Nothing, destaque do shoegaze atual retorna ao Brasil com disco novo

A banda norte-americana Nothing, um dos nomes que recolocaram o shoegaze (rock de guitarras densas e vocais etéreos) em evidência na última década, volta ao Brasil para um único show em São Paulo, no dia 6 de março de 2027, no Fabrique Club. A banda da Filadélfia chega com a turnê de seu quinto disco, a short history of decay, lançado em fevereiro de 2026 e definido pela revista britânica Dork como o trabalho mais ambicioso de sua carreira. Ingressos já à venda na Fastix (acesse aqui). A apresentação integra a turnê latino-americana de 2027 do Nothing e tem realização da Powerline Music & Books em parceria com a ND Productions. Será a segunda vinda da banda ao país, novamente pelas mãos da Powerline, que promoveu a estreia brasileira do Nothing em abril de 2023, também no Fabrique Club. a short history of decay O Nothing apresenta em São Paulo o repertório de a short history of decay, lançado em 27 de fevereiro de 2026 pelo selo americano Run For Cover. O vocalista e guitarrista Domenic “Nicky” Palermo compôs e produziu o álbum com Nicholas Bassett, guitarrista do Whirr e ex-baixista do Nothing. A banda gravou no Sonic Ranch, estúdio no Texas próximo à fronteira com o México, e a mixagem teve a colaboração de Sonny Diperri, produtor que já trabalhou com o DIIV. Para Palermo, o disco fecha um ciclo iniciado na estreia da banda, em 2014. A revista britânica Kerrang! considerou o álbum o conjunto de músicas mais diverso já reunido pelo Nothing. A DIY deu quatro estrelas e viu no disco a formação mais completa da história da banda. A Apple Music compara a faixa de abertura, “Never Come Never Morning”, aos momentos mais grandiosos do U2 e do Smashing Pumpkins. O repertório vai do peso à delicadeza. “Cannibal World” e “Toothless Coal” unem batidas eletrônicas, criadas a partir da bateria de Zachary Jones, a paredes de guitarra que remetem ao My Bloody Valentine. No outro extremo, “Purple Strings” traz arranjo de cordas e a harpista Mary Lattimore, “The Rain Don’t Care” é uma balada de violão e “Nerve Scales” se aproxima do Radiohead. Trajetória O Nothing nasceu como projeto solo de Palermo, que antes cantava na banda de hardcore Horror Show. A estreia, Guilty of Everything (2014), saiu pela gravadora Relapse e uniu o shoegaze ao peso do hardcore. Tired of Tomorrow (2016) ampliou o alcance da banda, e Dance on the Blacktop (2018) a levou a uma extensa turnê com o Basement e à abertura de um show do My Chemical Romance. The Great Dismal (2020) foi lançado em plena pandemia e manteve o Nothing em turnês pela Europa e pela Ásia nos anos seguintes. Em 2023, a banda gravou com o Full of Hell, nome do metal extremo, o disco When No Birds Sang, eleito álbum da semana pelo site americano Stereogum. No ano seguinte, Palermo criou o Slide Away, festival de shoegaze nos Estados Unidos que já trouxe de volta aos palcos bandas como Hum, Chapterhouse e The Pains of Being Pure at Heart. Em 2026, o Nothing tocou no Japão, nos Estados Unidos, no Reino Unido e na Europa, gravou sessão para a rádio KEXP, de Seattle, e encerra o ano abrindo a turnê norte-americana do Turnover. Formação O Nothing é formado por Domenic “Nicky” Palermo (voz e guitarra), Doyle Martin (guitarra), Cam Smith (guitarra), Bobb Bruno (baixo) e Zachary Jones (bateria). Martin e Smith também tocam no Cloakroom, e Bruno integrou o Best Coast. SERVIÇO Nothing em São Paulo Data: 6 de março de 2027 (sábado) Local: Fabrique Club Endereço: Rua Barra Funda, 1.075, Barra Funda, São Paulo Ingressos: fastix.com.br/events/nothing-em-sao-paulo Realização: Powerline Music & Books e ND Productions Confira o disco A short history of decay:
