Big Marias: consolida a potência do seu rock direto do Tocantins

Big Marias é um trio de Palmas, Tocantins, composto pelas irmãs Sam Cayres (voz e guitarra), Didia Cayres (bateria), juntamente com Felipe Supernaut (baixo). Em 2025, o grupo lançou seu EP homônimo de estréia e mostrou uma sonoridade potente e explosiva, com influências calcadas no rock noventista de artistas como L7, Sonic Youth, Hole. Em 2026, o trio retorna com mais um EP batizado de Hungry Heart. O trabalho nasceu de um processo criativo curioso, pois parte das músicas foram resgatas de um antigo iphone 6 de Sam Cayres, além disso, outras composições surgiram de uma imersão artística realizada em Taquaruçu (TO). O resultado é um disco consistente, recheado de riffs explosivos e climas intensos do rock alternativo e riot grrrl. Big MariasHungry Heart2026 Hungry Hearts foi lançado em 2026, gravado no RockLab Estúdio, em Anápolis (GO), com produção de Gustavo Vázquez e Daniel Mota. Acompanhe a Big Marias nas redes: Instagram | Bandcamp | Spotify | Youtube Confira o EP Hungry Heart:
Lōtico: peso, atmosfera e transformação marcam a carreira e o novo split

Surgida em São Paulo no ano de 2021, durante o período de pandemia, a Lōtico teve início numa parceria entre Leonardo Simões e Guilherme Xavier (Institution, BLACK CLOVD). Pouco depois, o projeto ganhou forma com a entrada de Bruno Araújo (De Carne e Flor, BLACK CLOVD), Juliana Lelis e Pedro Ferreira (Cadaveric Remains). Com essa formação lançam Oran, o disco de estréia em 2023. Lōtico é o nome dado ao fluxo de água constante em rios, riachos e córregos. Essa ideia de fluxo/movimento pode ser notada em sua sonoridade, calcada em um sludge/pós-metal bem pedrada, cheio de intensidade e peso. O split Samsara/Redenção é uma colaboração entre as bandas Lōtico e Lizard Cult, lançado em 2026 Durante seus 9 minutos, a faixa Redenção carrega o ouvinte para um cenário enigmático, que aos poucos explode em vigor, em uma harmonia recheada de guitarras pesadas, ruidosas, percussões e vocais potentes cantados em português. Acompanhe a banda nas redes: Instagram | Youtube | Spotify Confira o Split Samsara/Redenção:
Jonabug: lança novo EP Torpor e colhe os frutos da evolução de seu trabalho

A Jonabug surgiu em meados de 2021 ainda como um trio, hoje é um quarteto formado por Marília Jonas, (vocalista, guitarrista), Dennis Felipe (baixo), Samuel Berardo (bateria) e Thales Leite (guitarra). O primeiro disco, intitulado três tigres tristes foi lançado em 2025, desde então o grupo vem colhendo os frutos da evolução de seu trabalho. Figurando nas principais listas de melhores discos da mídia especializada e uma importante participação no grande festival Lollapalooza. Sobre o nome Torpor, Marília comenta: ”É uma ‘economia de energia’ adotada por certos animais – como morcegos, beija-flores, esquilos e ursos –, para sobreviver a condições climáticas extremas ou à escassez de alimentos. Nós associamos essa palavra ao nosso EP porque sugere justamente o momento de vida em que passamos por inúmeras mudanças, algumas doloridas demais para dar conta e, estar em estado de torpor, no nosso caso, é termos feito essas músicas como uma resposta a tudo que vem acontecendo. “ Torpor foi lançado em 11 de setembro, o trabalho conta com quatro músicas, foi gravado no estúdio Rockambole e a produção ficou por conta de Roberto Kramer, produtor que já assinou discos de nomes como Jovens Ateus, gorduratrans e Rancore. Acompanhe a Jonabug nas redes: Spotify | Instagram | Youtube
Genesis Owusu: sonoridade disruptiva e letras políticas afiadas marcam novo disco

Genesis Owusu (Kofi Owusu-Ansah) é um cantor e compositor nascido em Gana, mas que vive na Austrália desde os 2 anos de idade. Sua carreira teve início com o lançamento do EP CARDRIVE em 2017, mas antes disso ele já havia trabalhado com seu irmão, o também rapper Citizen Kay. Redstar Wu & the Worldwide Scourge é seu terceiro disco, lançado em 15 de maio, produzido por Dann Hume e gravado entre estúdios no País de Gales e Austrália. O trabalho é fruto de reflexões sobre a sociedade e política, conforme contou Genesis em entrevista para o site Clash Music. As composições falam sobre bilionários, racismo e a sociedade contemporânea.No que diz respeito a sonoridade, as 14 faixas passeiam por atmosferas distintas, que vão da fúria punk, rap, sintetizadores frenéticos a momentos dançantes do soul e funk. Acompanhe o artista nas redes: Youtube | Instagram | Spotify
My Dying Bride se apresentará em São Paulo pela primeira vez

