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O synthpop nacional em boas mãos com Dolphinkids

Que o synthpop é um estilo pouco explorado em nosso país nós já sabemos, e é por isso que me surpreendi tanto quando em um dia qualquer eu escutava alguma playlist aleatória no spotify e me apaixonei por uma música chamada ‘Meet Me in Mars‘ da banda Dolphinkids. A voz doce, o instrumental meio dream pop, ora meio obscuro me lembraram bastante bandas como Chvrches e Crystal Castles. Depois de escutar muito é que fui descobrir quem eram e de onde vinham. O duo surgiu na cidade de Suzano em meados de 2016, formada por Larissa Braga e João F P Irente. Lançaram no mesmo ano Bluebird, o primeiro EP com seis músicas e logo ganharam destaque em alguns sites nacionais de música indie. Mesmo sendo um estilo pouco explorado, tem surgido alguns artistas interessantes que trazem influências de synthpop ou até mesmo do dream pop, o Dolphinkids é um deles. A dupla faz música de qualidade, e não fica devendo nada pra bandas gringas, aos poucos estão ganhando um público bacana por aqui e a tendência é que conquistem mais ainda. Infelizmente ainda não pude assistir ao vivo, mas vou ficar de olho na agenda da banda, e se eu fosse você ficaria também. Os links para segui-los nas redes sociais estão no fim da matéria. Escute também o novo single ”Get Down” em parceria com Peartree: Aqui vão alguns links para conhecer a banda, o disco Bluebird e os singles estão disponíveis para download gratuito: FacebookSoundcloudSiteYoutube

Os cinco melhores discos de shoegaze de 2017 segundo a AOTY

O ano ainda nem acabou e existem centenas de discos sendo lançados. Alguns bons, outros ruins, mas o que interessa é que “meu shoegaze tá mais vivo do que nunca!”. Selecionamos para vocês os cinco melhores discos de shoegaze de 2017. O site AOTY (album of the year) é o responsável por listar tops de diversos estilos, resenhas e charts, é claro que logo fui verificar como andava a lista do nosso querido gênero sonhador e barulhento. Algumas opções não me surpreenderam, outras eu nem ao menos conhecia, por isso vou listar aqui os cinco melhores discos desse ano segundo o site. Aí, já fica a deixa para que você conheça algum deles caso nunca tenha ouvido falar. Ride – Weather Diaries Assim como o Slowdive, o Ride retornou às atividades e também prometeu disco de inéditas, em Weather Diaries a banda traz a sonoridade que os consagrou mas com um ar mais refrescante, com influências mais eletrônicas,  o destaque vai para a faixa ”All I Want”, com certeza uma das melhores da carreira. Spectres – Condition Spectres é uma banda de de Bristol. Condition é o segundo disco de estúdio e tem um potencial a ser descoberto, eu diria que eles são um tipo de Sonic Youth mais obscuro, guitarras barulhentas, climas soturnos e melódicos, além disso os vídeo clipes são ótimos, bizarros, sem noção. Não os confunda com o Spectres de Vancouver, banda de post-punk. Wilsen – I Go Missing in My Sleep I Go Missing in My Sleep é o segundo trabalho de estúdio dessa banda nova-iorquina, e traz influências do folk e dream pop. Pra ser sincero, eu não o colocaria em um top cinco de melhores discos shoegaze, pois as influências de folk são muito mais fortes aqui, de qualquer forma, é um bom trabalho. Jefre Cantu-Ledesma – On the Echoing Green O multi-instrumentista Jefre Cantu-Ledemas que iniciou sua carreira por volta de 1995 e é co-fundador do selo Root Strata em São Francisco, Califórnia. A sonoridade é bem minimalista, passeando por outros gêneros como drone e a psicodelia. Slowdive – Slowdive O quarto e tão esperado disco de um dos ícones do estilo foi muito bem recebido desde que saiu. A banda retornou às atividades em 2014, saiu em turnê e finalmente passou pelo Brasil. É inevitável dizer que esse é um dos melhores lançamentos de 2017, na verdade, é tudo o que um fã esperava ouvir, uma mistura do clássico Souvlaki com um pouco do experimentalismo de Pygmalion. Siga as bandas nas redes sociais: RideSpectresWilsenJefre Cantu-LedesmaSlowdive