Rhapsody anuncia Brasil na rota de sua turnê de despedida em 2027

O Rhapsody, banda italiana que ajudou a fundar o power metal sinfônico no fim dos anos 1990, inclui o Brasil na rota da turnê que encerra a trajetória da formação clássica liderada pelo vocalista Fabio Lione e pelo guitarrista Luca Turilli. Com realização da Overload, os shows acontecem em 26 de fevereiro de 2027, em Limeira (Mirage Eventos), em 27 de fevereiro, em São Paulo (Carioca Club), e em 28 de fevereiro, em Curitiba (Tork n’ Roll), no ano em que a banda completa três décadas do disco de estreia, Legendary Tales. Ingressos para as apresentações (Clube do Ingresso) no Brasil estão à venda a partir das 10h desta quinta-feira (22/10). O Rhapsody voltou aos palcos em junho de 2026, com dois concertos acompanhados por orquestra e coro completos: no Pepsi Center, na Cidade do México, com mais de 100 músicos no palco, e no Teatro Caupolicán, em Santiago, onde a primeira data esgotou rapidamente e a produção precisou abrir uma segunda noite. Foi a primeira vez que Turilli e Lione dividiram o palco desde 2023, quando encerraram o projeto Turilli/Lione Rhapsody. O próprio Turilli definiu a experiência com orquestra e coro reais como um sonho realizado, algo que nunca tinha acontecido em sua carreira. Os shows funcionaram como prelúdio dos Final Shows. Fora da América Latina, a banda faz apenas duas apresentações, no cruzeiro 70000 Tons of Metal, que sai de Miami em janeiro de 2027. Três décadas de saga O Rhapsody nasceu em Trieste, na Itália, idealizado por Luca Turilli e pelo tecladista Alex Staropoli, e lançou em 1997 o disco de estreia, Legendary Tales, já com Fabio Lione nos vocais. A banda encontrou o cantor depois de ouvi-lo no disco Piece of Time, do Labyrinth, e o convidou por telefone, direto do estúdio. Symphony of Enchanted Lands (1998) consolidou o estilo e se tornou referência do metal sinfônico. Dawn of Victory (2000) e Rain of a Thousand Flames (2001) levaram a banda às primeiras turnês, incluindo a passagem pela América do Sul em 2001, e Power of the Dragonflame (2002) fechou a Emerald Sword Saga, a primeira grande narrativa da discografia. Em Symphony of Enchanted Lands II: The Dark Secret (2004), a banda contou com a voz do ator Christopher Lee, de O Senhor dos Anéis, como narrador da história. Em 2006, por questões de marca registrada, a banda passou a se chamar Rhapsody of Fire, e lançou Triumph or Agony com orquestra e coro de 70 integrantes. A saga terminou em From Chaos to Eternity (2011), último disco de Turilli e Lione juntos antes da separação naquele mesmo ano. O reencontro veio em 2017, na turnê de 20 anos da banda, que passou por seis cidades brasileiras, e deu origem ao Turilli/Lione Rhapsody, que lançou Zero Gravity (Rebirth and Evolution) em 2019 pela Nuclear Blast, financiado com 60 mil euros arrecadados diretamente com os fãs. Formação A turnê reúne Fabio Lione (voz), Luca Turilli (guitarra), Dominique Leurquin (guitarra), Patrice Guers (baixo) e Alex Holzwarth (bateria), a formação que sustentou a fase de maior projeção da banda nos anos 2000 e voltou a se reunir na turnê de 2017 e no Turilli/Lione Rhapsody. Hollywood metal O Rhapsody combina a velocidade do power metal com arranjos orquestrais, corais, influências de música clássica e letras inspiradas em sagas de fantasia épica, uma fórmula que a banda chamava de “film score metal”. A grandiosidade sempre dividiu