope e participações de Alamim e AK’him, o disco é uma ode à liberdade criativa em tempos de hiperconexão. As rimas abordam trabalho, capitalismo e a vivência na quebrada com ironia e sensibilidade. Tudo isso com samples que vão de Zeca Pagodinho a Shaft e referências que só a zona leste entende. Conheça mais artistas e bandas na seção matérias.

Metal em 2025, conheça 6 discos em destaque lançados neste ano

Continuando a nossa tradição de criar listas de discos com boa curadoria, que envolvem tanto críticas internacionais quanto usuários do mundo inteiro, separamos 6 álbuns de diversos gêneros do metal que estão entre os lançamentos de destaque nos sites especializados. Podemos notar um bom equilíbrio de artistas novos e antigos, que vem criando composições que conversam com os tempos atuais. Já falando de sonoridade, notamos desde o som mais tradicional até outros que exploram e experimentam mais, saindo fora da caixinha e firmando sua importância na cena mundial. Confira a seguir as bandas e seus lançamentos que separamos para vocês conhecerem, aproveite pra comentar em nosso post qual você mais gostou ou qual você destacaria como um dos melhores lançamentos até agora. Sigh – I Saw The World’s End – Hangman’s Hymn MMXXV Esse disco é uma nova versão regravada do clássico Hangman’s Hymn da banda japonesa Sigh, pioneira do black metal experimental. Lançado em 2025 pela Peaceville Records como parte da comemoração de 35 anos de carreira, o álbum traz uma produção muito mais poderosa e refinada. As orquestrações agora são executadas com instrumentos reais, as guitarras soam mais afiadas e os vocais de Mirai estão mais intensos do que nunca. I Saw The World End (Hangman's Hymn MMXXV) de Sigh Deafheaven – Lonely People With Power Lonely People With Power é o sexto álbum do Deafheaven, banda americana que mistura o peso do black metal com a beleza do shoegaze e do post-rock, estilo conhecido como blackgaze. Neste disco, o grupo retorna às raízes com força total, trazendo de volta os vocais agressivos, blast-beats intensos e guitarras afiadas, sem abrir mão das melodias e climas emocionais. O álbum conta com participações especiais de Paul Banks (Interpol) e Jae Matthews (Boy Harsher). Messa – The Spin A banda italiana MESSA chama atenção com seu quarto álbum, The Spin. O disco mistura o peso do doom metal com atmosferas envolventes e sombrias, explorando novas influências do rock gótico dos anos 80. As músicas têm climas intensos e emocionais, com passagens pesadas, vocais marcantes e arranjos cheios de profundidade. As composições trazem temas como dor, pressão social, crise existencial, transformação. The Spin de Messa Imperial Triumphant – Goldstar Goldstar é o sexto álbum do Imperial Triumphant e mostra a banda mais afiada do que nunca. É um disco brutal e técnico, com riffs marcantes, ritmos complexos e uma produção que impressiona, tudo isso sem soar cansativo. As músicas são mais diretas, mas mantêm o clima sombrio e caótico que já virou marca registrada da banda. Ele conta com participações, como Tomas Haake (Meshuggah), Dave Lombardo (Slayer) e Yoshiko Ohara, que ampliam ainda mais o alcance e a ousadia do trabalho. Goldstar (24-bit HD audio) de Imperial Triumphant Vauruvã – Mar de Deriva A banda brasileira Vauruvã, formada por Bruno Augusto (vocais, letras) e Caio Lemos (instrumentos, produção), lança seu quarto álbum, Mar da Deriva, com três faixas intensas e envolventes. O disco propõe uma verdadeira jornada sonora, misturando black metal atmosférico, elementos da música brasileira, camadas progressivas e uma forte carga ritualística. As composições exploram temas como ancestralidade, natureza e memória, criando paisagens sonoras que emocionam e impressionam pela originalidade. Mar da Deriva de Vauruvã Dormant Ordeal – Tooth and Nail A dupla polonesa Dormant Ordeal apresenta seu quarto álbum, Tooth and Nail, um trabalho afiado que une riffs pesados, melodias sombrias e atmosferas densas. O disco transita com equilíbrio entre a fúria do death metal técnico e momentos de sutileza emocional, mostrando maturidade e profundidade nas composições. Faixas como “Halo of Bones” e “Dust Crown” mostram o quanto a banda domina o caos com elegância. Com produção clara e dinâmica, o álbum entrega uma experiência intensa. Tooth and Nail de Dormant Ordeal Confira outras matérias aqui.