Myrkur e o machismo no black metal

Myrkur

Amalie Brunn nasceu em 6 de Janeiro de 1985, em Copenhague na Dinamarca. Sua carreira como artista começou por volta de 2006 quando se mudou para Nova Iorque. Lá ela compôs seu primeiro disco solo, com a ajuda do pai Michael Bruun. Foram lançados três ep’s sendo eles: Housecat (2008), Branches (2010) e Crush (2012). Além de musicista, Bruun foi modelo e até já participou de uma campanha para um perfume da marca Chanel em 2010, você pode assistir no vídeo abaixo. Nessa mesma época, ela formou uma banda de indie rock chamada Ex-cops, com quem lançou dois discos, The Hallucinations (2013) e Daggers (2014). A sonoridade do grupo passeava pelo pop eletrônico e indie rock. Em uma entrevista feita em 2012 para um blog ela falou um pouco sobre seu gosto musical. Quando perguntada sobre quais artistas estava escutando no momento: ”Não consigo escolher um artista em particular, mas gosto de ouvir eurodance/rave de vez em quando…” ”Eu sou uma garota black metal de coração, recentemente descobri uma banda de black metal sinfônico dos anos 90 chamada Kvist. Estive escutando muito a música ”Vettenetter”. O início do Myrkur Em 2014, ela deu vida ao projeto Myrkur (escuridão em islandês), no mesmo ano adotou roupas pretas, tatuagem e cabelos desajeitados. Assinou com a gravadora Relapse Records para o lançamento de seu primeiro EP também intitulado Myrkur, com sete músicas que mostravam um som ríspido, com influências vindas do black metal e música folk. Algo que também chamou atenção, foi o fato de ser uma one-woman band, pois dentro do estilo existem as chamadas one-man-band (banda de um homem só), que são projetos de um só artista que costumam compor, gravar e tocar todos os instrumentos. O primeiro disco de estúdio oficial veio em 2015, sob o título de M, com a produção de ninguém menos que Kristoffer Rygg, mais conhecido como Garm vocalista da banda norueguesa Ulver. Além disso, a gravação contou com participações de Teloch, guitarrista da lendária banda noruguesa de black metal Mayhem e Christopher Amott ex-guitarrista do Arch Enemy. Então, é aí que tudo começa. Assim que o disco foi lançado, recebeu muitas críticas positivas, mas também um enxurrada de insultos vindos de fãs tr00 do black metal e dos fiscais do metal de internet. Acontece, que o que até então pareciam apenas críticas ao som, viraram insultos contra a artista, que recebeu xingamentos, comentários sobre seu corpo e até ameaças de morte. A onda de ódio gratuito e seus possíveis motivos O que ficou evidente para ela e seus fãs, foi o fato de ser uma mulher assumindo a posição de líder em uma banda que acabou entrando para a cena do black metal. Inclusive, cena essa que é esmagadoramente constituída por homens. Outro motivo seria a forma com que ela classificou seu som, algo como uma transição entre a luz e a escuridão, mesmo não existindo evidências de um rótulo claro de black metal. Talvez, houve uma frustrada expectativa de tê-la em cima dos palcos blasfemando com seu corpse paint (pintura facial usada por bandas do gênero), suja de sangue e cuspindo na platéia? Hum… se bem que ela já usou corpse paint em uma de suas primeiras apresentações… Outros comentários mais vistos contra o Myrkur, são coisas do tipo: ”soa falso”, ”não é black metal de verdade”, ”é uma vagabunda a procura de dinheiro”. Além de, implicâncias com seu sotaque ou sua real naturalidade (alguns dizem que Brunn nasceu nos EUA) e por aí vai… Só não sabíamos que quem procura fama e dinheiro deveria lançar um disco de black metal, não acham? Muitos também comentaram sobre algumas músicas serem cópias do famoso disco Bergtatt da banda Ulver, ou que seus riffs são bobos e comuns, enfim… Sabemos que na verdade o Myrkur não é mesmo uma banda de black metal, o estilo apenas faz parte das influências, a música folk veem predominando as composições que utilizam coros, nickelharpa (instrumento tradicional sueco), violinos e também sons ambientes da natureza. De qualquer forma, sempre existiu essa necessidade de se categorizar uma banda ou seu som, mas também tem o fato de termos uma mulher, que já foi modelo, morou em Nova Iorque e participou de outros projetos que não tenham a ver com o mundo metal, ainda assim sua banda é comumente inserida em uma das cenas mais obscuras e extremas do metal, a do black metal. Mesmo com essa chuva de insultos e críticas negativas por parte de alguns, Amalie segue firme com sua banda, mas em algumas entrevistas já disse estar cansada de receber mensagens de ódio, e por isso até optou por bloquear o envio de mensagens em suas redes sociais. Atualmente, o Myrkur lançou seu segundo disco de estúdio intitulado Maredit, que conta também com a participação de Chelsea Wolfe. Siga Myrkur nas redes sociais: Facebook | Instagram | Bandcamp Confira o disco Maredit no spotify:

Mulheres e a cena nacional

Mulheres e a cena nacional é um post feito para tentar trazer relevância para as mulheres que tem feito diferença dentro do cenário do rock alternativo. Temos uma infinidade de mulheres musicistas extremamente talentosas no país, a cena ainda é em sua maior parte constituída por homens, mas temos muitas mulheres incríveis batalhando para conseguir seu espaço. Eu poderia escrever um texto enorme ressaltando todas as qualidades de todas elas, mas é melhor você ouvir para crer e que eu possa dizer “tá vendo como eu avisei?”. Aqui vão alguns exemplos de artistas incríveis que estão abrindo caminho para todas nós: Lia Kapp A Lia é uma cantora/compositora de Curitiba. Suas referências são Chelsea Wolfe e Amy Lee que refletem bastante esse estilo “dark” em suas músicas. Larissa Conforto A Larissa é uma baterista que já tocou na Tipo Uísque, no momento toca na Ventre e Xóõ. Além de acompanhar a cantora Tiê em alguns shows junto com a Nathanne Rodrigues e a Rita Oliva. Papisa Rita Oliva comanda com maestria seus multi instrumentos, traz um som psicodélico/indie, ela também faz parte das bandas Cabana Café e Parati. Rakta O trio formado por Paula Rebellato, Carla Boregas e Nathalia Viccari engloba uma mistura bem pauleira que resulta em um post-punk experimental. Miêta Célia Regina, Marcela Lopes e Bruna Vilela são as mulheres da Miêta, que faz um som alternativo com várias influências de gêneros como shoegaze e dream pop. Gabriela Deptulski A Gabriela é vocalista/guitarrista responsável pelo projeto My Magical Glowing Lens que faz um som bem indie pop/psicodélico. Nathanne Rodrigues A Nathanne Rodrigues é a baixista/vocalista/compositora da Chico de Barro, ela também já tocou baixo na Def e na Noras de Newton. Nicole Patrício A Nicole comanda a Alambradas. Alambradas é o projeto de uma mulher só, como ela gosta de chamar. Winteryard É a banda da guitarrista/vocalista Priscila Castro e da baixista/guitarrista Brunelia Martina que faz um som shoegaze/post-rock. Mahmundi É o projeto da cantora/compositora Marcela Vale, com influências de música eletrônica/indie e lo-fi. In Venus A In Venus que conta com Camila Ribeiro na bateria e Patrícia Saltara no baixo que tem um som bem puxado para o post-punk/noise. Sabine Holler A Sabine é a mente por trás de Jennifer Lo-Fi de rock progressivo/post-hardcore, da Ema Stoned de música experimental/instrumental, do Mawn música eletrônica, além do projeto solo com o seu nome. Quer mais conteúdo sobre mulheres na cena nacional? Conheça nossos especiais sobre mulheres na música: Top 10 mulheres na cena nacionalEspecial mulheres baixistasEspecial mulheres bateristasEspecial mulheres guitarristas Foto: Papisa | Fotógrafa: Filipa Aurélio

Overload Music Fest 2017: quarta edição do festival trás somente bandas inéditas ao Carioca Club

Overload Music Fest

No sábado dia 16 de setembro, sob um calor infernal de 32º graus fomos em direção ao conhecido Carioca Clube Pinheiros, que recebeu a edição do Overload Music Fest 2017, o festival mais foda e com as melhores bandas do planeta (sem exageros). Como é de praxe fizemos um esquenta no bar ao lado e exatamente às 16h30 começou a entrada do público, a fila ainda estava pequena, mas algumas pessoas estavam ali desde às 7 da manhã, outras chegaram no momento em que as portas foram abertas. Ao entrar, fomos direto para a área externa ao lado da casa onde havia um espaço para meet & greet com as bandas e também um para a venda de hambúrgueres gourmet, na parte interna havia uma pequena exposição com ilustrações feitas por Fursy Teyssier, fundador da banda francesa Les discrets. Dentre as obras haviam as artes das capas de discos do Alcest, do próprio Les discrets e outras inéditas, todas estavam à venda por um preço bacana em impressão do tipo pôster. Havia também uma banca com camisetas das bandas e do festival, inclusive formou-se uma fila bem grande, e a banca de discos também estava bem movimentada. John Haughm do lendário Agalloch O público ainda entrava quando por volta das 17h40 subiu ao palco a primeira atração da noite, o vocalista John Haughm da extinta banda Agalloch, que encerrou suas atividades em 2016, e inclusive, já foi uma das mais pedidas pelo público. Com um visual que lembrava o vocalista da banda inglesa Fields of the Nephilim, sozinho com sua guitarra e pedais, ele deu início a uma apresentação fria e introspectiva, acompanhada por algumas imagens no telão. Não que John não seja um bom