opiniões, e parte da crítica americana chegou a apelidar o estilo de “Hollywood metal”, pela produção monumental e pela teatralidade. Lione e o Brasil A relação de Fabio Lione com o país vai além do Rhapsody. O cantor foi vocalista do Angra por 13 anos, de 2013 a 2026, e se despediu da banda brasileira no Bangers Open Air, em abril de 2026. As datas brasileiras abrem a turnê latino-americana, que começa em 4 de março, em Lima, e segue por Chile, Argentina, Costa Rica, Colômbia, Panamá e El Salvador até terminar em 20 de março, na Cidade do México. Em Santiago, Buenos Aires, San José e Bogotá, as noites serão divididas com o Epica, em arenas e estádios. SERVIÇO Rhapsody em Limeira Data: 26 de fevereiro de 2027 (sexta-feira) Local: Mirage Eventos Endereço: Avenida Professor Joaquim de Michieli, 755, Jardim Esmeralda, Limeira/SP Ingressos: circleofinfinityproducoes.com/ingressos/ Informações: WhatsApp (19) 98171-2379 (Circle of Infinity Realização: Circle of Infinity Produções Rhapsody em São Paulo Data: 27 de fevereiro de 2027 (sábado) Horário: 17h30 (abertura da casa) | 19h30 (início do show) Local: Carioca Club Pinheiros Endereço: Rua Cardeal Arcoverde, 2899, Pinheiros, São Paulo/SP Ingressos: clubedoingresso.com/evento/rhapsodyfinalshows-sp Realização: Overload Rhapsody em Curitiba Data: 28 de fevereiro de 2027 (domingo) Horário: 18h30 (abertura da casa) | 20h (início do show) Local: Tork n’ Roll Endereço: Avenida Marechal Floriano Peixoto, 1695, Rebouças, Curitiba/PR Ingressos: clubedoingresso.com/evento/rhapsodyfinalshows-pr Realização: Overload Apresentação da turnê: Feat First Management Mais informações
Acid King, nome pioneiro do stoner doom retorna ao Brasil para dois shows

O Acid King, banda de San Francisco que teve a música ‘Electric Machine’ usada em Sirāt, filme espanhol indicado a dois Oscars em 2026, volta ao Brasil em março de 2027. Liderada pela guitarrista e vocalista Lori S., a banda, que ajuda a moldar o stoner doom há mais de três décadas, faz sua estreia em Belo Horizonte no dia 26 de março, no Caverna Rock Pub, e se apresenta em São Paulo no dia 27, na Burning House. Os shows encerram a turnê latino-americana da banda e têm realização da Caveira Velha e da Solid Music Entertainment. Ingressos à venda pela 101 Tickets. A volta ao Brasil acontece três anos e meio depois da primeira visita. Em setembro de 2023, a banda tocou em São Paulo dentro do Setembro Negro Festival, no Carioca Club, durante a turnê sul-americana do disco “Beyond Vision”. A banda vive um dos momentos de maior visibilidade da carreira. Na primavera europeia de 2026, o Acid King fez uma turnê de 19 datas tocando “Busse Woods” na íntegra, algo inédito na Europa, passando por festivais como Desertfest Berlin e Sonic Whip e por países que raramente visitava, como Noruega, Finlândia, Estônia, Croácia e Lituânia. O fôlego também vem do trabalho mais recente. “Beyond Vision”, lançado em 2023 pela Blues Funeral Recordings, chegou ao primeiro lugar do Doom Charts, ranking internacional do gênero, e foi recebido pela Decibel como uma nuvem de som e alucinação, em grande parte instrumental, enquanto a PopMatters o descreveu como uma viagem de outro mundo. Da Califórnia ao culto O Acid King nasceu em San Francisco em 1993, formado por Lori S., pelo baterista Joey Osbourne e pelo baixista Peter Lucas. O nome veio do apelido de Ricky Kasso, adolescente de Long Island que ficou conhecido como “Acid King” nos anos 1980. Lori, que cresceu nos subúrbios de Chicago e começou na cena punk do Meio-Oeste, é a única integrante presente em