The Brian Jonestown Massacre retorna a São Paulo em novembro

Imagem com os sete integrantes da banda The Brian Jonestown Massacre

Após um show sold out na estreia no Brasil em 2023, The Brian Jonestown Massacre, um dos nomes mais importantes do neo psicodelismo liderada pelo criativo multi-instrumentista e vocalista Anton Newcombe, retorna a São Paulo no dia 28 de novembro, no Espaço Usine (antigo Clash Club). Ingressos: https://fastix.com.br/events/the-brian-jonestown-massacre-em-sao-paulo A realização é da Maraty, produtora do jornalista André Barcinski junto ao produtor Leandro Carbonato, responsável há dois anos pela primeira vez do The Brian Jonestown Massacre na capital paulista, com todos os ingressos vendidos em uma lisérgica e memorável apresentação de 2h30 de duração. As bandas de abertura serão anunciadas já nos próximos dias. Formado em 1990, o The Brian Jonestown Massacre é uma fusão intensa e prolífica de folk, eletrônica, psicodelia, blues e garage rock. E já se passaram mais de 30 anos desde a estreia da banda com o single ‘She Made Me/Evergreen’. Desde então, Newcombe (vocalista, compositor, compositor, proprietário de estúdio, multi-instrumentista, produtor, engenheiro, pai, força da natureza do TBJM) coleciona sucessos e histórias. Lançado em 1992, enquanto a imprensa musical se dirigia aos EUA para ungir a próxima banda de guitarra americana como a moda do mês e as grandes gravadoras estavam à caça de esperançoso obedientes para serem sua última solução rápida, Anton Newcombe teve uma ideia: dizer não. Newcombe já havia se estabelecido como um compositor visionário, um homem para quem fazer música não era uma escolha de estilo de vida ou um corte de cabelo hipster, mas a própria essência da existência, e ele observou em horror silencioso enquanto seus colegas se conformavam timidamente com tudo – sim para contratos, sim para gestão, sim para sugestões, sim para isso, sim para aquilo, sim, sim, sim. Mas ele era diferente. Anton Newcombe estava prestes a dizer não para tudo. “Eu simplesmente sabia que teria mais sucesso de uma certa maneira ao dizer não, apenas sendo contrário porque eu percebi que se as pessoas gostassem de mim, elas iriam gostar de mim de qualquer forma”, ele diz. “Ou não gostarem de mim. Não importa.” Muito disso foi documentado no polêmico documentário ‘Dig!’, que ainda é celebrado como um dos melhores documentários de rock já feitos, e comemora seu 20º aniversário este ano. A versão remasterizada e expandida estreou no Sundance em janeiro. O álbum de estreia do Brian Jonestown Massacre, Methodrone, tingido de shoegazing, foi lançado em 1995 e desde então vários membros da banda se juntaram a Newcombe em suas escapadas sonoras, mas ele permaneceu o único constante, o gênio criativo no centro de uma das bandas mais fascinantes da música. Desde então, houve mais 20 álbuns sob o nome de Brian Jonestown Massacre, cada um embarcando em sua própria aventura de expansão da mente e explorando os reinos exteriores do rock’n’roll; rock psicodélico, country-blues, rock’n’roll raivoso, noise-pop relaxante e mais. Ao longo do caminho, Newcombe se estabeleceu como um talento único na vida, que viu a direção em que o indie-rock mainstream estava indo e optou por dar a volta longa. Ele emergiu como uma força revolucionária na música moderna, um herói underground. Não havia outro caminho, era assim que tinha que ser. “Minha única opção com tudo na vida sempre foi que você apenas pula no fogo”, ele declara. “Não importa o que seja.” É com esse espírito que ele pulou ao redor do mundo, da Costa Oeste a Nova York, de Manhattan à Islândia, e então a Berlim, onde viveu por 15 anos e tem dois apartamentos, um para morar e outro que foi convertido em seu estúdio. Depois de uma década de 2010 extremamente prolífica, que viu o lançamento de oito álbuns completos e um mini-álbum, Newcombe estava passando por um período de bloqueio criativo quando um dia ele pegou sua guitarra de 12 cordas e The Real (a faixa de abertura do álbum anterior Fire Doesn’t Grow on Trees) surgiu dele. Assim como o kraken, era como se ele tivesse convocado isso. “De repente, eu simplesmente ouvi algo”, ele diz. “E então não parou mais. Gravamos uma música inteira todos os dias, durante 70 dias seguidos.” No final, eles tinham 2 álbuns prontos para serem lançados. Juntando-se a Newcombe no estúdio para The Future Is Your Past estavam Hakon Adalsteinsson (guitarra) e Uri Rennert (bateria). Ao longo da carreira, o The Brian Jonestown Massacre figurou em diversas trilhas sonoras: Straight Up And Down é música tema da série televisiva da HBO, Boardwalk Empire; The Way It Was foi usada na trilha sonora do video game de corrida Need For Speed: The Run; Going To Hell fez parte da trilha sonora do clássico da comédia americana American Pie (1999); Not if You Were the Last Dandy on Earth aparece na trilha sonora de seu filme Broken Flowers. Além de Brasil, o TBJM tem mais três shows agendados na América do Sul entre novembro e dezembro deste ano: 30/11 em Montevidéu (Uruguai), 2/12 em Buenos Aires (Argentina) e 4/12 em Santiago (Chile). SERVIÇO The Brian Jonestown Massacre em São Paulo + bandas de abertura Data: 28 de novembro de 2025 (sexta-feira)Horário: 20hLocal: Espaço Usine (R. Barra Funda, 973 – Barra Funda, São Paulo – SP)Ingressos: https://fastix.com.br/events/the-brian-jonestown-massacre-em-sao-paulo Valores em1º lote:R$220,00 (Meia Estudante)R$ 230,00 (Meia Solidária – mediante doação de um 1 kg de alimento não perecível),R$ 440,00 (Inteira)

Tiamat retorna ao Brasil após 16 anos para show único em dezembro

Imagem com os quatro integrante da banda Tiamat

A versatilidade sonora e evolução artística ao longo das décadas do Tiamat é inquestionável. A banda sueca, na ativa desde 1987, experimentou diversas facetas do metal e do rock e já na década de 1990 se tornou referência mundial da música soturna, sempre com os vocais graves e únicos de Johan Edlund. Após 16 anos, eles estão de volta ao Brasil com show único em São Paulo/SP, que acontece dia 15 de dezembro no Carioca Club. Ingressos à venda na Eventrid Brasil (@eventridbr): https://eventr.id/0034PmFS A realização da turnê é da empresa mexicana Cacique Entertainment (@caciquemx). O show na capital paulista é o último de uma extensa turnê de 10 datas do Tiamat na América Latina, que começa no México e desce para Honduras, Chile e Argentina. Para este giro, o Tiamat promete repassar sua vitoriosa história na música, que carrega momentos marcantes dentro do black/death metal até sonoridades mais experimentais, além da fase de maior destaque e reconhecimento no gothic rock/metal. O Tiamat é tão importante na indústria musical que os renomados sites Loudwire e Metal Injection já colocaram os suecos como uma das bandas essenciais para entender a fusão entre o metal e o rock gótico dos anos 90 e 2000, classificando o álbum A Deeper Kind of Slumber (1997) como “influente e atemporal”. Da fase mais pesada, Wildhoney é um clássico. O álbum de 1994 mostra a habilidade do Tiamat em criar paisagens sonoras densas e etéreas. O uso de sintetizadores e passagens progressivas traz uma aura cinemática e emocionalmente poderosa. Já entre os materiais mais recentes, Amanethes, de 2008, lançado via Nuclear Blast, mostra a união de muito bom gosto entre o metal e o rock atmosférico com influência de Pink Floyd e Sisters of Mercy. Uma menção à parte para o vocalista Johan Edlund, um dos compositores mais visionários do metal europeu, autor de poéticas letras melancólicas e existenciais, que alinham o rock gótico com temas esotéricos e espirituais, usando até mesmo da ironia em muitas delas. SERVIÇO Tiamat em São Paulo Data: 15 de dezembro de 2025Horário: 20hLocal: Carioca Club (rua Cardeal Arcoverde, 2099 – Pinheiros, São Paulo/SP) Venda online: https://eventr.id/0034PmFS Valores:R$ 200,00 (Meia Entrada e Meia Solidária – 1º lote);R$ 400,00 (Inteira – 1º lote) Mais informações: https://www.instagram.com/tiamatbandhttps://www.instagram.com/caciquemxhttps://www.instagram.com/tedesco.com.midia

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