músico, pelo contrário, é talentoso e poderia ter feito uma apresentação em formato acústico que seria mais interessante, acontece que a sonoridade de sua carreira solo é algo mais direcionado ao drone, com riffs repetitivos e passagens mais atmosféricas que talvez façam mais sentido se assistidos sentado em um teatro. A apresentação durou cerca de 35 minutos, o músico simplesmente se retirou do palco sem agradecer o público, antes mesmo disso muitos já deixavam a pista para participar do primeiro meet & greet da noite com a banda islandesa Sólstafir. Les discrets e a mágica de suas composições Com a casa mais cheia e também no horário previsto subiu ao palco a segunda atração da noite, muito esperada por todos, os franceses do Les discrets foram muito ovacionados pelo público, o set já começou com L’échappée e deixou os fãs enlouquecidos, em seguida a pesada Les feuilles de ”l’olivier. Durante a apresentação Fursy esboçou sorrisos de felicidade por estar ali tocando pela primeira vez para o público brasileiro, que há tempos aguardava um show aqui e que até então parecia tão impossível de acontecer. O set teve músicas de todos os discos, inclusive interessante citar que as músicas do recente Prédateurs funcionam muito bem ao vivo, como podemos ouvir em Le Reproche e Virée Nocturne, além do mais foi incrível escutar Le Mouvement Perpétuel, Après l’ombre, La nuit muette e La traverséee do segundo disco lançado Ariette Oubliées, a clássica Song For Mountains fechou majestosamente a apresentação. Sem sombra de dúvida esse foi um dos melhores shows que o festival já teve, nada menos esperado de uma banda extremamente simpática e profissional, o som estava perfeito, a iluminação, todas as pessoas que estavam ao redor ficaram apaixonadas e emocionados com a performance, parece que tudo colaborou para que aquele momento fosse eterno, daqueles que serão lembrados para o resto da vida. Durante o meet & greet eu tive a oportunidade de dizer ao Fursy que Alcest e Les discrets são uma das melhores bandas desse mundo, ele sorriu e disse ‘’Ohh muito obrigado’’. Exagero meu? Não! Setlist:01. L’Échappée02. Les feuilles de l’olivier03. Le Reproche04. Virée Nocturne05. Le Mouvement perpétuel06. Chanson d’automne07. Après l’ombre08. La nuit muette09. La traversée10. Song for Mountains No meio tempo entre o fim do show do Les discrets e a espera pela próxima banda, algumas pessoas foram ao meet & greet com John Haughm e outras esperavam ansiosamente pelo Sólstafir, banda que tem ganhado destaque e sucesso por onde passa. Sólstafir e a beleza do metal islandês Com um pequeno atraso, eis que as cortinas se abrem e ali estão, os quatro rapazes de um dos países mais adoráveis do mundo, de início um pouco tímidos, mas os islandeses mostraram que não tem nada de frios, o vocalista Aðalbjörn Tryggvason extremamente carismático conquistou o público, o baixista e guitarrista mantiveram a pose, mas certamente também foram contagiados pelo belíssimo show e pelo carinho dos fãs brasileiros. Mesmo com letras impronunciáveis, conseguiram arrancar alguns versos da comovida platéia que tentava acompanhar as músicas, como em Ótta e Fjara, que os tornou conhecidos no mundo inteiro. O set foi curto levando em consideração a duração das músicas, mas tiveram canções de quase todos os discos e parece ter deixado os fãs satisfeitos. Aðalbjörn fazia sempre questão de estar em contato com o público, antes de anunciar uma das músicas agradeceu e disse que seu português não era bom, então perguntou a um fã como se falava Black Sands em português, ”Areias negras?” – perguntou ele. Em seguida, mais uma mensagem de agradecimento por estar pela primeira vez tocando no Brasil, emocionado ele anunciou a última música da noite, bem esperada por todos, finalizaram com Goddess of the Ages, do disco Köld, durante a performance o vocalista se equilibrou na grade, cumprimentou todas as pessoas possíveis, tirou selfies e filmou com os vários celulares que lhe eram entregues. Setlist:01. Silfur-Refur02. Ótta03. Náttmál04. Ísafold05. Djákninn06. Fjara07. Svartir Sandar08. Goddess of the Ages Enslaved e a fúria do black metal experimental O último show da noite ficou a cargo da banda norueguesa Enslaved. De primeira já podemos dizer que eles não decepcionaram como headliners, um pequeno atraso de 15 minutos e algumas falhas no início da apresentação somado a uma parte do público que não sabia muito o que esperar mas… valeu a pena! Mesmo quem estava cansado