todas as fases da banda, responsável por letras, voz e guitarra em todas as gravações. O primeiro registro, um EP de 1994 lançado pela Sympathy for the Record Industry, teve produção de Dale Crover, baterista do Melvins, que também cantou em uma das faixas. Em 1995, a banda estreou em disco cheio com “Zoroaster” e, em seguida, entrou para a Man’s Ruin, selo do artista gráfico Frank Kozik que reunia nomes centrais do stoner da época, por onde saiu o EP “Down with the Crown”, de 1997. O disco que consolidou a reputação da banda veio em 1999. “Busse Woods”, batizado em homenagem a uma reserva florestal perto de onde Lori cresceu, em Illinois, foi gravado num período de turbulência pessoal e profissional, teve pouca divulgação no lançamento e, mesmo assim, virou referência para gerações de fãs de riffs pesados. Em 2005, a banda lançou “III” pela Small Stone Records e entrou em um período de baixa atividade, retomado graças a convites de festivais europeus. A volta ao estúdio aconteceu com “Middle of Nowhere, Center of Everywhere”, de 2015, lançado pelo selo finlandês Svart Records e incluído pela Stereogum entre os melhores discos de metal do ano. “Beyond Vision”, de 2023, abriu uma nova fase. O disco nasceu da parceria de Lori com Jason Landrian, guitarrista do Black Cobra, durante a pandemia, foi gravado em fita analógica no Sharkbite Studios, em Oakland, com mixagem de Billy Anderson, e levou a banda para um terreno mais psicodélico, quase de ficção científica, com reflexões sobre migração interplanetária. Pioneiros O Acid King construiu uma sonoridade que une o proto-metal pesado dos anos 1970 a riffs lentos, arrastados e hipnóticos, na mesma linhagem de contemporâneos como Sleep e Electric Wizard. A guitarra com afinação grave e a voz hipnótica de Lori S. se tornaram a marca da banda, que a imprensa americana costuma apontar como uma das pioneiras de um gênero que nem tinha nome quando ela começou. A crítica especializada trata “Busse Woods” como um dos discos mais importantes do rock pesado, e o site The Obelisk chegou a colocá-lo entre os álbuns mais decisivos da história do gênero. Formação O Acid King é hoje formado por Lori S. (guitarra e voz), Bryce Shelton (baixo) e Jimmy Perez (bateria). Estreia no cinema Dirigido por Oliver Laxe e produzido pela El Deseo, dos irmãos Pedro e Agustín Almodóvar, Sirāt venceu o Prêmio do Júri no Festival de Cannes em 2025 e disputou o Oscar de Melhor Filme Internacional com o brasileiro “O Agente Secreto”, de Kleber Mendonça Filho, além de concorrer em Melhor Som. “Electric Machine”, faixa que abre o disco “Busse Woods”, de 1999, ganhou espaço no longa e apresentou o Acid King a um público que nunca tinha ouvido falar da banda. Turnê latino-americana A passagem pela América Latina começa no México e termina no Brasil. O Acid King toca em 19 de março, em Guadalajara (C3 Rooftop); 20 de março, na Cidade do México (Foro Niebla); 21 de março, em San José, na Costa Rica (Amon Solar); 23 de março, em Santiago (Club Ambar); 24 de março, em Buenos Aires (Uniclub); 26 de março, em Belo Horizonte (Caverna Rock Pub); e 27 de março, em São Paulo (Burning House). SERVIÇO Acid King em Belo Horizonte Data: 26 de março de 2027 (sexta-feira) Local: Caverna Rock Pub Endereço: Rua dos Tupis, 1448, Barro Preto, Belo Horizonte (MG) Vendas: 101tickets.com.br/events/details/Acid-King-em-Belo-Horizonte Acid King em São Paulo Data: 27 de março de 2027 (sábado) Local: Burning House Endereço: Avenida Santa Marina, 247, Água Branca, São Paulo (SP) Vendas: 101tickets.com.br/events/details/Acid-King-em-Sao-Paulo Realização: Solid Music Entertainment (@solidmusice) e Caveira Velha (@caveiravelhaproducoes)