Treze anos depois do show realizado no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, o My Dying Bride retorna ao Brasil para sua apresentação da história em São Paulo, no dia 29 de novembro, no Fabrique Club, com Mikko Kotamäki (Swallow The Sun) nos vocais. A realização é da Firebird Industries, Matrix Entertainment e Kool Metal Fest. Ingressos à venda: ticket.com.vc/evento/my-dying-bride-em-sao-paulo Formado em Bradford, no norte da Inglaterra, em 1990, o My Dying Bride está entre as bandas que estabeleceram os fundamentos do death-doom britânico. Ao lado de Paradise Lost e Anathema (da primeira fase), integrou o núcleo conhecido como a Trindade do Doom Metal, responsável por aproximar a brutalidade do death metal de andamentos fúnebres, melodias góticas, violinos e uma carga dramática que influenciou gerações posteriores. Álbuns como Turn Loose the Swans e The Angel and the Dark River permanecem entre as obras referenciais do gênero, de todos os tempos. O repertório da apresentação no Brasil em novembro preserva uma discografia construída ao longo de mais de três décadas, impulsionado por A Mortal Binding, o trabalho de estúdio mais recente. A Mortal Binding O show de novembro acontece após o lançamento de A Mortal Binding, disco de abril de 2024 que permanece como o trabalho de estúdio mais recente do My Dying Bride. Produzido por Mark Mynett e lançado pela Nuclear Blast, o álbum recupera a vertente mais áspera do death-doom britânico, com guitarras densas, andamento arrastado, alternância entre vocais limpos e guturais e o violino novamente em posição central. Faixas como “Her Dominion”, “Thornwyck Hymn”, “The 2nd of Three Bells”, “The Apocalyptist” e “Crushed Embers” aproximam a banda da sonoridade de seus primeiros anos. A recepção foi positiva, especialmente entre publicações históricas do metal. A edição alemã da Metal Hammer destacou o retorno às raízes, a construção dos arranjos e a carga emocional das composições. Já a edição britânica da Metal Hammer ressaltou a força com que o My Dying Bride preserva sua melancolia característica. A Mortal Binding também ganhou um significado particular dentro da discografia por ter sido o último álbum gravado com Aaron Stainthorpe, vocalista e cofundador que deixou oficialmente a banda em outubro de 2025. SERVIÇO My Dying Bride em São Paulo Data: 29 de novembro de 2026 Horário: 17h (abertura da casa) Local: Fabrique Club Endereço: rua Barra Funda, 1071, bairro Barra Funda, São Paulo/SP Ingresso: ticket.com.vc/evento/my-dying-bride-em-sao-paulo
This Lonely Crowd une post-rock, peso e universo cinematográfico em seu novo disco Eldritch Magnificence

Como o tempo voa, e voa num raio de luz que a gente mal percebe, parece que foi ontem, mais precisamente em 2011, que conheci a This Lonely Crowd. Certa vez, um conhecido compartilhou no Facebook um vídeo com a música Laura’s Coming. Quando dei o play, fiquei surpreso com aquela sonoridade, uma atmosfera sonhadora, bonita, barulhenta. Os vocais logo me lembraram algo dos anos 90, mais precisamente o Smashing Pumpkins, era um Pumpkins fazendo shoegaze?! A partir daí eu entrei em um vício, escutei todos os EP’s disponíveis, pesquisei mais sobre a banda que ainda era tão desconhecida, desemboquei no site do selo Sinewave, aquilo era um acervo de maravilhas pra descobrir, daqueles achados que pertenciam somente aos saudosos blogs da época. Desde lá, sempre escuto esse pessoal, ainda fico bobo com a criatividade e a qualidade dos discos, cada um com sua identidade, seu pedacinho de história pra contar. É muito bom gostar de This Lonely Crowd! Eldritch Magnificence traz mais um capítulo de contos, sonhos e barulho O décimo disco da carreira chega em 17 de julho, um período de três anos desde o último lançamento que também nos trouxe ótimas composições. Eldritch Magnificence foi gravado nos estúdios O.r.t.a. em Curitiba, cidade natal do quineto, durante o período de agosto de 2024 e março de 2026. A produção (sempre incrível, diga-se de passagem) ficou novamente por conta do baterista Thra’shbeard, e essa arte lindona foi feita pela Laura G. A proposta da This Lonely Crowd sempre foi trazer o universo da literatura e cinema para a música, existe uma união mais bonita e incrível que essa? Ainda mais, poder falar de contos de fadas (nem sempre é aquele bonitinho que você conhece, tá?), poemas, criaturas e suas histórias. Com 12 músicas, Eldritch Magnificence leva o ouvinte para uma jornada musical e de fantasia, todas as letras do disco foram inspiradas por autores como Jim Henson, Ursula K. Le Guin, R. L. Stevenson, e alguns rostos misteriosos do cinema alternativo dos anos 70 (El espíritu de la colmena, Valerie a týden divu). A música que dá início é a instrumental A vast and majestic cosmic drama, podemos destacar o ótimo trabalho de guitarras, algo muito comum nas composições da banda, ela tem aquela atmosfera que já conhecemos, com um gostinho de Mogwai. Em seguida, Doubt of a Shadown chega com o pé na porta, os blast beats da bateria de início podem dar a entender que teremos uma música extrema, mas na verdade ela é uma ótima combinação de porradaria e melodia, enquanto a bateria se mantém frenética na maior parte do tempo, as guitarras e vocais seguem um tom mais melódico, um equilíbrio perfeito. Falando ainda em extremo, Mimesis já começa com riffs pesados de guitarra, aqui a banda mostra seu lado mais obscuro, aquele flerte com o metal extremo da qual são fãns. Ainda assim, conseguem dosar bem a sonoridade com partes mais shoegazísticas. Essa é pra ouvir bemmm alto! Melancholethe tem linhas de baixo em primeiro plano e traz guitarras numa vibe mais post-rock, aqui é como se a banda voltasse há alguns anos atrás em sua sonoridade, mas sem soar datado. É uma música com riffs que vão ecoando de forma bonita, abrindo espaço pra momentos de guitarras mais pesadas e presentes, mas com aquele equilíbrio que já comentei anteriormente. Em VentaBlue, a dinâmica muda um pouco, ela tem solos muito bonitos de guitarra, aliás, guitarra é o que não falta por aqui. Elas se encaixam muito bem com baixo e bateria, todos os instrumentos se mostram presentes, num trabalho perfeito, parece até uma orquestra sendo regida por alguém que entende do assunto. The Joy of Exploring Gardens foi o primeiro single lançado, ela tem um clima tão nostálgico e bonito, eu diria que ela me remete aos primeiros trabalhos do grupo. Gosto dessa atmosfera que bebe do shoegaze e rock alternativo, essa aqui é pra sentir, botar os fones e viajar literalmente num clima bem gostosinho. Misture uma guitarra com uma vibe mais crunchy (crocante) e densa com riffs sonhadores, aos poucos eles evoluem em um plano de fundo bonito, essa é Which Mask Is Your Mirror, mais uma faixa instrumental que soa bem aos ouvidos, é como se ela fosse um breve respiro para o que vem a seguir. A energia é retomada em riffs pesados e cheios de efeito, e uma bateria bem marcada, Mercurial Fables é aquela fusão de peso e melodia que cai como uma luva na sonoridade da This Lonely Crowd, ela vem pra te dar um chacoalhão, como eu disse, guitarra é o que não falta por aqui. Um momento de maior calmaria vem com Mourning tiny dears, a faixa aposta em um instrumental devaneador, escondendo um pouco guitarras pesadas e focando em um ritmo um pouco mais cadenciado. Revivemos aquele clima de rock alternativo e shoegaze anos 90 em Sibyllina, talvez essa poderia ser facilmente uma faixa desconhecida do Siamese Dream dos Pumpkins. Liminal é uma música um pouco mais introvertida, mas que tem momentos cheios de riffs ecoantes e atmosféricos que encerram com instrumental mais enérgico. O culto às guitarras pesadas continua em Eldritch Magnificence, inclusive, ela consegue criar um ar cinematográfico com diferentes momentos, da tensão criada com as guitarras pesadas e vocais sussurrados ao respiro em melodias mais abertas, é como se aquela cena do vilão dementador desse espaço para momentos de esperança. Se você gosta de gêneros dentro do metal, post-rock, shoegaze e rock alternativo, a This Lonely Crowd é pra você! Uma banda produtiva sem soar repetitiva, sempre tem uma surpresinha em cada disco pra te deixar bem maluco por eles, mais uma vez volto a dizer, estão fora da caixinha de bandas que você conhece por aí. Acompanhe a This Lonely Crowd nas redes sociais: Facebook | Instagram | Bandcamp | Spotify Confira o disco Eldritch Magnificence:
Mouth Ulcers remodelando a nova geração do rock gótico inglês

Olhos que esbanjam introspecção e lápis preto, cenários que parecem tirados de algum filme vampiresco e uma sonoridade fria e dançante que ecoa do underground inglês, eles representam a nova geração do rock gótico, conheça o Mouth Ulcers. O quarteto surgiu em 2025 na cidade de Londres e é formado por: Zak Watson (vocal, guitarra), Josephine Rose (guitarra, vocal), Jamie Lee Culver (baixo) e David Zbirka (bateria). Silent Pictures é o primeiro EP do grupo, ele apresenta uma fusão de emoções, que vão da melancolia ao emocional, trazendo aquela sensação de andar a noite por ruas vazias, num clima frio e acompanhado por arquiteturas góticas. Esse visual que consegue ser emulado de filmes como Entrevista com o Vampiro ou Fome de Viver é representando nas 7 faixas que compõem o trabalho. A abertura fica com “Prevail”, que segundo a banda foi influenciada pelo filme Stalker, de Tarkovsky. Ela começa com linhas frenéticas de baixo que explodem em primeiro plano, e logo são abraçadas por guitarras e sintetizadores que singelamente vão dando pano de fundo para um clima aéreo, o vocal é frio e embala a sonoridade que te transporta para uma pista de dança escura e de luzes vermelhas. Já em “Western Horror Story”, o grupo traz dueto nos vocais, com aquela introspecção já conhecida em bandas do gênero, a guitarra é um show a parte e vai de riffs mais empoeirados e etéreos a sintetizadores sombrios que criam aquela atmosfera sombria perfeita. As guitarras ecoam de forma bonita na próxima faixa, “Space” destaca vocais fantasmagóricos e novamente aposta no clima dançante criados por baixo e bateria, como a própria banda diz é “música para vampiros dançarem”. Em Silent Pictures ouvimos guitarras mais estridentes e uma bateria que te chama pra dançar com as sombras, a faixa ganhou vídeo clipe que parece ter sido gravado na década de 80, com aquela coloração mórbida de filmes de terror. “Closer to You”, mantém o tom frenético do disco e é envolta por guitarras cintilantes, ruidosas e vocais sussurrados, ela mantém o gás na pista. Enquanto isso, “Satisfy” aposta em algo mais emocional que são transmitidos nas boas doses de guitarras melódicas que rodeiam a composição, sem deixar de lado momentos mais agitados. A Perfect End encerra o trabalho em alta, com uma atmosfera cinematográfica, as guitarras de tom misterioso e seus sintetizadores dramáticos são o destaque, transformando a experiência no que poderia ser facilmente a cena tensa de algum filme noire ou vampiresco. Acompanhe o Mouth Ulcers nas redes sociais: Instagram | Spotify | Bandcamp Confira o EP Silent Pictures:
High on Fire, lendária banda de stoner vem ao Brasil

A Solid Music Entertainment anuncia para outubro de 2026 a seminal banda de stoner/sludge High on Fire pela primeira vez no Brasil. A banda norte-americana vencedora do Grammy, formada em 1998 por Matt Pike, guitarrista e vocalista também conhecido por seu trabalho no Sleep, se apresenta no dia 4 de outubro, domingo, em show único na Burning House, em São Paulo, dentro da Latin America Tour. Ingressos na 101Tickets: 101tickets.com.br/events/details/High-on-fire-em-Sao-Paulo Formado em Oakland, na Califórnia (EUA), o High on Fire se consolidou como um dos nomes mais respeitados do metal pesado contemporâneo. A banda construiu uma identidade própria ao levar o peso do doom e do stoner para uma zona mais agressiva, acelerada e física, em diálogo com Black Sabbath, Motörhead, sludge e thrash metal. Ao longo de nove álbuns de estúdio, o High on Fire construiu uma discografia que serve de referência para o metal norte-americano das últimas duas décadas. Blessed Black Wings (2005), produzido por Steve Albini, é frequentemente citado como um dos melhores álbuns de metal dos anos 2000. Death Is This Communion (2007) consolidou a chegada de Jeff Matz no baixo e aprofundou o alcance da banda. Já Snakes for the Divine (2010) chegou com o grupo já em outro patamar na música pesada, incluindo uma tour em suporte ao Metallica. De Vermis Mysteriis (2012) também foi muito bem recebido por fãs e crítica. Em 2019, o High on Fire venceu o Grammy de Melhor Performance de Metal com “Electric Messiah”, faixa-título do álbum lançado em 2018. Atualmente a banda divulga Cometh the Storm, nono álbum de estúdio, lançado em 2024 e com produção assinada pelo genial Kurt Ballou, do Converge. Cometh the Storm mantém as coordenadas de sempre: riffs densos, bateria de ataque direto, letras que transitam por guerra, mitologia e ocultismo, mas abre espaço para algo inédito na obra da banda. Jeff Matz (baixo), que passou o período de hiato aprofundando o estudo da música turca e aprendendo o bağlama, instrumento de cordas do folclore da região, trouxe esse vocabulário para dentro do disco. Para a Latin America Tour, o baterista é Ben Koller, do Converge e All Pigs Must Die. Mike Pike, uma lenda viva do stoner Pike ficou conhecido primeiro pelo Sleep, trio de Oakland que ajudou a definir o doom e o stoner metal com discos como Holy Mountain (1992) e o lendário Dopesmoker, álbum de uma única faixa de 52 minutos que uma gravadora major recusou lançar e que se tornou um dos objetos de culto mais duradouros do gênero. Quando o Sleep entrou em hiato no fim dos anos 1990, Pike começou o High on Fire com uma proposta deliberadamente diferente: menos peso contemplativo, mais velocidade e agressividade, em algum lugar entre o Black Sabbath, o Motörhead e o thrash metal. SERVIÇO High on Fire em São Paulo Data: domingo, 4 de outubro de 2026 Horário: a partir das 18h Local: Burning House (Avenida Santa Marina, 247, Água Branca – São Paulo/SP) Venda online: 101tickets.com.br/events/details/High-on-fire-em-Sao-Paulo Valores (1º Lote): Pista meia-entrada ou com doação de 1 kg de alimento: R$ 160,00 Mezanino meia-entrada ou com doação de 1 kg de alimento: R$ 250,00 Pista inteira : R$ 320,00 Mezanino inteiro: R$ 500,00 Realização: Solid Music Entertainment
This Lonely Crowd lança a nova The Joy of Exploring Gardens e prepara novo disco

A banda curitibana de faerie rock This Lonely Crowd lançou no último dia 23 de junho a nova “The Joy of Exploring Gardens”, e prepara o lançamento de seu novo disco Eldritch Magnificence para o próximo mês de julho. Um dos nomes mais curiosos e eu diria até misteriosos da cena do rock alternativo brasileiro está de volta. O grupo usa de pseudônimos do mundo dos contos de fada para se apresentar, são eles: Raunip (guitarra), Boni Dio (guitarra), Encantatriz (baixo e vocal), Thra’shbeard (bateria) e Ogion (guitarra e vocal). A discografia é de respeito e conta com oito discos de estúdio, uma coletânea e três Ep’s, o quinteto constrói sua sonoridade a partir de várias influências diferentes, que vão desde o rock alternativo dos anos 90, o pop, heavy metal e pitadas de post-rock e shoegaze. Já a temática é envolta por temas fantasiosos de contos de fadas, poemas e criaturas estranhas. The Joy of Exploring Gardens cria um cenário de devaneios fantasiosos A faixa que fará parte do décimo disco da banda intitulado Elditrch Magnificence, traz uma pitada do que podemos esperar do novo trabalho. A sonoridade construída pela This Lonely Crowd sempre encanta, durante os 3:57 de música, entramos em um universo musical que percorre guitarras reverberando e melodias nostálgicas, um ótimo pano de fundo para receber letras com recortes de fantasias, sonhos e um cenário paralelo ao mundo chato e tão sem esperanças que vivemos atualmente. É como se aqui os portões fossem abertos, para que pelo menos durante esses quatro minutos você se delicie com uma música que te transporta para uma atmosfera mágica, sonhadora, assim como abrir um livro e mergulhar nas milhares palavras que o integram. Ouvir The Joy of Exploring Gardens requer um escape da realidade, da monotonia, isso é o que mais agrada nos discos da banda, pois eles são como um capítulo de uma história que ainda não sabemos o fim, estamos vivos com ela até que dure, como espectadores e bons ouvintes de uma música fora da curva do que se é esperado hoje. AUMENTEM O SOM! ESCUTEM THIS LONELY CROWD! Confira The Joy of Exploring Gardens: Acompanhe a This Lonely Crowd nas redes sociais: Facebook | Instagram | Bandcamp