Conheça o Overload Music Fest

Dia 16/09/17 acontece o Overload Music Fest, carinhosamente apelidado por OMF, em Pinheiros – SP no Carioca Club. O festival está em sua 4ª edição e esse ano contamos com nomes como: John Haughm (ex Agalloch e atual Pillorian), Les Discrets, Enslaved e Sólstafir. O OMF é um festival que busca trazer bandas do cenário “underground” do metal e suas vertentes, bandas que grandes produtoras geralmente não apostariam e que tem um nicho de fãs relativamente menor. A produtora Overload constamentemente traz alguns grandes nomes como Anathema, Opeth, Blind Guardian, Pain of Salvation, Symphony X e Epica. A proposta do festival é extremamente bacana, diferente dos outros megafestivais que estamos acostumados, com um clima mais intimista, mais tranquilo, um ambiente bem agradável que nos permite curtir nossas bandas queridas e também conhecer artistas novos. Inclusive foi por meio do festival (e de grupos do facebook e amigos em comum) que eu, Tatyane, conheci o Fábio. E que conheci outros tantos amigos e bandas incríveis. 2014 – A estréia Assim que a produtora Overload anunciou seu primeiro festival, prontamente as pessoas foram fazer seus pedidos de bandas. E eis que a internet foi a loucura com o cast da primeira edição do Overload Music Fest, que trazia nada menos que Labirinto, Fates Warning, Swallow the Sun, Alcest e God Is An Astronaut. Quando imaginaríamos um festival com essas bandas juntas em nosso país? Pois bem, foram cerca de 9 horas de música, um formato um tanto exaustivo já que os shows aconteciam durante a noite/madrugada. Havia merchandising das bandas, e uma grata surpresa para todos os fãs com certeza foi o fato de todos os integrantes do Alcest irem assistir ao show do God Is An Astronaut ali na pista com os fãs. Simpáticos e atenciosos deram autógrafos, tiraram fotos e conversaram com grande parte dos que estavam ali. Tive oportunidade de conhecê-los no backstage e o Stéphane (Neige) me disse  ”estou muito feliz por estar aqui e mal posso esperar para voltar”. Nesse mesmo dia tive a oportunidade de conhecer pessoas de vários estados, pessoas que se tornaram amigos e que mantenho contato até hoje, essa foi a grata experiência de participar de um evento desse, assistir o show de uma das minhas bandas favoritas (Alcest) e fazer amizades com pessoas de todos os lugares. 2015 – Continuando com o sucesso A primeira edição que eu (Tatyane) participei foi a 2015, eu fui especialmente por Anathema. Mas Anathema era a última banda da noite do primeiro dia e eu não conhecia ninguém no festival, não conhecia as outras bandas e artistas que iriam tocar. Pensei que iria ficar extremamente entediada nesse dia, e eu não poderia estar mais enganada. Foi sem dúvida um dos melhores dias da minha vida. No primeiro dia, conheci Novembers Doom (set acústico), Andy McKee, Riverside e The Reign of Kindo. O show do Anathema foi incrível, me emocionei bastante, mas de longe o do Riverside foi o melhor de todos. O lançamento de um dos álbuns que hoje em dia é um dos meus preferidos: Love, Fear and The Time Machine. Especialmente porque seria o último show da banda com o excelentíssimo guitarrista Piotr Grudziński, que veio a falecer em fevereiro de 2016, que eu poderia ver. O OMF foi paixão a primeira ida, fiquei tão maravilhada que decidi ir no dia seguinte, mesmo sem ainda conhecer muito Antimatter, Mono, Novembers Doom (elétrico) e Paradise Lost. Também foi tão incrível quanto o dia anterior. A maior surpresa foi Mono, com um show ensurdecedor que te faz ficar feliz pelo ouvido zumbir no dia seguinte. Tudo isso me fez procurar mais sobre o festival na internet. Foi lá que encontrei um monte de gente bacana no grupo oficial do evento, onde ficamos o tempo todo fazendo especulações sobre quais serão as bandas dos próximos festivais. 2016 – O line-up perfeito? A terceira edição do festival contou com Vincent Cavanagh, Labirinto, Alcest e Katatonia, para muitos era o cast dos sonhos, o retorno do Alcest ao nosso país e também do Katatonia, depois de cinco anos desde o último show em 2011 no Hangar 110 com a turnê do disco Night Is the New Day. Dessa vez houveram alterações no formato, os shows aconteceram no Carioca Club entre a tarde/noite, além disso havia um local com merchandising de todas as bandas, um espaço gastronômico com hamburgueria e ainda uma bela exposição de fotografias de Alessandra Tolc (fotógrafa oficial da produtora). A casa estava cheia, os shows fora todos pontuais e memoráveis, ouvir Vincent Cavanagh tocando um set acústico de músicas do Anathema, a nacional Labirinto apresentando seu recente e apocalíptico disco Gehenna, a volta do tão amado Alcest tocando na íntegra o segundo disco Écailles de Lune além de outros clássicos e por fim o Katatonia com a turnê do recente The Fall Of Hearts, que já era esperada há muito tempo pelos fãs brasileiros. Abaixo segue o aftermovie da terceira edição do festival: [youtube https://www.youtube.com/watch?v=r7AjmKL3Gvc&w=560&h=315] 2017 – O que esperar? A quarta edição tem tudo para ser memorável, contará com John Haughm (Agalloch), Les discrets, Sólstafir e Enslaved, as bandas estão com discos novos e irão apresentar com exclusividade em nosso país um repertório de sucessos e músicas novas. Além de seguir o formato anterior, com espaço gastronômico e merchandising, haverá uma exposição exclusiva com as obras e desenhos do líder da banda francesa Les discrets, Fursy Teyssier. Dessa vez todas as atrações são inéditas em nosso país, sendo que três bandas irão se apresentar somente em São Paulo, ou seja, nossos irmãos sul-americanos de países como Chile, Argentina, Peru, Colombia… também irão comparecer assim como tem acontecido em outras edições. Fotos: Alessandra Tolc Vai perder? Para mais informações sobre o festival e venda de ingressos acesse os links abaixo: Site Overload Music Fest | Venda de ingressos

Rebobinados entrevista: Vinícius Mendes do selo Pessoa que Voa

Por Tatyane Oliveira Essa semana rolou um bate papo com um dos idealizadores e representantes do selo paulista independente Pessoa Que Voa, o Vinícius Mendes. Cantor e compositor paulista, seus trabalhos são o EP Pyro (2015), os álbuns Home Is_____(2016) e Mercúrio (2017), e também o EP Cisma (2016) com LVCASU. O selo, formado no início deste ano, já produziu shows com Jair Naves, Vitor Brauer e Jonanathan Tadeu além das bandas do casting que são: Calvin Voichicoski, eliminadorzinho, LVCASU, Marchioretto, Quasar, Theuzitz e Vinicius Mendes. Os próximos lançamentos do selo são, respectivamente, no dia 12 e 26 desse mês os discos da Quasar – Coruja e Eliminadorzinho – Aniquiladorzinho. Fiquem ligados! 1) Por que vocês criaram o selo? E vocês planejaram que ele estaria como está hoje ou a vida tomou outro rumo? Acho que a Pessoa que Voa veio de uma vontade nossa de cuidar das nossas coisas de uma maneira mais eficaz e prática, de ajudar nossas amigas e amigos a gravar e divulgar, e de organizar nossos eventos nos lugares que queríamos, tudo sem tanto telefone sem fio. Hoje funcionamos de uma maneira bem horizontal, todos se ajudam e dão opinião nas primeiras mix das músicas, na arte dos discos, e em questões do selo em si. Antes era só eu, o Lucas, o Theuzitz e o Nickolas, agora temos a ajuda do Guilherme França e de todos os artistas do nosso casting. Acho que isso é uma parte muito importante do que somos. 2) Qual o maior perrengue que vocês já passaram e o que deixa vocês mais felizes nessa vida de artista? Em relação ao selo, acho que organizar um evento é um perrengue em si, porque sempre alguma coisa dá errada e só se resolve nos momentos finais, mas acho que estamos aprendendo a contornar esses problemas pouco a pouco. Não somos produtores culturais, então não temos toda a bagagem que um tem, mas a cada evento aprendemos um pouco. O que me deixa mais feliz como artista é receber uma mensagem de alguém dizendo o quanto certo álbum foi importante, que teve um impacto em sua vida, ou simplesmente conversar sobre de onde veio tal música. Isso me deixa muito realizado, e já me fez continuar diversas vezes. 3) O que vocês fazem para se sentirem inspirados? Não sei os outros meninos, mas eu gosto bastante de pesquisar sobre certo tema e criar um conceito em cima daquilo. “Mercúrio” todo foi escrito assim, em especial “Corpo Incorrupto”. Hoje tento escrever menos sobre a minha vida e mais sobre eu, como personagem, inserido num mundo. 4) Top 3 discos favoritos: “Sam’s Town”, The Killers “Ys”, Joanna Newsom “Blonde”, Frank Ocean 5) Quais são seus filmes preferidos? Então, não gosto muito de assistir filme nem série, mas entre meus favoritos estão “Cães de Aluguel”, “Filhos da Esperança” e qualquer um do Leslie Nielsen. 6) Quais os planos de lançamentos e shows desse ano que vocês podem revelar pra gente? Agora em setembro, vamos lançar o “Coruja” da Quasar (dia 12) e o “aniquiladorzinho” da eliminadorzinho (dia 26). Daqui pra frente tem o disco do Marchioretto, um EP de um artista novo, e uma novidade que estamos preparando todos juntos. Show vai ter de monte, sábado agora toco na Sensorial Discos e dia 16 tem eliminadorzinho com a In Venus, Enema Noise, Leianes e Victrre. Temos coisa agendada no nosso calendário até o ano que vem. 7) E o que vocês esperam pro selo daqui uns 5 anos? Esperamos estar ajudando ainda as pessoas que admiramos, mais do que conseguimos ajudar hoje. 8) Tem algum artista nacional que vocês admiram? Admiro muito o Santos. Gosto muito das composições dele, do jeito que ele fala muito com pouco, com uma coesão que eu sempre quis ter. Ele tem diversos projetos e caminha muito bem por todos eles. Quando fomos pro Rio, ele que nos convidou pra tocar na 57 Casa Aberta e foi muito bonito, conhecemos gente nova e nos sentimos em casa. 9) Qual o melhor show que vocês produziram até agora? Gostei muito do que fizemos com o Jair Naves, junto com o Theuzitz. Foram dois shows lindos, acho que todos precisam ver o Theuzitz ao vivo. O Jair tem uma presença, uma postura ao tocar que me deixou bobo por dias. 10) O que vocês acham que falta ou o que pode melhorar no rolê de músicas independentes do país? Acho que todos nós podemos ser mais profissionais e coordenados. Os selos, produtores, casas e bandas não se conversam o bastante, e coisas que deviam ser simples acabam se complicando. Tem dia que tem show de três bandas importantes do independente nacional num raio de 20 quilômetros. Um engole o outro sem nem perceber. NOS LINKS ABAIXO VOCÊ PODE ENCONTRAR MAIS SOBRE O SELO: Bandcamp | Facebook | Youtube E pra quem gosta de playlist, aqui vai uma que fiz com algumas músicas disponíveis no spotify:    

Do black metal ao pop gótico eletrônico, conheça a cena musical da Islândia

A Islândia é um país localizado no Oceano Atlântico Norte e possui cerca de 320 mil habitantes. É conhecida por suas paisagens espetaculares, mas também por sua música e culinária um tanto excêntrica. Alguns fatos curiosos sobre o país é a inexistência de florestas. A Islândia abriga campos vastos, montanhas, vulcões e glaciares que farão você se sentir em outro planeta. Estão também entre os dez países com maior porcentagem de ateus no mundo. Quando pensamos em música + Islândia o que vem à cabeça? Björk? Sigur rós? Of Monsters and Men? Sim, mas existem muitos outros artistas/bandas que estão ganhando espaço fora do país. Conheça alguns deles, do Black metal passando pelo rock gótico e pop eletrônico. Samaris (Triphop/eletrônica) Samaris é um trio composto por Áslaug Rún Magnúsdóttir (clarinete), Jófríður Ákadóttir (vocal) e Þórður Kári Steinþórsson (sintetizador), começaram suas atividades em 2011, as músicas são bem atmosféricas e passeiam pelo trip hop e música eletrônica. Até o momento a banda lançou três Ep’s e três discos de estúdio, sendo o mais atual intitulado Black Lights, lançado em 2016. Misþyrming (Black metal) Relativamente novos na cena do metal islandês, a banda foi formada em 2013, o primeiro disco Söngvar elds og óreiðu (em português: Canções do fogo e caos) foi lançado em 2015, neste ano lançaram um split chamada Hof com o Sinmara. Como é possível assistir no vídeo acima, não foi nada tão chocante para a população assistir uma banda de black metal tocando em plena cidade. Singapore Sling (Rock Psicodélico) Banda surgiu em 2000 em Reykjavík, tocaram no famoso festival Iceland Airwaves e conseguiram contrato com a gravadora Hitt Records, já lançaram nove discos de estúdio, a sonoridade cheia de guitarras barulhentas e psicodelia nos faz lembrar bastante os ingleses do The Jesus And Mary Chain, eu diria que eles são o JAMC da Islândia. Rökkurró (Indie/experimental) Uma das bandas mais conhecidas e que já fez carreira internacional, surgiram em 2006, são três discos de estúdio lançados, Það kólnar í kvöld… (2007), Í Annan Heim (2010) e Innra (2014), as músicas tem influencia de post-rock, música eletrônica e folk, a banda está sumida tem um tempinho, não fazem shows desde 2015, contudo seus membros tem alguns projetos paralelos. Sólstafir (Black metal/atmosférico) Formado por três amigos na cidade de Reykjavík em 1995, o Sólstafir é uma das bandas que vem ganhando cada vez mais reconhecimento na cena metal. A sonoridade é uma mistura de black metal, metal progressivo e post-rock, já lançaram seis discos de estúdio, sendo que estão promovendo o sexto e novo intitulado Berdreyminn, a banda toca pela primeira vez no Brasil no dia 16/09 em São Paulo no Overload Music Fest. Pascal Pinon (Folk/eletrônica) Duo folk das irmãs Jófríður e Ásthildur Ákadóttir formado na cidade de Reykjavík em 2009, na bagagem trazem os três discos Pascal Pinon (2009), Twosomeness (2013) e Sundur (2016). A sonoridade leve e delicada das músicas é a trilha perfeita para um dia ensolarado no parque ou de frente pro mar. GusGus (Eletropop) GusGus é um projeto de música eletrônica que surgiu em meados de 1995, depois de diversas trocas de line-up, o formação atual conta com Daníel Ágúst Haraldsson, Högni Egilsson e Birgir Þórarinsson. A banda está se preparando para lançar seu décimo disco de estúdio Lies Are More Flexible. Kælan Mikla (Darkwave/synthpop) Kælan Mikla é um trio de mulheres formado em 2013 na cidade de Reykjavík, interessante citar que elas trazem algo novo para a cena, afinal esse é um tipo de música não muito explorado no país, a sonoridade é totalmente influenciada pelo darkwave e synthpop dos anos 80 e aos poucos vem ganhando um bom reconhecimento. Neste ano irão lançar seu primeiro disco. Oyama (Shoegaze/dream pop) Uma grata surpresa, o Oyama é uma banda formada em 2013 e faz um som com riffs melódicos e sonhadores, junto de passagens mais barulhentas e psicodélicas. Em sua discografia dois lançamentos, I Wanna (2013) e o mais recente Coolboy (2014). Uma banda nova e com poucos lançamentos mas que tem tudo para ganhar mais reconhecimento na cena indie/shoegaze. ONI (Stoner/sludge metal) Para finalizar, outra bela surpresa, pois esse também é um estilo pouco explorado na cena musical da Islândia. A banda foi formada em 2010 por Róbert Þór Guðmundsson (vocal), Daníel Magnús (guitarra), Þorsteinn Árnason (baixo, vocal) e Brynjar Örn Rúnarsson (bateria) e possuem apenas um disco lançado em 2014 chamado Misadventures, a sonoridade remete a nomes como Stoned Jesus e Radio Moscow. Siga os artistas da Islândia nas redes sociais: SamarisMisþyrmingSingapore SlingRökkurróSólstafirPascal PinonGusGusKælan MiklaOyamaONI

15 bandas nacionais de shoegaze que você precisa conhecer

O shoegaze está de volta! E por isso, achamos que você deveria conhecer as bandas brasileiras do estilo, então separamos 15 nomes nacionais do gênero que você precisa ouvir. O shoegaze teve sua origem no fim dos anos 80, com bandas como The Jesus And Mary Chain, Cocteau Twins e My Bloody Valentine. Sua sonoridade, com guitarras cheias de reverb, delay e distorções criavam uma estética nostálgica, sonhadora e barulhenta, algo não muito explorado ainda no rock. No começo dos anos 90 o gênero ainda estava em seu auge, trouxe nomes como Slowdive, Chapterhouse, Ride e Lush. Porém, como nem tudo são flores, seu fim foi precoce, e ainda na metade dos anos 90, devido a ascensão do grunge e do britpop. Aqui no Brasil muitas bandas surgiram também, desde os anos 90, como Low Dream, Old Magic Pallas e Brincando de Deus. Hoje temos vários nomes mais atuais que incorporam elementos desse som em suas músicas. O shoegaze parece estar voltando ao seu auge, mesmo depois de quase 20 anos meio esquecido. Abaixo separamos 15 nomes do shoegaze nacional, entre bandas mais antigas e também da atualidade, cada uma com sua particularidade. Vale a pena conferir! JUSTINE NEVER KNEW THE RULES Banda de Sorocaba/SP formada em 2013, tem um EP e um disco de estúdio lançado em 2016 intitulado Overseas. Em 2017 lançaram um novo single chamado Polar Bear (Hibernation Song). Já participaram de diversos festivais importantes como por exemplo o Circadélica, Bananada e Dia da música. Facebook oficial | Bandcamp | Youtube MEDIALUNAS Medialunas é um duo do Rio Grande do Sul formado em 2011 por Andrio Maquenzi (Superguidis, Urso e Worldengine) e Liege Milk (Hangovers e Loomer). Lançaram seu primeiro disco chamado Intropologia em 2012, já tocaram em todo o Brasil e foram responsáveis por abrir o show do Swervedriver em São Paulo, famosa banda britânica de shoegaze. Facebook oficial | Bandcamp | Youtube WRY Wry é uma banda de Sorocaba/SP formada em 1994, são os expoentes do shoegaze nacional. Depois de algum tempo no Brasil, eles embarcaram para a Inglaterra e ficaram por lá durante 7 anos. Na bagagem trazem quatro discos de estúdio, sendo o mais recente intitulado She Science lançado em 2009. Atualmente o grupo está trabalhando em um novo single chamado She’s Falling que vai entrar no novo disco que será lançado em breve. Facebook oficial | Bandcamp | Youtube LOOMER Banda de Porto Alegre formada em 2008 por Richard (guitarra), Guilherme (bateria), Stefano (guitarra, vocal) e Fernanda (baixo, vocal). Possuem dois EP’s e um disco de estúdio You Wouldn’t Anyway lançado em 2009, atualmente estão preparando disco novo ainda sem data de lançamento prevista. Facebook oficial | Bandcamp | Youtube LOW DREAM Uma das bandas mais antigas do shoegaze nacional, formada em 1991 em Brasília. Lançaram dois discos de estúdio, Between My Dreams and Real Things (1993) e Reaching For Balloons (1996), foram considerados a banda favorita de Renato Russo, líder do Legião Urbana. Recentemente se reuniram para alguns shows, também re-lançaram seus discos nas plataformas digitais. Facebook oficial | Soundcloud | Youtube THIS LONELY CROWD Banda de Curitiba formada em 2009, os membros se apresentam com nomes de personagens de contos de fada, Hurleburlebutz (guitarra), Bonijov (guitarra), King Trushbeard (bateria), Rainha Branca (baixo) e Hamelen (guitarra). A sonoridade traz fortes influências do shoegaze e atualmente até do heavy metal. É a banda do gênero com mais material lançado, dentre seus trabalhos estão alguns discos como Acta Obscura (2018), This Lonely Crowd (2017), Meraki (2015), Möbius and the Healing Process (2014). As letras são totalmente influenciadas por contos dos irmãos Grimm e também já trabalharam com o produtor da banda Deafheaven. Facebook oficial | Bandcamp | Youtube BRINCANDO DE DEUS Banda baiana formada no início dos anos 90 e composta por Messias Bandeira (vocal), Dalmo Serravalle (baixo), Marcus Serravalle (bateria) e Cézar Vieira (guitarra). Lançaram três discos de estúdio entre eles também um bootleg e um single: Better When You Love (Me) (1994), Berlinda (1999), Running Live on Your Mind (1997), Brincando de Deus (2000) e No Hay Banda (2004). Facebook oficial | Soundcloud | Youtube OLD MAGIC PALLAS Banda de São Paulo formada em 1994 por Osmar Buono (guitarra), Chris Munin (vocal), Marco Vianna (baixo), Marcelo Shida (bateria) e Fernando Britto (guitarra). Foram lançadas a demo Pull My Daisy e a coletânea Old Moon Whale, porém quando a banda estava trabalhando no primeiro disco, encerraram suas atividades, em 2008 retornaram aos palcos e fizeram alguns shows. Facebook oficial | Bandcamp | Youtube TERRAPLANA Banda de Curitiba-PR formada em 2017 por Vinícius Lourenço (guitarra e voz), Stephani Heuczuk (baixo e voz),  Cassiano Kruchelski (guitarra e voz) e Wendeu Silverio (bateria). A banda tem influências da música alternativa, dream pop, indie, noise e post rock . Um dos grandes nomes do shoegaze nacional atual, seu único EP Exilio (2017) é celebrado pelos fãs, e o lançamento de seu álbum completo ainda em 2021 é aguardado ansiosamente. Facebook oficial | Bandcamp | Site WINTERYARD Winteryard é uma dupla formada em meados de 2012 em São Paulo por Priscila Castro (guitarra, vocal) e Brunella Martina (guitarra, baixo), nesse meio tempo já lançaram dois EP’s, The Place Where I’ve Been Before e o atual Endless Winter, a sonoridade mistura indie rock e shoegaze, com claras influencias de artistas como PJ Harvey, 2:54 e Warpaint. Facebook oficial | Soundcloud | Youtube GORDURATRANS A dupla carioca Gorduratrans surgiu em 2015 formada por Felipe Aguiar (guitarra, vocal) e Luiz Felipe Marinho (bateria). O primeiro disco Repertório Infindável de Dolorosas Piadas (2015) totalmente gravado no quarto obtive sucesso suficiente para ganhar uma grana para as gravações do sucessor Paroxismos (2017) que vem sendo promovido atualmente. A sonoridade tem influencias de noise rock, shoegaze e letras profundas sobre os sentimentos humanos e o vazio. O próximo álbum de estúdio é aguardado ansiosamente pelos fãs da banda. Facebook oficial | Bandcamp | Youtube OXY Direto de Brasília, o berço do rock, o Oxy é formado por Sara Cândido e Blandu Correa em 2015, a sonoridade tem influências de shoegaze, dreampop e psicodelia, o

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