Luno: traz psicodelia nordestina em seu segundo disco Mantracaru

LUNO é um projeto que surgiu em 2018 na cidade de Aracaju, liderado pelo cantor e compositor Luno Torres. O primeiro disco batizado de Homo Pacificus foi lançado em 2021, e trazia um conceito sobre dimensões filosóficas e comportamento humano. Em seu segundo disco Mantracaru, LUNO nos convida para uma jornada psicodélica, construída a partir das raízes nordestinas, buscando inspiração na ancestralidade, misticismo e regionalismo. O trabalho consolida sua trajetória na música brasileira e reforça a potência da música regional aliada ao rock psicodélico. Acompanhe Luno nas redes sociais: Instagram | Youtube | Facebook Confira o disco Mantracaru:
The Derties: novo disco mergulha no rock alternativo e pós-punk

O The Derties surgiu na cidade de Curitiba em 2019 sob outro nome (antiga She is Dead). Hoje o duo é formado por Mau Carlakoski (vocal, guitarra) e Kim Tonietto (baixo e vocais). As influências da banda vem principalmente do rock noventista de artistas como Dinosaur Jr. e Pixies. Us For Us é o novo disco que chega em 2026, dessa vez, a formação conta com os reforços de Maria Scroccaro (vocais e guitarra), Taís D’Albuquerque (baixo) e Murilo Vitorette (bateria). A sonoridade transita entre o rock alternativo, punk e pós-punk. Durante as seis faixas podemos ouvir muitas guitarras e intensidade, o tipo de som que funciona muito bem ao vivo e promete te dar um chacoalhão. O trabalho foi gravado no estúdio Chacra por Gustavo Stomp e Márcio D’ávila e produzido por Luiz Orta (This Lonely Crowd), no Orta Sound Studio. Acompanhe o The Derties nas redes sociais: Instagram | TikTok | Youtube Confira o disco Us For US:
Selvagem: stoner doom carioca mostra poder das guitarras em primeiro EP

Selvagem é um power trio carioca formado em 2022, composto por: Carlos Marques (guitarra), Leonardo Sequeira (bateria) e João Savignon (baixo). O processo de composição do primeiro EP começou em meados de 2024, após um registro ao vivo no estúdio Hanoi, no Rio de Janeiro. Em seu primeiro trabalho, o EP Realidade Fictícia, a banda pensou em uma proposta fora do comum. Convidou diferentes vocalistas para as faixas, com intuito de criar uma identidade própria a cada uma delas. As músicas tiveram as participações de Fabrina Villegas, Santiyaguo e Andrea Ruocco. O resultado do disco são três músicas pesadas e psicodélicas, abusando de guitarra, baixo e bateria cadenciadas, que são marca de gêneros como stoner e doom metal. A adição dos vocais femininos trouxe uma atmosfera singular para o gênero. SelvagemRealidade Fictícia (2026) Realidade Fícticia foi gravado no Estúdio Hanoi, no Rio de Janeiro. A mixagem e masterização ficou por conta de Perazzo. Acompanhe a Selvagem nas redes sociais: Instagram | Bandcamp | Loja online Confira o disco Realidade Fictícia: Realidade Fictícia de Selvagem
O Nó e o dreampop psicodélico em seu terceiro disco Pedra da Lua

