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Melhores discos internacionais de 2024

Olá, pessoal! Voltamos e pra finalizar com chave de ouro, trouxemos os melhores discos internacionais de 2024, segunda nossa opinião. Todos nós aqui do blog escutamos muitos discos durante o ano, foi um pouco difícil selecionar vários para entrar nessa lista, acredito que temos aqui os que mais escutamos, mas óbvio que alguns discos como o novo do The Cure impressionaram após a longa espera de anos, tivemos também Kim Gordon com o ótimo The Collective ou Kendrick Lamar que nos pegou de surpresa. Enfim, acho que conseguimos colocar aqui um pouco do que nós escutamos e gostamos, esperamos que esse ano tenha sido bacana pra vocês também. Sendo assim, até o ano que vem com muito mais música! Fontaines D.C – Romance Das bandas novas do chamado revival pós-punk, o Fontaines D.C é uma das mais interessantes, eles lançaram este ano o quarto disco de estúdio, Romance. “Romance continua fugindo daquele crank wave e spoken work que ficou saturado com as trocentas bandas pós-punk que surgem em cada esquina da Irlanda ou Reino Unido. Gostei desse trabalho porque acho que a banda está buscando expandir sua sonoridade e procurar uma identidade. Em cada disco dá pra perceber que o Fontaines têm agradado seus fãs sem se prender especificamente ao pós-punk. Ainda que os integrantes tenham assumido uma estética bizarra nessa era, a sonoridade continua ótima, destaque para Here’s the Thing, Favorite e Desire.” Romance de Fontaines D.C. Gustaf – Package Pt.2 O segundo álbum do Gustaf é uma continuação do primeiro, explorando a jornada emocional do narrador através de um som divertido e dançante com elementos de ópera rock. “A banda expande a sonoridade do punk, incorporando influências incomuns ao gênero, nesta segunda parte da sua história, que é agressiva, divertida e dançante. É um trabalho coeso e criativo que proporciona uma jornada emocional e envolvente. Junto com bandas como Sprints, que debutou esse ano (falamos dela lá pelo nosso instagram), e Amyl and The Sniffers, Gustaf entrega uma autenticidade e inovação que só agregam ao gênero.” Package Pt. 2 de Gustaf Wunderhorse – Midas Midas é o terceiro disco dessa banda britânica e logo na primeira audição me surpreendeu positivamente. “Ao colocar esse disco pra tocar pela primeira vez, a sensação foi de estar no fim dos anos 90 ouvindo o disco novo de uma das melhores bandas da época. Dá pra perceber aqui uma mistura bem feita do rock alternativo dos anos 90 com algo dos 80, uma coisa meio The Cult encontra com Bush. É o tipo de som que eu adoraria escutar em uma rádio rock a tarde dentro do carro e isso me traz nostalgia. Destaques para Rain, Silver, Emily e July.” Midas de Wunderhorse Beth Gibbons – Lives Outgrown O novo álbum de Beth Gibbons, Lives Outgrown, é uma obra densa e pessoal. “Com um som mais focado na atmosfera e nas emoções do que nas estruturas musicais convencionais com as quais estava acostumada a trabalhar no Portishead, o disco se afasta do trip-hop, sendo mais denso e pessoal, tornando a experiência de escutar o disco algo introspectivo e emocionalmente carregado, demandando mais do ouvinte, mas entregando uma recompensa única. Com produção de James Ford, que produziu Memento Mori do Depeche Mode e The Car do Arctic Monkeys, Lives Outgrown é um trabalho à altura de Beth Gibbons.“ Liana Flores – Flower of the Soul O álbum de estreia de Liana Flores, Flower of the Soul, é um trabalho lindo, com sonoridade de bossa nova com tons etéreos. “Uma linda mistura que lembra Cocteau Twins e Loreena McKennitt, o primeiro disco da artista britânica de ascendência brasileira é uma obra de arte sonora que merece ser celebrada. A fusão de bossa nova com os tons etéreos cria uma ambientação que desperta nostalgia e leveza, quase como um sonho. Cada faixa do disco é inesquecível, mas, para conhecer, o destaque fica com Nightvisions e Butterflies (com participação especial de Tim Bernardes, do Terno).” Charlie XCX – BRAT O que é esse fenômeno BRAT? Afinal, o que falar desse disco que com certeza ficou marcado na carreira da Charlie XCX. “BRAT entra na lista de melhores do ano não só por sua sonoridade, mas por todo o “barulho” que ele fez. Charlie impressionou ao começar pela arte da capa que não é nada bonita ou apelativa. Ao contrário, ela foi contra a corrente, conseguiu promover essa identidade do disco tão bem quanto seus anteriores. Além disso, lançou mais duas versões remixadas, que não soavam como remixes clichês e sim construções bem interessantes das faixas, sem contar os feats de peso como Billie Eilish, Ariana Grande e Shygirl. Esse é um trabalho que continua reverberando por aí.” BRAT de Charli XCX DIIV – Frog In Boiling Water DIIV escreveu sobre as mazelas do late stage capitalism e sobre como toda desgraça é normalizada com Frog in Boiling Water “Para ser honesta, há poucas coisas que me alegram mais do que shoegaze e meter o pau no capitalismo. E DIIV conseguiu unir essas duas coisas lindamente. Há uma mudança de pensamento de estilo de vida no pós pandemia, muita coisa que não vai mais voltar a ser o que era antes, não necessariamente por conta de vírus ou coisa do tipo, mas porque o ser humano mudou. Muita coisa a gente internalizou, muita coisa a gente normalizou. E o DIIV veio justamente para abordar isso, e como a gente se sente como um sapo sendo cozido lentamente e simplesmente não percebe ou não tem forças para fazer nada sobre isso. Além da crítica política, que eu achei excepcional, especialmente quando combinada com a performance ao vivo e os flashes que tocaram durante o show deles aqui no Brasil, as músicas são grandiosas, com excelentes melodias e sem deixar de ser o bom DIIV que a gente conhece e gosta. Um disco maduro, mais consciente, mais adulto. Só que sem perder as guitarrinhas jovens que dão esse espírito de juventude rebelde que DIIV sempre carregou. Esse show

Melhores discos nacionais de 2024

Como prometido, continuamos com nossas listas de fim de ano, dessa vez, trazemos os melhores discos nacionais de 2024 na nossa opinião. 2024 foi um ano legal pra conhecer artistas novos da cena brasileira, e tem trabalhos aí que com certeza vão ficar marcados por muito muito tempo. Amaro Freitas – Y’Y Y’Y é o quarto disco de Amaro Freitas, pianista, tecladista, compositor e arranjador nascido na cidade de Recife, em Pernambuco. “Esse disco tem uma atmosfera muito singular e profunda com as raízes indígenas, Amaro conseguiu transmiti-las muito bem através de sua música. A sensação ao ouvi-lo é de realmente se conectar com algo sagrado. Como se você ficasse imerso naquele universo sonoro e captasse toda aquela energia que os instrumentos e diferentes sons vão emanando. Definitivamente um dos trabalhos mais bonitos que já ouvi” Y'Y de Amaro Freitas Rogê – Curyman II Rogê é um músico e compositor brasileiro, nascido no Rio de Janeiro. Ainda que já tivesse suas fortes conexões com a música, foi nestes últimos anos que ele realmente alcançou outro patamar. “Eu já tinha visto essa capa em algum lugar na internet, de primeira não me pegou muito, mas fiquei curioso. Mais tarde, encontrei com ela novamente em uma lista de melhores do ano. Era o que eu precisava para ir atrás mais uma vez. E realmente afirmar, que esse é um dos melhores discos brasileiros que ouvi em algum tempo. Ele é totalmente brasileiro, tem um pouco de tudo ali, da mpb, do samba, das raízes africanas, um ótimo representante da música brasileira atual.” Rogê – Curyman II de Rogê Tagore – Barra de Jangada Tagore é um dos grandes representantes da psicodelia nordestina. Se você conhece Ave Sangria, Lula Côrtes e Marconi Notaro vai se identificar rapidamente. “Barra de Jangada é o terceiro trabalho de estúdio, e veio numa pegada totalmente diferente, se compararmos aos trabalhos anteriores. Acontece que aqui ele funciona meio que como uma trilha sonora do fim dos anos 80 e começo de 90. Lembra bastante aquelas trilhas com belas músicas compostas por Ivans Lins e Sá & Guarabyra, por exemplo. Eu particularmente gosto muito, acho nostálgico, bonito e sensível. O feat na faixa Azul Perfume é um dos mais bonitos que já ouvi.” Oruã – Passe Oruã é uma banda do Rio de Janeiro, formada por volta de 2016 e que chega ao seu quinto disco de estúdio. “Já na primeira audição tive certeza que, pra mim, Passe era um dos melhores discos nacionais do ano. Isso devido a sutileza com que o álbum se desenvolve. Dos climas psicodélicos ou ruidosos que flertam com o noise, pós-punk e krautrock. Os vocais de Lê Almeida, ainda que bem singelos, funcionam como uma camada a mais para a sonoridade. Procure escutar Caboclo e Brutos Amores, e você saberá do que estou falando.” PASSE de Oruã PAPISA – Amor Delírio Amor Delírio é o segundo álbum de estúdio da cantora paulista e um clássico moderno. “Com suas letras sobre desilusões amorosas, como o próprio nome sugere, o álbum nos toma de supetão pelo hit “Dores no Varal”, que dita como vai ser a sonoridade ao longo de toda a jornada de quase 30 min. Papisa nos conta a história triste de um relacionamento, mas de uma forma leve, com sua voz doce e envolvente, acompanhada de um instrumental bem oitentista, bebendo da fonte do dream pop, mas um pouco menos lento, com batidas mais animadas. O triste também pode ser bonito aqui, leve, como alguém que te pega pela mão no meio da chuva e te faz sorrir. Se você gosta de Terno Rei, Carne Doce e Marina Lima, esse álbum é pra você.“ Amor Delírio de PAPISA BEBÉ – SALVE-SE A primeira vez que ouvi Bebé achei bem intrigante, uma mistura de R&B, pop, rap, num clima meio alternativo, misterioso. Ao vivo eu pude afirmar que ela era uma das melhores artistas atuais. “SALVE-SE é o segundo trabalho dessa jovem artista, uma baita potência, aquele tipo de som que sai da caixinha do que artistas estão acostumados na cena nacional. Eu gostei de Bebé justamente porque ela é ousada, consegue trazer ótimas referências musicais pro seu som, é autêntica, sentia falta de pessoas assim na música. O que posso dizer é que esse disco manteve sua qualidade, espero que ela continue sendo reconhecida por seus trabalhos e trazendo um frescor pra cena nacional.” Giovanna Moraes – fama de chata O último álbum de Giovanna Morães, cantora Paulista que atua desde 2017, virou sucesso no tik tok, mas não da pra resumir o que o som dela significa em 2024 a isso simplesmente. “Surgiram muitos sons inovadores/diferentes dentro do rock alternativo nacional nos últimos anos. Alguns não ganharam tanta atenção quanto outros, e claro que ganhar ou não atenção não é critério de qualidade, e vice-versa. Falar de ‘cara de chata’ é quase metalinguístico, já que algumas faixas têm um certo tom de anticrítica (longe desse excerto sobre o álbum ser considerado uma grande crítica analítica), mas é um grande e incrível amontoado de antíteses, com letras óbvias, mas sobre coisas que ainda não foram ditas, com um som fácil de digerir e familiar (lembra alguns hits da década de 2000, que tocavam nas edições de Malhação, como Pitty e Luka — isso é só uma constatação pessoal, sem demérito ao som). Depois do boom do shoegaze e do dream pop no rock alternativo, que aconteceu nos últimos anos, é muito bom ouvir sons de qualidade que vão para caminhos opostos a esse. Não conheço os outros trabalhos da Giovanna, mas com certeza me deu vontade de acompanhar a carreira dela daqui para frente. “ Silvia Machete – Invisible Woman Silvia Machete é uma multiartista carioca que entrega um trabalho sofisticado, profundo, conciso, constante e que experimenta na medida certa; uma verdadeira bossa nova noir. “Ao longo de suas onze faixas, “Invisible Woman” exala um tom noir único, mesclando bossa nova, soul, jazz e outras influências. O resultado é uma trilha

Os melhores discos de metal de 2024

Imagem de mãos fazendo chifre em um público de show de rock.

Pois é, novembro chegou ao fim, e vamos iniciar uma série de listas para falar sobre os lançamentos mais legais de 2024. Este ano tem sido excelente para a música, especialmente para o metal, com grandes bandas trazendo álbuns de altíssima qualidade, por isso selecionamos 10 deles para inaugurar a lista Os melhores discos de metal de 2024. Separamos dez discos, que na nossa opinião, foram os melhores lançados neste ano. Passamos por estilos diferentes dentro do gênero, como gothic metal, death e doom, só pra citar alguns. Lembrando que a lista é baseada em nossa opinião, um recorte dos artistas que escutamos até o momento. Blood Incantation – Absolute Elsewhere Esse quarteto de Denver, Colorado lançou um dos discos mais interessantes do ano. Absolute Elsewhere é o quarto álbum de estúdio e traz uma mistura de death metal, psicodelia e rock progressivo. As músicas são envoltas por temas cósmicos e acompanhadas de riffs rápidos, blast beats e sintetizadores. Essa seria facilmente a trilha sonora de um filme de terror com invasões alienígenas e muito sangue. Pra ficar mais fácil (ou não) imaginem um Morbid Angel com bastante influências de Pink Floyd, enfim, o resultado é esse e ficou sensacional. Absolute Elsewhere Blood Incantation Papangu – Lampião Rei Essa aqui é sinceramente uma das bandas mais interessantes do Brasil. Diretamente de João Pessoa, na Paraíba, esse sexteto vem fazendo barulho na cena com o seu disco Lampião Rei. Esse é o segundo trabalho da banda, e conta com uma rica diversidade, além da forte identidade da música, folclore e literatura nordestina, eles combinam em sua sonoridade um pouco do rock progressivo, death metal, psicodelia, jazz fusion e mpb. Conseguiu imaginar? Não? Então corre pra escutar, definitivamente uma das melhores bandas do momento, de dar orgulho. Lampião Rei de Papangu Chat Pile – Cool World Talvez você não saiba muito o que esperar desse disco, já que a banda é categorizada por alguns como pós-hardcore, mas eles estão bem longe disso e você pode se surpreender. O Chat Pile é uma banda relativamente nova, surgiu em 2019 em Oklahoma. Esse é o segundo disco de estúdio deles. O mais legal foi essa mistura maluca de pós-hardcore, pós-punk, noise rock e sludge. Eles conseguiram criar uma atmosfera bem foda, sombria, pesada e cheia de energia, daquelas que depois de ouvir dá vontade de assistir ao vivo e banguear até o pescoço doer. Cool World de Chat Pile Hamferð – Men Guðs hond er sterk O terceiro disco do Hamferð é uma profunda viagem aos sentimentos melancólicos e obscuros. Essa banda das Ilhas Faroé faz muito bonito, pegando influências do doom e death metal. Inspirado em uma tragédia ocorrida em 1915 na vila de Sandvik, Men Guðs hond er sterk consegue transmitir essa atmosfera de perda e melancolia. Com uma boa produção, as composições pegam nosso ouvido em cheio, dos momentos carregados e pesados aos mais melódicos graças também ao trabalho incrível dos vocais limpos e guturais que dão um show a parte e são muito bem executados. Men Guðs hond er sterk de Hamferð Múr – Múr Bandas islandesas tem o dom de fazer música boa e diferente do convencional, existe uma atmosfera que logo quando se ouve, sabe-se que que vem de lá. O Múr é uma banda nova, acabaram de lançar seu primeiro disco autointitulado. A reação ao ouvir Heimsslit e assistir ao clipe pela primeira vez foi “Uau, que banda”. Acontece que eles conseguem unir alguns gêneros como doom, sludge e post-rock, e não só isso, existe um trabalho foda com teclados, que dão essa atmosfera meio cinematográfica, misteriosa e obscura para o som da banda. Assim que você assistir esse vídeo, saberá do que estamos falando. Esse é de longe, um dos melhores lançamentos do ano. Múr (24-bit HD audio) de Múr Opeth – The Last Will And Testament The Last Will and Testament é o décimo quarto disco do Opeth, um trabalho muito aguardado pelos fãs. Com a a divulgação do primeiro single, a faixa “§1”, as esperanças de um disco mais pesado e o retorno dos vocais guturais de Mikael Äkerfeldt era real. O conceito do trabalho conta a história de um patriarca rico durante um período pós-guerra que lê um testamento cheio de segredos chocantes para a família. Inclusive, as letras são a leitura desse testamento, e por isso são nomeadas com parágrafos, com exceção de “A History Never Told“. Na sonoridade temos músicas que conseguem mesclar o som pesado e progressivo, os guturais de Mikael continuam monstruosos e temos alguns instrumentos que fazem a diferença como cordas e flautas, essas inclusive são fruto da participação de Ian Anderson do Jethrol Tull. O disco também marca a entrada do novo baterista Waltteri Väyrynen que já mostrou que consegue segurar a bronca. High Parasite – Forever We Burn Essa banda foi uma grata surpresa! Forever We Burn é o disco de estreia e conta com ninguém menos que Aaron Stainthorpe, vocalista da banda britânica My Dying Bride. Eu diria que o High Parasite é uma mistura do que há de melhor no metal gótico de bandas como Paradise Lost, Moonspell e Darkseed. E não menos que isso, as músicas vão em fundo no estilo. Temos composições com aqueles refrões bonitos e bem cadenciados na guitarra. Já os vocais tem seus momentos graves, lembrando bandas de rock gótico dos anos 80 e ora rasgados, trazendo uma dinâmica mais pesada do que o comum. Óbio que Aaron também colaborou para essa essência mais fúnebre, afinal sua voz é bem característica e ajuda a criar essa atmosfera. No fim, temos um ótimo disco, e se coçando pra ver o show ao vivo. Sólstafir – Hin Helga Kvöl O Sólstafir é um dos principais nomes do metal islandês, ficaram conhecidos pela música Fjara, um som bem característico que mescla o metal progressivo, black metal e post-rock, prezando por atmosferas ambientes. Em 2024 eles chegam ao seu oitavo disco, e com ele trazem boas doses de peso, algo que tinha

Buena Vista Social Orchestra, icônico grupo cubano, vem ao Brasil em 2025

Buena Vista Social Orchestra

Formado por integrantes originais do Buena Vista Social Club, o grupo cubano Buena Vista Social Orchestra, com direção musical de Jesus ‘Aguaje’ Ramos (trombonista original do Buena Vista Social Club), vem pela primeira vez ao Brasil em abril de 2025 com um inédito espetáculo repleto de clássicos do projeto musical cubano – criado em 1996 – mais vendido da história, e um patrimônio eterno da música mundial. Com realização da Estética Torta, o Buena Vista Social Orchestra fará uma extensa turnê pelo Brasil, com shows em oito capitais. Será uma experiência musical inesquecível e emocionante! Ingressos à venda: http://www.clubedoingresso.com/buenavista A turnê começa dia 12 de abril em Recife/PE, no Teatro Boa Vista, e segue dia 15/04 para Belo Horizonte/MG, onde o grupo se apresenta no BeFly Minascentro. O show seguinte é dia 17/04 no Rio de Janeiro/RJ, no Teatro Clara Nunes. Em São Paulo/SP, o Buena Vista Social Orchestra toca dia 19/04 no Teatro Celso Furtado (Parque Anhembi). Dia 22/04 é a vez de Curitiba/PR, na Ópera de Arame, e depois vem o show em Porto Alegre/RS, dia 24/04, no Salão de Atos (PUC). As duas últimas datas são em Goiânia/GO, dia 26/04, no Teatro Madre Esp. Garrido, e em Brasília/DF, dia 27/04, no Auditório Planalto (CCUG). O legado do grupo Sob regência e condução de Jesus “Aguaje” Ramos – maestro, trombonista, diretor artístico e compositor original do aclamado grupo Buena Vista Social Club – o espetáculo preserva o legado do grupo cubano mais famoso de todos os tempos, com apresentações cheias de energia que têm arrastado multidões para teatros de todo o mundo! Em Buena Vista Social Orchestra, Ramos é acompanhado por um conjunto estelar de músicos cubanos, incluindo outros membros originais do Buena Vista Social Club, como Luis “Betun” Mariano Valiente Marin (Congas, Bongo), Emilio Senon Morales Ruiz (Piano) e Fabían Garcia (Baixo), em uma orquestra completa de 10 músicos! No repertório do espetáculo, os fãs podem esperar ouvir os principais clássicos do aclamado grupo cubano, incluindo canções do icônico álbum “Buena Vista Social Club”, lançado em 1997 e consagrado com inúmeras premiações, incluindo um Grammy. O fenômeno Buena Vista Social Club Buena Vista Social Club e projetos relacionados à banda já venderam mais de cinquenta milhões de cópias ao redor do planeta, tornando-se o projeto musical cubano mais vendido da história, e um patrimônio eterno da música mundial. Buena Vista Social Orchestra apresenta uma oportunidade de reviver e testemunhar mais uma vez os maiores clássicos da música cubana com toda a atmosfera e energia que somente um show ao vivo pode proporcionar. SERVIÇO 12.4 – RECIFE @Teatro Boa VistaIngresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/buenavistasocialorchestra-recife 15.4 – BELO HORIZONTE @ BeFly MinascentroIngresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/buenavistasocialorchestra-belohorizonte 17.4 – RIO DE JANEIRO @ Teatro Clara NunesIngresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/buenavistasocialorchestra-riodejaneiro 19.4 – SÃO PAULO @ Teatro Celso FurtadoIngresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/buenavistasocialorchestra-saopaulo 22.4 – CURITIBA @ Ópera de ArameIngresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/buenavistasocialorchestra-curitiba 24.4 – PORTO ALEGRE @ Salão de Atos – PUCIngresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/buenavistasocialorchestra-portoalegre 26.4 – GOIÂNIA @ Teatro Madre Esp. GarridoIngresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/buenavistasocialorchestra-goiania 27.4 – BRASÍLIA @ Auditório Planalto (CCUG)Ingresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/buenavistasocialorchestra-brasilia Mais informações:https://www.instagram.com/tedesco.com.midia

KOKOKO! vem ao Brasil com sua mistura sonora de ritmos africanos e música eletrônica

KOKOKO! é uma banda formada no Congo em 2016 com uma sonoridade experimental que une gêneros da música eletrônica, punk, pós-punk e ritmos africanos. As composições do grupo pautam problemas sociais vividos no país, o interessante é que as músicas são cantadas em uma variedade de diferentes idiomas como francês, quicongo, Lingala e Swahili. Ainda no início da carreira, os integrantes usavam vários tipos de materiais para criar seus próprios instrumentos caseiros, visto que os tradicionais tinham alto custo. Hoje eles trazem na bagagem dois discos de estúdio, são eles: Fongola (2019) e Butu (2024). Essa sonoridade rica e diferenciada levou a banda a se apresentar em vários lugares pelo mundo. Além disso, participaram de programas famosos como KEXP e Tiny Desk. Aqui no Brasil o grupo fará duas apresentações inéditas em São Paulo no Sesc Avenida Paulista nos dias 13 e 14 de dezembro às 19h30 no térreo, os ingressos já estão à venda. Serviço:KOKOKO! no Sesc Avenida PaulistaHorário: 19h30Local: TérreoIngressos: 18 credencial | 30 meia | 60 inteiraPara comprar os ingressos acesse aqui. Para conferir mais notícias de shows acesse nossa seção. Confira Butu, disco lançado este ano: Acompanhe a banda nas redes sociais: Instagram | Facebook | Youtube

Lacuna Coil confirma turnê no Brasil em 2025

Imagem da banda Lacuna Coil

A banda italiana Lacuna Coil retorna ao Brasil em 2025 para quatro apresentações, essa será a sétima passagem do grupo por aqui. A turnê faz parte da divulgação de seu novo disco Sleepless Empire, que será lançado no dia 14 de fevereiro de 2025. Lacuna Coil chega ao seu décimo disco O Lacuna Coil foi formado em 1994 na cidade de Milão na Itália, ficaram mais conhecidos a partir do disco Comalies, lançado em 2002. Sucessos como “Heaven’s a Lie” e “Swamped” colocaram o grupo em turnê pelo mundo e também nas principais mídias de metal. Com o passar dos anos a banda foi moldando seu som e trazendo mais elementos do metal moderno, mudança que pôde ser notada no disco Shallow Life, daí pra frente foram seguindo essa fórmula e conquistando mais fãs pelo mundo, além de se apresentarem nos principais festivais de metal do mundo. Em 2024, o grupo divulgou algumas músicas novas que estarão em seu novo disco intitulado Sleepless Empire, algumas faixas contam com a participação de artistas das bandas Lamb of God e New Year’s Day. Confira as datas e locais das apresentações: Lacuna Coil em São Paulo Data: 15 de março (sábado)Local: Carioca Club PinheirosAbertura da casa: 19h00Ingressos: ESGOTADOS Lacuna Coil em Curitiba Data: 16 de março (domingo)Local: Tork n’ RollAbertura da casa: 19h00Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/lacunacoil-curitiba Lacuna Coil em Belo Horizonte Data: 18 de março (quarta-feira)Local: Mister RockAbertura da casa: 19h00Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/lacunacoil-belohorizonte Lacuna Coil em Brasília Data: 19 de março (quinta-feira)Local: Toinha Brasil ShowAbertura da casa: 19h00Ingressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/lacunacoil-brasilia Confira as músicas novas que foram lançadas até o momento:

Epica vem ao Brasil em 2025 para seis shows com Fleshgod Apocalypse

A aclamada banda holandesa de metal sinfônico Epica volta à América Latina em setembro de 2025 com 13 datas, sendo seis shows no Brasil, com realização da Liberation Music Company. As datas no Brasil acontecem em seis capitais: Porto Alegre (6/09), Curitiba (7/09), Belo Horizonte (9/09), Brasília (11/09), Rio de Janeiro (13/09) e São Paulo (14/09). Desde as primeiras turnês da banda, os holandeses têm uma conexão especial com seus fãs brasileiros e mal podem esperar para retornar, desta vez com o apoio dos convidados especiais Fleshgod Apocalypse, da Itália. “Estamos entusiasmados com o anúncio do nosso retorno à América Latina!”, comenta a banda. “A paixão e dedicação que recebemos dos nossos fãs locais são únicas. Com várias músicas novas, garantimos que o setlist será muito equilibrado. Não deixem de nos enviar ideias de músicas que vocês querem ver incluídas no set.” Os demais países que recebem a turnê são Chile, Uruguai, Argentina, Peru, Colômbia, San Salvador e a primeira apresentação da banda no Panamá. Os ingressos estarão à venda a partir desta sexta-feira, 29 de novembro, às 10h (horário de Brasília). Haverá um número limitado de pacotes VIPs que garantem acesso a um Meet & Greet com o Epica, além de prêmios e benefícios especiais em epica.nl/tour! Epica Em processo de gravação do álbum sucessor de Omega, que chegou ao topo das paradas em diversos países, o Epica lançou recentemente o single ‘Arcana’. Ouça aqui: ‘Arcana’ é um vislumbre da música futura da banda, que chegará em 2025, que trara sobre sabedoria oculta, segredos perdidos há muito tempo e conhecimento esotérico. “Compor esta música foi um esforço espontâneo, então ela se formou rapidamente, o que pareceu tão natural que ela se escreveu sozinha. A música contém elementos clássicos do Epica, com traços que podem lembrar o rock alternativo dos anos 80 ou o metal moderno”, comenta a banda. Fleshgod Apocalypse Referência global do symphonic death metal, os italianos do Fleshgod Apocalypse, na ativa desde 2007, divulgam o sexto álbum Opera, com 10 faixas inspiradas na experiência de quase morte de Francesco Paoli, vocalista e mente criativa da banda. Ouça aqui: A produção impecável de Jacob Hansen, vencedor do Grammy, realça a sonoridade única da banda: uma tapeçaria sonora que entrelaça violência sonora, orquestrações majestosas e melodias arrebatadoras. SERVIÇO Epica no Brasil em setembro de 202506/09 em Porto Alegre/RSLocal: OpiniãoSite de vendas: @fastix.br | www.fastix.com.br 07/09 em Curitiba/PRLocal: Ópera de ArameSite de vendas: @fastix.br | www.fastix.com.br 09/09 em Belo Horizonte/MGLocal: Grande Teatro BeFly MinascentroSite de vendas: @fastix.br | www.fastix.com.br 11/09 em Brasília/DFLocal: ToinhaSite de vendas: @fastix.br | www.fastix.com.br 13/09 no Rio de Janeiro/RJLocal: Sacadura 154Site de vendas: @fastix.br | www.fastix.com.br 14/09 em São Paulo/SPLocal: Terra SPSite de vendas: @fastix.br | www.fastix.com.br Para mais informações:instagram.com/liberationmcofficialinstagram.com/epicaofficialwww.instagram.com/fleshgodofficialinstagram.com/tedesco.com.midia

Gaidaa traz seu R&B ao Brasil pela primeira vez

Imagem da cantora GAIDAA com fundo na cor azul

A cantora sudanesa holandesa Gaidaa vem ao Brasil pela primeira, serão três apresentações nas cidades de Brasília, Recife e São Paulo. A artista nascida no Sudão se mudou para os países baixos quando tinha 7 anos de idade, filha de um pai músico e mãe psiquiatra, ela iniciou sua jornada musical quando estava na faculdade. Um cover de Kehlani gravado em 2017 chamou atenção de Full Crate, um produtor com quem ela tentava falar há tempos. A partir daí, iniciaram uma parceria e ela começou a trabalhar na música “Storm On a Summers Day”. A faixa lançada em 2018 hoje conta com mais de 70 milhões de execuções no Spotify. Acompanhando o sucesso da música, ela decidiu sair da universidade e focar na música, foi aí que seguiu lançando alguns singles até chegar ao seu primeiro EP, intitulado Overture, de 2020. Sua sonoridade mistura R&B, ritmos africanos e pop, um fato curioso é que Gaidaa tem um EP lançado em parceria com ninguém menos que Moby, ele foi lançado em 2023 sob o título transit. Suas apresentações aqui no Brasil aconteceram com apoio da Embaixada dos Países Baixos. Em Brasília ela se apresenta no Sarau Secreto, em Recife no festival Coquetel Molotv e aqui em São Paulo no SESC Vila Mariana. Os ingressos começam a ser vendidos amanhã (26/11) às 17h00. Serviço: Gaidaa no SESC Vila MarianaHorário: 20h00Data: 04/12/2024Ingressos: 15 credencial | 25 meia | 50 inteiraVendas: https://www.sescsp.org.br/programacao/gaidaa-nld-sdn/ Acompanhe Gaidaa nas redes sociais: Youtube | Instagram | Twitter Confira o disco Overture:

Crumb entrega noite de psicodelia em São Paulo

Crumb é um quarteto de Boston que surgiu por volta de 2016, e logo trilhou uma carreira de reconhecimento na cena alternativa mundial. Com três discos de estúdio, a banda faz um som que rompe as barreiras da psicodelia e busca flertar também com o jazz e o pop indie. Este ano se apresentaram em grandes festivais como Pitchfork, Corona Capital e Primavera Sound, como parte de sua turnê promovendo o novo disco AMAMA, lançado em maio. Essa é a segunda passagem da banda pela América Latina, com shows no Chile, Argentina e Brasil. Aqui foram agendadas três apresentações, nas cidades do Rio de Janeiro, São Paulo e Curitiba. Em São Paulo a apresentação do quarteto aconteceu no Cine Joia, famosa casa de shows localizada no bairro da Liberdade. As portas abriram por volta das 19h e logo havia uma fila bem grande de fãs que aguardava ansiosamente. Pluma, banda brasileira foi encarregada de abrir a noite Pluma é uma banda aqui de São Paulo, formada em 2020 pelos amigos Diego Vargas (teclado/synth), Guilherme Cunha (baixo), Lucas Teixeira (bateria) e Marina Reis (vocal). O quarteto se conheceu durante a faculdade e começou a chamar atenção com alguns lançamentos durante os anos de 2020 e 2021. Músicas como “Mais do que eu sei falar” e “Leve” hoje são bem conhecidas na cena alternativa brasileira. Além disso, tiveram a oportunidade de se apresentar no famoso festival Primavera Sound que acontece em Barcelona. Em julho deste ano lançaram seu tão aguardado primeiro disco, Não leve a Mal, com 12 músicas, todas cantadas em português e com influências vindas do rock psicodélico e dream pop. A apresentação teve início às 20h, quando pisaram no palco e abriram com a conhecida “Quando eu tô perto“, faixa que abre o novo disco. Ainda que um pouco tímidos, fizeram uma ótima performance que conseguiu prender a atenção do público que começava a encher o local. Ao mesmo tempo, importante ressaltar que a reprodução das músicas ao vivo segue fiel ao disco, tirando alguns fatores que incomodaram um pouco, como o microfone baixo que deixou os vocais de Marina quase imperceptíveis e a bateria muito alta que acabou se destacando mais entre os outros instrumentos. No mais, tudo correu bem, destaque para os teclados de Diego Vargas, que criava a atmosfera psicodélica e às vezes lembrava aquele pop brasileiro da década de 80. Outro ponto importante no clima da apresentação foi a iluminação que estava impecável, parabéns para a pessoa responsável! Acima de tudo, conseguiram trazer para o setlist hits e muitas músicas do novo disco, inclusive, muito bem aceito pelo público que fez barulho, e pouco depois, aplaudiu muito durante a despedida do quarteto. Enfim, foram uma ótima pedida para abertura do Crumb. Setlist Pluma:IntroQuando Eu Tô PertoCorrida!Se Você QuiserQuanto Vai Ficar?Mais do Que Eu Sei FalarMais Uma VezNão leve a malJardinsPlano ZDoce/AmargoSem Você Acompanhe a banda nas redes sociais: Tiktok | Instagram | Bandcamp Confira o disco Não leve a mal Crumb e a aguardada turnê do disco AMAMA Pontualmente às 21h30 subiu ao palco do Cine Joia, Lila Ramani (guitarra, vocal), Bri Aronow (teclados), Jesse Brotter (baixo) e Jonathan Gilad (bateria). Com a casa bem cheia, iniciaram sua apresentação para um público caloroso logo na primeira música, a ótima “AMAMA“, faixa título do novo disco. Falar de um show do Crumb é algo muito gratificante, afinal, a banda é um dos principais nomes da psicodelia atual e já tem seu público cativo em terras brasileiras. Com um repertório mais focado no novo disco AMAMA, tocaram cerca de 10 músicas do trabalho, algumas como “The Bug“, “From Outside A Window Sill“, “Crushxd” e “Genie“, que também já eram bem conhecidas entre o público. A vocalista e guitarrista Lila Ramani arriscou um bom português e conversou com o público, “boa noite! Estamos muito felizes em estar aqui”, em seguida disse “a próxima música se chama (Alone in) Brussels”. O público correspondeu muito bem a todas as músicas novas, e era incrível a atmosfera que ia sendo criada a cada faixa apresentada, quase que sem pausas. A sensação era de estar presenciando a uma longa jam psicodélica, um clima tão bom daqueles que facilmente nos transporta pra longe dali. Os momentos que iam se alternando aos belos vocais de Lila, que inclusive funcionam como um quinto instrumento, junto das linhas de baixo muito precisas a bateria e as maravilhas passagens de teclado e até sax durante alguns momentos fazem qualquer um se apaixonar por essa banda. Algumas músicas como “Baloon“, “Ice Melt” e “Nina” também arrancaram gritos de fãs que estavam totalmente imersos na sonoridade do grupo. Por fim, uma pequena pausa, e Lila anuncia que aquela seria a última música da noite, para a tristeza de alguns (más lógico que a maioria sabia que era o velho truque para chamar um bis). Em seguida, continuaram com a ótima “Trophy“, do disco “Ice Melt”. Eles se despediram rapidamente e saíram do palco, ainda assim, o público logo pediu bis e gritou pelo nome da banda que rapidamente voltou ao posto e disse que tocariam não só uma, mas duas músicas. O bis contou com “Part III“, do disco Jinx e a tão esperada e mais conhecida entre os fãs “Locket“, do EP lançado lá em 2017, cantada em coro. Em conclusão, foram exatamente 1h16 de show que agradou e muito os fãs que estiveram lá, só ouvi comentários positivos durante a caminhada até o metrô. Agradecimentos especiais ao Erick da Tedesco Mídia pelo credenciamento e a Aldeia Produções pela oportunidade de assistir a essa turnê no Brasil. Setlist Crumb:AMAMACracking(Alone In) BrusselsThe BugBalloonNightly NewsFrom Outside A Window SillBNRGenieIce MeltGhostrideDust BunnyRetreat!Side By SideCrushxdNinaXXXTrophyEncore:Part IIILocket Acompanhe o Crumb nas redes sociais: Site | Instagram | Tiktok Confira o disco AMAMA: Confira outras resenhas de shows clicando aqui.

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