RosaViolento: quinteto de pós-punk/shoegaze costa-riquenho lança disco novo

RosaViolento é um quinteto de shoegaze/pós-punk formado em São José, Costa Rica. A banda é composta por: Javier Valverde (bateria), Santiago Rodríguez (guitarra, baixo, sintetizadores e voz), Joan Alfaro (baixo),Daniel Bonilla (guitarra e voz) e María Jesús Vega (guitarra e voz). Un Campo de Flores é o disco de estréia do grupo, lançado em 2026 e com nove faixas. Em Un Campo de Flores ouvimos uma dualidade sonora, que parte de momentos mais frenéticos e agressivos do pós-punk, dando espaço à atmosferas delicadas e aéreas do shoegaze. As músicas são o resultado de momentos distintos da banda, entre canções mais antigas e outras recentes, o grupo mantém uma experiência intensa e emocional com quem escuta as nove faixas que se conectam entre si. RosaViolentoUn Campo de Flores (2026) O trabalho foi produzido por Diego Cordero no Buen Fantasma Estudio. A fotografia da capa foi feita por Jimena Chávez e o design gráfico por Ashley Montero e Adrián Jeréz. Acompanhe a RosaViolento nas redes: Instagram | Bandcamp | Youtube Confira o disco Un Campo de Flores:
Irmãos Bicho unem brasilidade e indie na faixa “Conversa de Elevador”.

Irmãos Bicho é um duo mineiro formado pelo irmãos gêmeos Clara Bicho e Gabriel Campos. Ambos já trabalhavam em suas carreiras solo, mas decidiram se juntar para o novo projeto. Participantes da cena mineira que está em constante renovação, os dois uniram suas influências de música brasileira, indie pop e rock alternativo. O single que dá um gosto do primeiro trabalho que está por vir é “Conversa de Elevador”. Sobre o título da faixa eles dizem: “O elevador sobe e desce, mas continua preso ao mesmo trajeto. O eu lírico que propomos rejeita essa ideia de permanecer parado e decide, por meio dessa metáfora, escalar os prédios por conta própria, mesmo sabendo que isso envolve esforço, risco e quedas”. Irmãos BichoConversa de Elevador (2026) O single foi lançado em 18 de setembro, produzido por Bernardo Bauer e Felipe D’angelo (Moons, Pequeno Céu). A faixa fará parte do primeiro disco previsto para 2027. Acompanhe o duo Irmãos Bicho nas redes: Instagram | Youtube | Instagram Clara | Instagram Gabriel Confira a faixa Conversa de Elevador:
Guandu: slowcore brasileiro mantém a tradição analógica em novo disco

Guandu é uma banda de São Paulo, composta por Caique Lima (bateria), cleozinhu (voz e guitarra) e João Corte (voz e guitarra). Em 2024 lançaram o primeiro EP planos em cima de planos. Um ano mais tarde chegou o primeiro disco NO-FI, trabalho que garantiu destaque e colocou a banda no cenário alternativo, com apresentações ao lado de nomes importantes como Oruã, Codeine e Gueersh. Em 17 de setembro a Guandu lançou Turvo, segundo disco de estúdio. O trabalho tem como proposta uma estética lo-fi e analógica, as gravações foram feitas em fitas cassete em uma Tascam 4-track. A sonoridade é envolta por uma atmosfera calma, introvertida, sem pressa e que serve de conforto para quem ouve. Turvo marca uma fase de amadurecimento e explorações, conta com participações de Marina Mole na faixa ”menos um dia”, com quem a banda já trabalhou anteriormente, em “séculos”, temos os violinos de Guilherme Paz da Gueersh e pra fechar, o baixo e voz de Omar da banda Aygam na faixa ”fantasmas”. O processo analógico é um ponto de destaque em Turvo, ele consolida a proposta da banda dentro do gênero Slowcore, uma sonoridade incomum na cena nacional, mas que traz sua própria identidade e conquista os ouvidos até de que não conhece esse tipo de som. Acompanhe a Guandu nas redes: Instagram | X (Twitter) | Bandcamp Confira o disco Turvo:
Wry: lança ”No Meio do Sonho”, mais uma faixa inédita do novo trabalho

Já contamos anteriormente que o Wry, uma das bandas mais importantes do rock alternativo/shoegaze brasileiro, está trabalhando em um novo disco que deve sair em novembro. O álbum promete uma sonoridade cheia de energia e muitas guitarras, que são o ponto alto da banda. Mais uma faixa foi desvendada na última semana,“No Meio do Sonho”. Mario (guitarra/vocal) da banda contou sobre a inspiração ao compor a música que traz um tom pessoal: ” Lembro que estava ouvindo ‘A Change of Heart’ do The 1975, no repeat quando me inspirei para ‘No Meio do Sonho’. Ao mesmo tempo, naqueles dias, queria criar algo barulhento e bonito. Suave e hipnotizante. Aí que floresceu duas de nossas influências da vida: The Velvet Underground e The Jesus and Mary Chain e a música surgiu. A letra é sobre dependência emocional, quando duas pessoas decidem se perder juntas em ilusões em vez de encarar a realidade sozinhas. Tem contraste e dúvidas como na vida real. Mas no mundo do sonho essa mesma vida pode ser perfeita”, explica o vocalista e guitarrista Mario Bross. “ No Meio do Sonho mantém a essência barulhenta, sonhadora e confessional da banda. Foi gravada no estúdio Def Haus em Sorocaba e produzido por Mário e João Antunes.A arte da capa foi criado por Mário e inspirada em uma obra de Chico Niedzielski, que fica exposta no Parque das Águas em Sorocaba. Acompanhe o Wry nas redes: Youtube | Instagram | Bandcamp Confira a faixa No Meio do Sonho:
Associação dos Moradores: banda de rock alternativo recifense lança seu primeiro EP

Associação dos Moradores é uma banda formada em 2023 pelos amigos Pablo Lins (voz/guitarra), Gabriel Sidney (guitarra), Francisco Terceiro (guitarra), Mateus da Silva (baixo/teclados) e Yuri Gomes (bateria). Ambos compartilham o cenário urbano da cidade de Recife, em Pernambuco, fato que ajudou a construir a estética sonora do grupo. A estreia veio em 2025 com o lançamento do primeiro single, a faixa ”Cobra do Éden”. Em 2026, um ano depois, eles retornam com seu primeiro EP intitulado “Luzes de emergência se acenderão automaticamente”. O EP carrega as histórias da banda, desde a fase pré existência até o momento atual. Algumas faixas foram compostas há muito tempo e outras ganharam vida durante o processo de construção do trabalho. Entre letras que falam sobre relações, não pertencimento e as incertezas da vida, ouvimos uma sonoridade que busca influências em gêneros alternativos como shoegaze, dream pop e rock alternativo. Associação dos MoradoresLuzes de emergência se acenderão automaticamente (2026) “Luzes de emergência se acenderão automaticamente” tem produção de Matheus Pinto. O disco marca a estreia do Associação dos Moradores, e já coloca a banda na cena alternativa mostrando amadurecimento e potencial. Acompanhe a Associação dos Moradores nas redes: Instagram | Youtube | Spotify | X (Twitter) Confira o EP Luzes de Emergência Se Acenderão Automaticante:
Big Marias: consolida a potência do seu rock direto do Tocantins

Big Marias é um trio de Palmas, Tocantins, composto pelas irmãs Sam Cayres (voz e guitarra), Didia Cayres (bateria), juntamente com Felipe Supernaut (baixo). Em 2025, o grupo lançou seu EP homônimo de estréia e mostrou uma sonoridade potente e explosiva, com influências calcadas no rock noventista de artistas como L7, Sonic Youth, Hole. Em 2026, o trio retorna com mais um EP batizado de Hungry Heart. O trabalho nasceu de um processo criativo curioso, pois parte das músicas foram resgatas de um antigo iphone 6 de Sam Cayres, além disso, outras composições surgiram de uma imersão artística realizada em Taquaruçu (TO). O resultado é um disco consistente, recheado de riffs explosivos e climas intensos do rock alternativo e riot grrrl. Big MariasHungry Heart2026 Hungry Hearts foi lançado em 2026, gravado no RockLab Estúdio, em Anápolis (GO), com produção de Gustavo Vázquez e Daniel Mota. Acompanhe a Big Marias nas redes: Instagram | Bandcamp | Spotify | Youtube Confira o EP Hungry Heart:
Lōtico: peso, atmosfera e transformação marcam a carreira e o novo split

Surgida em São Paulo no ano de 2021, durante o período de pandemia, a Lōtico teve início numa parceria entre Leonardo Simões e Guilherme Xavier (Institution, BLACK CLOVD). Pouco depois, o projeto ganhou forma com a entrada de Bruno Araújo (De Carne e Flor, BLACK CLOVD), Juliana Lelis e Pedro Ferreira (Cadaveric Remains). Com essa formação lançam Oran, o disco de estréia em 2023. Lōtico é o nome dado ao fluxo de água constante em rios, riachos e córregos. Essa ideia de fluxo/movimento pode ser notada em sua sonoridade, calcada em um sludge/pós-metal bem pedrada, cheio de intensidade e peso. O split Samsara/Redenção é uma colaboração entre as bandas Lōtico e Lizard Cult, lançado em 2026 Durante seus 9 minutos, a faixa Redenção carrega o ouvinte para um cenário enigmático, que aos poucos explode em vigor, em uma harmonia recheada de guitarras pesadas, ruidosas, percussões e vocais potentes cantados em português. Acompanhe a banda nas redes: Instagram | Youtube | Spotify Confira o Split Samsara/Redenção:
Jonabug: lança novo EP Torpor e colhe os frutos da evolução de seu trabalho

A Jonabug surgiu em meados de 2021 ainda como um trio, hoje é um quarteto formado por Marília Jonas, (vocalista, guitarrista), Dennis Felipe (baixo), Samuel Berardo (bateria) e Thales Leite (guitarra). O primeiro disco, intitulado três tigres tristes foi lançado em 2025, desde então o grupo vem colhendo os frutos da evolução de seu trabalho. Figurando nas principais listas de melhores discos da mídia especializada e uma importante participação no grande festival Lollapalooza. Sobre o nome Torpor, Marília comenta: ”É uma ‘economia de energia’ adotada por certos animais – como morcegos, beija-flores, esquilos e ursos –, para sobreviver a condições climáticas extremas ou à escassez de alimentos. Nós associamos essa palavra ao nosso EP porque sugere justamente o momento de vida em que passamos por inúmeras mudanças, algumas doloridas demais para dar conta e, estar em estado de torpor, no nosso caso, é termos feito essas músicas como uma resposta a tudo que vem acontecendo. “ Torpor foi lançado em 11 de setembro, o trabalho conta com quatro músicas, foi gravado no estúdio Rockambole e a produção ficou por conta de Roberto Kramer, produtor que já assinou discos de nomes como Jovens Ateus, gorduratrans e Rancore. Acompanhe a Jonabug nas redes: Spotify | Instagram | Youtube
Genesis Owusu: sonoridade disruptiva e letras políticas afiadas marcam novo disco

Genesis Owusu (Kofi Owusu-Ansah) é um cantor e compositor nascido em Gana, mas que vive na Austrália desde os 2 anos de idade. Sua carreira teve início com o lançamento do EP CARDRIVE em 2017, mas antes disso ele já havia trabalhado com seu irmão, o também rapper Citizen Kay. Redstar Wu & the Worldwide Scourge é seu terceiro disco, lançado em 15 de maio, produzido por Dann Hume e gravado entre estúdios no País de Gales e Austrália. O trabalho é fruto de reflexões sobre a sociedade e política, conforme contou Genesis em entrevista para o site Clash Music. As composições falam sobre bilionários, racismo e a sociedade contemporânea.No que diz respeito a sonoridade, as 14 faixas passeiam por atmosferas distintas, que vão da fúria punk, rap, sintetizadores frenéticos a momentos dançantes do soul e funk. Acompanhe o artista nas redes: Youtube | Instagram | Spotify