O Nó é uma banda paulistana formada em 2013, composta por Rodolfo Almeida (baixo e voz), Mateus Bentivegna (bateria e voz), Alexandre Drobac (guitarra e voz) e Lucas Tamashiro (guitar synth e voz). O grupo traz na bagagem um EP e três discos de estúdio, são eles: EP-1 (2015), Resquícios Cromáticos (2020), Era Normal (2024). Em 2026, o grupo retorna com Pedra da Lua. O terceiro disco de estúdio marca a jornada contínua por explorações sonoras. As composições refletem a experiência de vida de quem atravessou os 30 anos, abordando temas como crescimento, maturidade e família. Sobre o trabalho, Rodolfo conta: ”Eu e os meninos do Nó tocamos juntos desde 2013 e já amadurecemos muito enquanto banda e músicos. Já havíamos cruzado caminhos com o Lucas Tamashiro em outras ocasiões e, com o fim do ciclo com o Matheus, pareceu natural aproximar as nossas vontades de fazer música. Estamos fazendo um tipo de som que sempre quisemos tocar. Como o Tamashiro tem a mesma mentalidade do que é uma banda do que nós, tudo fluiu muito naturalmente.” O NóPedra da Lua (2026) O disco explora sonoridades que vão do psicodélico, progressivo ao dream pop. Gravado no Estúdio El Rocha por Fernando Sanchez (CPM 22), Vinícius Lunardi (Budang) e Lucas Tamashiro, assinando a mix e produção. Acompanhe O Nó nas redes sociais: Site | Instagram | Youtube Confira o disco Pedra da Lua:
Samuel Amaro: disco de estréia usa o bedroom pop e a vida cotidiana como tema

Samuel Amaro é um artista de Maringá, no Paraná, conhecido por seu outro projeto, usando o alter ego Qumma, na qual lançou diversos singles e colaborou com artistas internacionais como Takada Fu (Japão) e Cozy Couch (Dinamarca). Em 2026 ele assina seu novo trabalho “Músicas Surpreendentemente Comuns, Melancólicas e Feitas Para Dormir” com seu nome original. A temática de seu primeiro disco busca inspiração em situações cotidianas da vida, como a ansiedade, timidez e a vida profissional. Durante as oito músicas, podemos ouvir influencias vindas da mpb, indie e bedroom pop, numa estética vintage que modela todo o contexto com momentos introspectivos e confidenciais do artista. Sobre o disco, Samuel conta: ”A atmosfera do Qumma funciona como o estopim para traduzir o artista-quase, aquele cara que você conhece e sabe que é bom no que faz, mas que por algum motivo nunca alcançou o devido reconhecimento. A nostalgia e a melancolia moldam a crônica de um cotidiano em que se traçam todas as possibilidades para impulsionar a carreira. No fim das contas, é um relato real sobre a força de vontade pura para fazer ocorre virar.” Músicas Surpreendentemente Comuns, Melancólicas e Feitas Para Dormir foi lançado em 29 de julho de 2026, gravado no próprio estúdio home do artista e conta com participações de Natkym e Rxds, artistas da cena local. Acompanhe Samuel Amaro nas redes: Instagram | Facebook | Youtube Confira o disco Músicas Surpreendentemente Comuns, Melancólicas e Feitas Para Dormir:
Elephant Run: banda sueco-brasileira apresenta seu novo single “Laser Fields”.

Elephant Run é uma banda de rock alternativo que surgiu em 2014 através de uma conexão entre Brasil e Suécia. A vocalista Amanda Wahlström fez uma viagem para São Paulo, onde conheceu o baterista Ladislau Kardos, e posteriormente Fernando Coelho (guitarra) e Renato Cortez (baixo) se juntaram ao grupo. Em 2017, lançaram o primeiro disco auto intitulado Elephant Run. Em 2018, Amanda retorna à Suécia, mas manteve contato com os colegas de banda, anos depois eles se juntam novamente para gravar o segundo disco Leftover Land (2024), no estúdio Mato Records que fica em Minas Gerais. O grupo faz uma mistura boa de rock alternativo, ritmos tropicais passando pelo rock dos anos 80, afim de criar o que chamam de nordic tropical. Sobre a faixa, Amanda diz: “Laser Fields é a porta de entrada para o novo álbum, Infrared, que explora a ideia de tudo que existe para além da nossa percepção imediata: emoções, forças, memórias, motivações e tempo” Acompanhe a Elephant Run nas redes: Instagram | Spotify | Youtube | Site Confira o novo single Laser Fields: