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Touché Amoré anuncia turnê latinoamericana com show em São Paulo

Imagem da banda Touché Amoré em preto e branco

A intensidade sonora junto à sinceridade lírica do quinteto de Los Angeles (EUA) Touché Amoré rapidamente alçaram o quinteto à banda de destaque mundial do gênero post-hardcore. Conhecida e reverenciada pelos shows enérgicos e conexão intimista com plateias, agora é a vez de São Paulo recebê-los para um show exclusivo no Brasil da turnê do disco ‘Spiral in a Straight Line’, que acontece dia 10 de maio, no City Lights. Ingressos à venda: https://fastix.com.br/events/touche-amore-eua-em-sao-paulo O show, parte de uma turnê latino-americana com mais sete datas pelo continente, tem realização da ND Productions em parceria com a Destiny. Ao longo dos anos e em sua discografia, a banda explorou e navegou pela ansiedade, isolamento, doença e luto. Atualmente um alicerce do post-hardcore, o Touché Amoré nunca parou de olhar para o futuro. Seu trabalho mais recente, ‘Spiral in a Straight Line’, continua na trajetória de inovação, transformação e reflexão, traduzindo experiências vividas em um disco amplamente ressonante que continua a explorar novos territórios sonoros para a banda. É um acerto de contas com uma mudança monumental — um resultado evocativo de turbulência interna e externa. É a segunda vez que a banda trabalha com o notório produtor Ross Robinson (At the Drive-In, Slipknot, Glassjaw). Essa colaboração contínua marca uma nova dimensão de complexidade à medida que o Touché Amoré expande ainda mais os limites de seu som e se aprofunda ainda mais em seu núcleo emocional. Jeremy Bolm (0 principal compositor), os guitarristas Nick Steinhardt e Clayton Stevens, o baixista Tyler Kirby e o baterista Elliot Babin, cada um chegou ao espaço de ensaio e estúdio com evoluções muito diferentes. No processo de criação de Spiral in a Straight Line, eles se fundiram da mesma forma, mas de forma diferente, que o Touché Amoré fez durante sua carreira de mais de uma década. Havia algo no ar que toda a equipe aproveitou durante a segunda estação mais chuvosa já registrada em Los Angeles. As músicas fluíam mais livremente e se aprofundavam mais do que nunca. Linear e circular ao mesmo tempo, ‘Spiral in a Straight Line’ trata do medo e da trepidação que acompanham mudanças fora do controle. A ansiedade de um círculo quebrado: como descobrir uma saída. Touché Amoré, e sua larga experiência em grandes festivais (Fest, Sound and Fury, Furnace Fest e Outbreak Festival), continua sendo uma das bandas mais respeitadas dentro do post-hardcore moderno e o Brasil terá a chance de comprovar essa força ao vivo. Vale ainda mencionar que a banda já rodou Estados Unidos e Europa ao lado de outros nomes de peso, como Deafheaven, Thrice, Circa Survive e Converge, consolidando ainda mais sua posição dentro da cena alternativa SERVIÇO Touché Amoré em São Paulo Data: 10 de maio de 2025Local: City LightsEndereço: Rua Pe. Garcia Velho 44, São Paulo, SPVenda on-line: https://fastix.com.br/events/touche-amore-eua-em-sao-pauloIngresso em 1º lote: R$ 130,00 (meia entrada e meia solidária); R$ 260,00 (inteira)

Helmet vem ao Brasil celebrar 30 anos do álbum Betty

Imagem da banda Helmet

A icônica banda Helmet retorna ao Brasil para um show especial no dia 30 de abril (quarta-feira, véspera de feriado), no Carioca Club, em São Paulo/SP. A apresentação faz parte da turnê comemorativa de 30 anos do aclamado álbum Betty, um marco do rock alternativo dos anos 90. O evento contará ainda com a banda Debrix, que abre a noite com seu som pesado e energético. Ingressos: https://fastix.com.br/events/helmet-betty-30th-anniversary-tour A turnê, que também passa no mês de maio por Argentina (2/05) e Chile (5/05), é uma realização da Vênus Concerts. O show em São Paulo tem produção da Maraty. Lançado em 1994, Betty consolidou o Helmet como uma das bandas mais inovadoras da época, combinando riffs pesados, levadas sincopadas e experimentações sonoras que influenciaram diversas vertentes do rock e do metal. O álbum expandiu a sonoridade do grupo, trazendo elementos de jazz, blues e hardcore, sem perder o peso característico da banda. Entre as faixas mais marcantes do disco estão: “Wilma’s Rainbow”, a faixa de abertura do álbum, com um riff hipnótico e uma batida quebrada, mostra a precisão técnica do Helmet e seu groove singular. “Milquetoast” é um dos maiores sucessos da banda, conhecido também por integrar a trilha sonora do filme O Corvo (1994). Seu groove cadenciado e seu peso denso se tornaram uma assinatura do som do Helmet. Já “Biscuits for Smut” mostra um riff sujo e um groove marcante, enquanto “Rollo” é mais experimental, com mudanças de andamento inesperadas e uma abordagem dissonante nas guitarras. Tem ainda “Street Crab”, mais direta e pesada, que reforça a influência do punk e do hardcore no som do Helmet, e “Clean”, um dos momentos mais agressivos do disco, destacando o peso das guitarras e a bateria explosiva. Com essa diversidade sonora, Betty se tornou um dos álbuns mais influentes dos anos 90, servindo de inspiração para bandas de nu metal, post-hardcore e sludge metal. O show no Carioca Club será uma celebração nostálgica e intensa, trazendo não apenas os clássicos do Betty, mas também outros sucessos da carreira do Helmet. Liderado pelo guitarrista e vocalista Page Hamilton, a banda promete entregar uma apresentação brutal e técnica, relembrando por que se tornou referência no rock pesado. Debrix, a banda convidada Com uma mescla potente e moderna de diversos gêneros, do classic rock ao grunge, a banda Debrix (São José dos Campos/SP), que pertence ao cast da Vênus Concerts, acaba de lançar o EP Tales from the Rabbit Hole, com cinco músicas pesadas, dinâmicas e criativas. Tales from the Rabbit Hole traz a metáfora do coelho para representar o ser humano acuado. As músicas do EP, em metáforas sobre momentos de vida do coelho, narram uma jornada desde a ilusão de segurança até o renascimento e determinação. A Debrix acompanhará o Helmet nos três shows da nova turnê pela América do Sul. Ouça o EP da Debrix: SERVIÇO Helmet – Turnê 30 anos de Betty em São Paulo Data: 30 de abril de 2025 (quarta-feira)Horário: 19h (abertura da casa)Local: Carioca Club – São Paulo/SPAbertura: DebrixIngressos: https://fastix.com.br/events/helmet-betty-30th-anniversary-tour Valores:Pista: R$ 180,00 (meio entrada estudante), R$ 200,00 promocional – mediante doação de 1kg de alimento, 1º lote) e R$ 360,00 (inteira, 1º lote)Camarote: 280,00 (meio entrada estudante), R$ 300,00 promocional – mediante doação de 1kg de alimento, 1º lote) e R$ 560,00 (inteira, 1º lote) Classificação: 18 anos Imprensa: Tedesco Mídia

Buzzcocks celebra vitalidade do punk com dois shows no Brasil em maio

A clássica banda britânica Buzzcocks, à princípio influenciada pela verve do punk rock setentista dos Sex Pistols e posteriormente um nome super importante à geração pop punk, enfim retorna à América Latina em maio deste ano para shows repletos de clássicos dos seus 49 anos de carreira. Serão dois shows no Brasil: dia 24/05 em São Paulo/SP (Carioca Club, ingressos aqui) e dia 25/05 em Curitiba/PR (Basement Cultural). A realização da nova turnê do Buzzcocks, que encerra um período de 15 anos de espera, é conjunta entre New Direction Productions e Agência Sobcontrole. A turnê também passa por México, Colômbia, Chile e Argentina. A turnê latino-americana, que recebe o nome de Buzzcocks are coming, acontece imediatamente após a participação dos britânicos no Cruel World Festival, um dos mais importantes eventos musicais da Califórnia (EUA), que terá outros nomes expressivos e históricos como New Order, Nick Cave & The Bad Seeds, Garbage, Devo, entre muitos outros. Em um cenário musical mundial constantemente invadido modismos virais e falsificações geradas por IA, o Buzzcocks se mantém do lado do rock visceral e pujante, com músicas de melodias cativantes, apoiadas por uma cadência rítmica forte e habilidosa. Com o passar das décadas, a banda é presença constante e em constante evolução na cultura pop e carrega com méritos o status de banda definitiva do punk rock. Em 2023, a banda foi eternizada na Calçada da Fama da Música do Reino Unido, situada em Camden (Londres), ao lado de mais lendas como The Who, Madness, Amy Winehouse, David Bowie, entre outros. Ao vivo, o Buzzcocks é eletrizante com seu rock que diverte, mas também educa e informa, tudo entregue ao público com muita devoção dos membros fundadores Steve Diggle (guitarra e voz) e companhia. “É a minha alma”, diz Diggle sobre uma agenda repleta de shows pela Europa, que agora se descola para o lado de dá cá do mundo. “Ainda tenho fogo para tocar! Desde que vi Bob Dylan no banco de trás de um táxi preto no documentário de D.A. Pennebaker de 1967, Don’t Look Back, sempre quis viver esse tipo de vida — ser entrevistado no banco de trás de um táxi preto a caminho do cinema, do estúdio”. O Buzzcocks alcançou um incrível sucesso comercial logo no começo da carreira, quando abriu shows para o Sex Pistols e lançou a trinca “Another Music in a Different Kitchen” (1º disco, 1978), “Love Bites” (2º disco, 1978) e “A Different Kind of Tension” (3º disco, 1979). Vale também lembrar que o Buzzcocks já emplacou música no cinema! A ‘Ever Fallen In Love’ faz parte do filme Shrek. SERVIÇO Buzzcocks em São Paulo Data: 24 de maio de 2025Horário: 18h (abertura da casa)Local: Carioca Club (Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo – SP)Ingressos: https://fastix.com.br/events/buzzcocks-em-sao-paulo Valores: 1° Lote Pista: R$ 150 (meia-entrada e estudante); R$ 150 (meia solidária para não estudantes mediante doação de um quilo de alimento na entrada da casa no dia do evento); R$ 300 (inteira) 1° Lote Camarote: R$ 200 (meia-entrada e estudante); R$ 200 (meia solidária para não estudantes mediante doação de um quilo de alimento na entrada da casa no dia do evento); R$ 400 (inteira) Venda antecipada sem taxa de conveniência em São Paulo: 
Loja 255 (Galeria do Rock) Classificação etária: 18 anos Buzzcocks em Curitiba Data: 25 de maio de 2025Local: Basement Cultural (Rua Des. Benvindo Valente, 260 – São Francisco, Curitiba – PR)Ingressos: https://meaple.com.br/basementcultural/basement-e-meaple-apresentam-buzzcocks Para se informar de mais shows acesse a seção NOTÍCIAS.

Clap Your Hands Say Yeah volta a São Paulo com show de 20 anos do disco de estreia

Imagem da banda Clap Your Hands Say Yeah

Uma das bandas mais cultuadas do indie dos anos 2000, o Clap Your Hands Say Yeah volta a São Paulo para uma apresentação especial – e única no Brasil – no dia 12 de junho (Dia dos Namorados), no Cine Joia, com o show que celebra 20 anos do álbum de estreia autointitulado, um sucesso que ainda rompe décadas e gerações. O show na capital paulista faz parte de uma concorrida turnê mundial, com datas até novembro de 2025, em que o Clap Your Hands Say Yeah tocará o álbum na íntegra, além de outras surpresas. Ingressos à venda a partir de 23 de janeiro, às 10h: https://fastix.com.br/events/clap-your-hands-say-yeah A realização é da Maraty, produtora do jornalista André Barcinski e do produtor Leandro Carbonato, que em 2025 também traz ao Brasil outros grandes nomes do rock, como Vapors of Morphine (14 de fevereiro), Mudhoney (21 de março) e Teenage Fanclub (4 de setembro). Com uma mistura inebriante de pop e indie rock melódico e exuberante, Clap Your Hands Say Yeah, o disco, está, sem dúvida, entre os melhores e mais influentes lançamentos independentes dos anos 2000. De lá pra cá, a banda acumulou seguidores no universo indie rock. O último registro, que mostra a vitalidade da banda, é New Fragility, de 2021. Oficialmente, a celebração aconteceu no final de 2024 com o lançamento da versão original de ‘Heavy Metal’, uma das faixas mais queridas do álbum Clap Your Hands Say Yeah, ao lado de outros hits, como ‘Is This Love?’ e ‘In This Home On Ice’. A faixa recentemente remixada e masterizada foi descoberta recentemente entre os arquivos do projeto original e captura o que o fundador e vocalista do grupo, Alec Ounsworth, chama de “um momento especial no tempo”, quando a banda era apenas um grupo jovem de rapazes amontoados em um quarto de hotel que depois ia ao estúdio “para tentar criar algo especial só por diversão.” “Este álbum leva você em uma jornada divertida: ‘The Skin of My Yellow Country Teeth’, com os vocais chorosos de Ounsworth, ou ‘Is This Love?’, que é semelhante a uma carroça descendo a toda velocidade, com as rodas ameaçando voar — mas, milagrosamente, ela mantém o curso”, destacou a resenha da Spill Magazine. SERVIÇO Data: 12 de junho de 2025 (quinta-feira, Dia dos Namorados)Horário: 19h (abertura da casa)Local: Cine Joia (Praça Carlos Gomes, 82 – Liberdade, São Paulo – SP)Venda online a partir de 23 de janeiro, às 10h: https://fastix.com.br/events/clap-your-hands-say-yeah Ingressos Pista, primeiro loteR$ 190,00 (meia solidária para todos, com doação de 1 kg de alimento)R$ 170,00 (meia-entrada, válida com comprovante estudantil)R$ 340,00 (inteira) Camarote, primeiro lote R$ 280,00 (meia solidária para todos, com doação de 1 kg de alimento)R$ 260,00 (meia-entrada, válida com comprovante estudantil)R$ 520,00 (inteira) Mais informações www.instagram.com/clapyourhandssayyeahwww.instagram.com/agenciapowerlinewww.instagram.com/tedesco.com.midia https://fastix.com.br Para mais notícias, acesse a seção Noticias.

Baroness retorna ao Brasil como convidados nos shows do The Cult

Imagem da banda Baroness

Os tão aguardados três shows do The Cult no Brasil que acontecem em fevereiro ganham um convidado especial e de peso: o quarteto norte-americano Baroness, uma das mais autênticas e potentes formações de heavy metal da atualidade. Com realização da Liberation Music Company, os shows acontecem no Rio de Janeiro/RJ (22/02, Viva Rio), São Paulo/SP (23/02, Vibra SP) e Curitiba/PR (25/02, Live Curitiba). Com o prestígio de já ter figurado no line-up de importantes festivais como Ozzfest Meets Knotfest, Hellfest, Sweden Rock, Rock am Ring, Rock im Park, Download Madrid, Download Paris, Graspop Metal Meeting, Tuska, Reading Festival, Lollapalooza Chicago, Bonnaroo, Roskilde Festival e Coachella, John Baizley (vocal/guitarra), Gina Gleason (guitarra), Nick Jost (baixo) e Sebastian Thomson (bateria) retornarão ao Brasil após 6 anos. Em 2008 a banda foi indicada ao GRAMMY® Award pela música “Shock Me” na categoria “Best Metal Performance” e se apresentou no Metal Hammer Golden Gods em 2018. No entanto, o grupo ficou mundialmente famoso com o lançamento do aclamado álbum “Purple” (2015), que atingiu a 10ª posição no Entertainment Weekly’s Top 40, além de figurar na lista dos melhores discos lançados naquele ano das principais revistas especializadas de todo o mundo, como a Rolling Stone. Indo muito além dos limites de uma banda metal, o Baroness tornou-se reconhecido internacionalmente como uma força criativa desafiadora, explosiva e absolutamente autêntica. The Cult, 40 anos de um ícone do rock The Cult, uma das mais emblemáticas e importantes bandas da história do rock, traz ao Brasil, em fevereiro de 2025, a turnê que celebra 40 anos de uma carreira repleta de sucessos e álbuns essenciais ao longo das décadas. Comandada por Ian Astbury (vocalista) e Billy Duffy (guitarrista), o The Cult tem como legados uma legião global de fãs e uma discografia coesa e repleta de hits atemporais, com destaque para quatro álbuns que constantemente figuram entre os grandes lançamentos de todos os tempos da história do rock: “Love” (1985), “Electric” (1987), “Sonic Temple” (1989) e “Ceremony” (1991). O rock direto e empolgante do The Cult, que em alguns momentos flerta com o hard rock típico dos anos 80 com o então emergente rock alternativo, explodiu em rádios mundo afora – músicas como ‘She Sells Sanctuary’, ‘Fire Woman’, ‘Rain’ e ‘Give me Mercy’ são ainda hoje tocadas e pedidas em programas radiofônicos, inclusive no Brasil. SERVIÇO The Cult e Baroness no Rio de Janeiro, 22/02/2025Data: 22 de fevereiro de 2025Local: Vivo RioEndereço: Av. Infante Dom Henrique, 85 – Parque do Flamengo, Rio de Janeiro – RJIngressos: https://fastix.com.br/events/the-cult-rio-de-janeiro The Cult e Baroness em São Paulo, 23/02/2025Data: 23 de fevereiro de 2025Local: Vibra SPEndereço: Avenida das Nações Unidas, 17955 – Vila Almeida – São Paulo, SPIngressos: https://www.clubedoingresso.com/evento/thecult-sp The Cult e Baroness em Curitiba, 25/02/2025Data: 25 de fevereiro de 2025Local: Live CuritibaEndereço: Rua Itajubá, 143 – Novo Mundo, Curitiba – PRIngressos: https://fastix.com.br/events/the-cult-curitiba Para mais notícias acesse Noticias.

Garbage e L7 fazem super turnê no Brasil em março de 2025

Março de 2025 no Brasil acontece a super-turnê de dois dos grandes nomes mundiais do rock alternativo: Garbage, uma das mais influentes, aclamadas e explosivas bandas na história do alternative rock, e que terá como banda convidada ninguém menos que as meninas do L7, que incendiaram o grunge na década de 1990. Os shows acontecem no Rio de Janeiro (21/03, no Vivo Rio), São Paulo (22/03, no Terra SP) e Curitiba (23/03, no Live Curitiba). A nova turnê brasileira do Garbage, agora com o L7, é uma realização da Liberation Music Company, que também traz ao Brasil em 2025 a veterana The Cult (fevereiro) e a Epica, a maior banda de metal sinfônico do mundo, com os italianos do Fleshgod Apocalypse como convidados especiais (setembr0). O Garbage encerrou 2024 em grande estilo ao lançar o EP “Copy/Paste Vol. 1 (Abridged)”, que reúne versões de clássicos de nomes fortes do rock como David Bowie, Patti Smith, U2, Tim Buckley e The Psychedelic Furs. Segundo o grupo, que tem à frente a icônica vocalista Shirley Manson, este trabalho revisita influências que moldaram a sonoridade do Garbage, conectando o passado e o presente do rock alternativo em uma só experiência. O quarteto, formado na cidade norte-americana de Madison, em 1994, também é composto por Duke Erikson (guitarra, baixo, teclado), Steve Marker (guitarra, teclados) e Butch Vig (bateria, produção). Eles voltam ao Brasil em meio ao lançamento do aguardado oitavo álbum da carreira, o sucessor do aclamado ‘No Gods No Masters’ (2021). Desde a sua criação, o Garbage vendeu mais de 20 milhões de álbuns em todo o mundo e obteve sucessos colossais, incluindo ‘Stupid Girl’, ‘Push It’, ‘I Think I’m Paranoid’, ‘Queer’, ‘Milk”. Já o L7, pioneiras no punk/grunge no início da década de 1990 nos Estados Unidos, volta para se apresentar ao seu público fanático no Brasil. O som característico do L7 de uma mistura pesada e cativante de punk, metal, ruído e pop ajudou a inaugurar a era do Grunge. Fundada em Los Angeles por Donita Sparks – guitarra e voz, e Suzi Gardner – guitarra e voz, a banda conta com Dee Plakas na bateria e Jennifer Finch – baixo e voz. Conhecida por suas performances ao vivo inesquecivelmente estridentes, a banda também lançou sete álbuns de estúdio, um disco de grandes sucessos, um LP duplo de covers e vários singles de grande sucesso como ‘Shove’, ‘Pretend We’re Dead’, ‘Shitlist’ , ‘Fuel My Fire’ etc. Em março, fãs brasileiros terão a oportunidade de testemunhar no Brasil, eventos que reunirão duas bandas históricas que continuam a conquistar diferentes gerações de amantes através de suas obras explosivas e performances pelo mundo. SERVIÇOGarbage e L7 no Rio de JaneiroData: 21 de março de 2025 (sexta-feira)Local: Vivo Rio – Av. Infante Dom Henrique, 85 – Rio de JaneiroAbertura da casa: 19h.Ingresso: https://fastix.com.br/events/garbage-e-l7-rio-de-janeiro Vendas de ingressos físicos (sem taxas para pagamento em pix):Scheherazade Cds & Lps – Rua Conde de Bonfim, 346, loja 212 – Tijuca, Rio de JaneiroHorário de funcionamento: de segunda à sexta-feira, das 10h às 19h. Aos sábados, das 10h às 18h.Classificação Etária: 18 anos. Entre 14-18 anos somente acompanhado de responsável legal (pagante). Ingressos: PistaIngresso solidário (todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de alimento não perecível): R$ 350Meia entrada (desconto de 50%): R$ 300Inteira: R$ 600 Pista Premium (em frente ao palco)Ingresso solidário (todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de alimento não perecível): R$ 550Meia entrada (desconto de 50%): R$ 500Inteira: R$ 1.000 Camarotes AIngresso solidário (todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de alimento não perecível): R$ 550Meia entrada (desconto de 50%): R$ 500Inteira: R$ 1.000 Camarotes BIngresso solidário (todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de alimento não perecível): R$ 550Meia entrada (desconto de 50%): R$ 500Inteira: R$ 1.000 Camarotes CIngresso solidário (todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de alimento não perecível): R$ 550Meia entrada (desconto de 50%): R$ 500Inteira: R$ 1.000 FrisaIngresso solidário (todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de alimento não perecível): R$ 450Meia entrada (desconto de 50%): R$ 400Inteira: R$ 800 Informações adicionaisCamarotes A, B e C (Piso Superior) e Frisa (Piso Superior): os assentos desses setores não serão numerados. A escolha e a ocupação dos assentos serão feitas por ordem de chegada. Ingressos PromocionaisOs ingressos promocionais solidários podem ser adquiridos por todos os que não estiverem contemplados pela lei da meia-entrada, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. A entrega do alimento deverá ser feita entrada da casa, no dia do show. Posteriormente, todos os alimentos arrecadados serão doados a instituições assistenciais. Garbage e L7 em São PauloData: 22 de março de 2025 (sábado)Local: Terra SP – Av. Salim Antônio Curiati, 160, São Paulo – SPAbertura da casa: 19hIngresso: https://www.clubedoingresso.com/evento/garbage-sp Vendas de ingressos físicos (sem taxas para pagamento em dinheiro):Bilheteria do Carioca Club – Rua Cardeal Arcoverde, 2899 – Pinheiros, São Paulo – SP.Horário de funcionamento: de segunda a sábado, das 13h às 18h.Classificação Etária: 18 anos. Entre 14-18 anos somente acompanhado de responsável legal (pagante). Ingressos PistaIngresso solidário (todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de alimento não perecível): R$ 350Meia entrada (desconto de 50%): R$ 300Inteira: R$ 600 Pista Premium (em frente ao palco)Ingresso solidário (todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de alimento não perecível): R$ 550Meia entrada (desconto de 50%): R$ 500Inteira: R$ 1.000 CamarotesIngresso solidário (todas as pessoas podem comprar mediante a doação de 1kg de alimento não perecível): R$ 650Meia entrada (desconto de 50%): R$ 600Inteira: R$ 1.200 Informações adicionaisCamarotes: a ocupação do setor será feita por ordem de chegada. Não há lugares reservados. Ingressos PromocionaisOs ingressos promocionais solidários podem ser adquiridos por todos os que não estiverem contemplados pela lei da meia-entrada, mediante a doação de 1kg de alimento não perecível. A entrega do alimento deverá ser feita entrada da casa, no dia do show. Posteriormente, todos os alimentos arrecadados serão doados a instituições assistenciais. Garbage e

Melhores discos internacionais de 2024

Olá, pessoal! Voltamos e pra finalizar com chave de ouro, trouxemos os melhores discos internacionais de 2024, segunda nossa opinião. Todos nós aqui do blog escutamos muitos discos durante o ano, foi um pouco difícil selecionar vários para entrar nessa lista, acredito que temos aqui os que mais escutamos, mas óbvio que alguns discos como o novo do The Cure impressionaram após a longa espera de anos, tivemos também Kim Gordon com o ótimo The Collective ou Kendrick Lamar que nos pegou de surpresa. Enfim, acho que conseguimos colocar aqui um pouco do que nós escutamos e gostamos, esperamos que esse ano tenha sido bacana pra vocês também. Sendo assim, até o ano que vem com muito mais música! Fontaines D.C – Romance Das bandas novas do chamado revival pós-punk, o Fontaines D.C é uma das mais interessantes, eles lançaram este ano o quarto disco de estúdio, Romance. “Romance continua fugindo daquele crank wave e spoken work que ficou saturado com as trocentas bandas pós-punk que surgem em cada esquina da Irlanda ou Reino Unido. Gostei desse trabalho porque acho que a banda está buscando expandir sua sonoridade e procurar uma identidade. Em cada disco dá pra perceber que o Fontaines têm agradado seus fãs sem se prender especificamente ao pós-punk. Ainda que os integrantes tenham assumido uma estética bizarra nessa era, a sonoridade continua ótima, destaque para Here’s the Thing, Favorite e Desire.” Romance de Fontaines D.C. Gustaf – Package Pt.2 O segundo álbum do Gustaf é uma continuação do primeiro, explorando a jornada emocional do narrador através de um som divertido e dançante com elementos de ópera rock. “A banda expande a sonoridade do punk, incorporando influências incomuns ao gênero, nesta segunda parte da sua história, que é agressiva, divertida e dançante. É um trabalho coeso e criativo que proporciona uma jornada emocional e envolvente. Junto com bandas como Sprints, que debutou esse ano (falamos dela lá pelo nosso instagram), e Amyl and The Sniffers, Gustaf entrega uma autenticidade e inovação que só agregam ao gênero.” Package Pt. 2 de Gustaf Wunderhorse – Midas Midas é o terceiro disco dessa banda britânica e logo na primeira audição me surpreendeu positivamente. “Ao colocar esse disco pra tocar pela primeira vez, a sensação foi de estar no fim dos anos 90 ouvindo o disco novo de uma das melhores bandas da época. Dá pra perceber aqui uma mistura bem feita do rock alternativo dos anos 90 com algo dos 80, uma coisa meio The Cult encontra com Bush. É o tipo de som que eu adoraria escutar em uma rádio rock a tarde dentro do carro e isso me traz nostalgia. Destaques para Rain, Silver, Emily e July.” Midas de Wunderhorse Beth Gibbons – Lives Outgrown O novo álbum de Beth Gibbons, Lives Outgrown, é uma obra densa e pessoal. “Com um som mais focado na atmosfera e nas emoções do que nas estruturas musicais convencionais com as quais estava acostumada a trabalhar no Portishead, o disco se afasta do trip-hop, sendo mais denso e pessoal, tornando a experiência de escutar o disco algo introspectivo e emocionalmente carregado, demandando mais do ouvinte, mas entregando uma recompensa única. Com produção de James Ford, que produziu Memento Mori do Depeche Mode e The Car do Arctic Monkeys, Lives Outgrown é um trabalho à altura de Beth Gibbons.“ Liana Flores – Flower of the Soul O álbum de estreia de Liana Flores, Flower of the Soul, é um trabalho lindo, com sonoridade de bossa nova com tons etéreos. “Uma linda mistura que lembra Cocteau Twins e Loreena McKennitt, o primeiro disco da artista britânica de ascendência brasileira é uma obra de arte sonora que merece ser celebrada. A fusão de bossa nova com os tons etéreos cria uma ambientação que desperta nostalgia e leveza, quase como um sonho. Cada faixa do disco é inesquecível, mas, para conhecer, o destaque fica com Nightvisions e Butterflies (com participação especial de Tim Bernardes, do Terno).” Charlie XCX – BRAT O que é esse fenômeno BRAT? Afinal, o que falar desse disco que com certeza ficou marcado na carreira da Charlie XCX. “BRAT entra na lista de melhores do ano não só por sua sonoridade, mas por todo o “barulho” que ele fez. Charlie impressionou ao começar pela arte da capa que não é nada bonita ou apelativa. Ao contrário, ela foi contra a corrente, conseguiu promover essa identidade do disco tão bem quanto seus anteriores. Além disso, lançou mais duas versões remixadas, que não soavam como remixes clichês e sim construções bem interessantes das faixas, sem contar os feats de peso como Billie Eilish, Ariana Grande e Shygirl. Esse é um trabalho que continua reverberando por aí.” BRAT de Charli XCX DIIV – Frog In Boiling Water DIIV escreveu sobre as mazelas do late stage capitalism e sobre como toda desgraça é normalizada com Frog in Boiling Water “Para ser honesta, há poucas coisas que me alegram mais do que shoegaze e meter o pau no capitalismo. E DIIV conseguiu unir essas duas coisas lindamente. Há uma mudança de pensamento de estilo de vida no pós pandemia, muita coisa que não vai mais voltar a ser o que era antes, não necessariamente por conta de vírus ou coisa do tipo, mas porque o ser humano mudou. Muita coisa a gente internalizou, muita coisa a gente normalizou. E o DIIV veio justamente para abordar isso, e como a gente se sente como um sapo sendo cozido lentamente e simplesmente não percebe ou não tem forças para fazer nada sobre isso. Além da crítica política, que eu achei excepcional, especialmente quando combinada com a performance ao vivo e os flashes que tocaram durante o show deles aqui no Brasil, as músicas são grandiosas, com excelentes melodias e sem deixar de ser o bom DIIV que a gente conhece e gosta. Um disco maduro, mais consciente, mais adulto. Só que sem perder as guitarrinhas jovens que dão esse espírito de juventude rebelde que DIIV sempre carregou. Esse show

Melhores discos nacionais de 2024

Como prometido, continuamos com nossas listas de fim de ano, dessa vez, trazemos os melhores discos nacionais de 2024 na nossa opinião. 2024 foi um ano legal pra conhecer artistas novos da cena brasileira, e tem trabalhos aí que com certeza vão ficar marcados por muito muito tempo. Amaro Freitas – Y’Y Y’Y é o quarto disco de Amaro Freitas, pianista, tecladista, compositor e arranjador nascido na cidade de Recife, em Pernambuco. “Esse disco tem uma atmosfera muito singular e profunda com as raízes indígenas, Amaro conseguiu transmiti-las muito bem através de sua música. A sensação ao ouvi-lo é de realmente se conectar com algo sagrado. Como se você ficasse imerso naquele universo sonoro e captasse toda aquela energia que os instrumentos e diferentes sons vão emanando. Definitivamente um dos trabalhos mais bonitos que já ouvi” Y'Y de Amaro Freitas Rogê – Curyman II Rogê é um músico e compositor brasileiro, nascido no Rio de Janeiro. Ainda que já tivesse suas fortes conexões com a música, foi nestes últimos anos que ele realmente alcançou outro patamar. “Eu já tinha visto essa capa em algum lugar na internet, de primeira não me pegou muito, mas fiquei curioso. Mais tarde, encontrei com ela novamente em uma lista de melhores do ano. Era o que eu precisava para ir atrás mais uma vez. E realmente afirmar, que esse é um dos melhores discos brasileiros que ouvi em algum tempo. Ele é totalmente brasileiro, tem um pouco de tudo ali, da mpb, do samba, das raízes africanas, um ótimo representante da música brasileira atual.” Rogê – Curyman II de Rogê Tagore – Barra de Jangada Tagore é um dos grandes representantes da psicodelia nordestina. Se você conhece Ave Sangria, Lula Côrtes e Marconi Notaro vai se identificar rapidamente. “Barra de Jangada é o terceiro trabalho de estúdio, e veio numa pegada totalmente diferente, se compararmos aos trabalhos anteriores. Acontece que aqui ele funciona meio que como uma trilha sonora do fim dos anos 80 e começo de 90. Lembra bastante aquelas trilhas com belas músicas compostas por Ivans Lins e Sá & Guarabyra, por exemplo. Eu particularmente gosto muito, acho nostálgico, bonito e sensível. O feat na faixa Azul Perfume é um dos mais bonitos que já ouvi.” Oruã – Passe Oruã é uma banda do Rio de Janeiro, formada por volta de 2016 e que chega ao seu quinto disco de estúdio. “Já na primeira audição tive certeza que, pra mim, Passe era um dos melhores discos nacionais do ano. Isso devido a sutileza com que o álbum se desenvolve. Dos climas psicodélicos ou ruidosos que flertam com o noise, pós-punk e krautrock. Os vocais de Lê Almeida, ainda que bem singelos, funcionam como uma camada a mais para a sonoridade. Procure escutar Caboclo e Brutos Amores, e você saberá do que estou falando.” PASSE de Oruã PAPISA – Amor Delírio Amor Delírio é o segundo álbum de estúdio da cantora paulista e um clássico moderno. “Com suas letras sobre desilusões amorosas, como o próprio nome sugere, o álbum nos toma de supetão pelo hit “Dores no Varal”, que dita como vai ser a sonoridade ao longo de toda a jornada de quase 30 min. Papisa nos conta a história triste de um relacionamento, mas de uma forma leve, com sua voz doce e envolvente, acompanhada de um instrumental bem oitentista, bebendo da fonte do dream pop, mas um pouco menos lento, com batidas mais animadas. O triste também pode ser bonito aqui, leve, como alguém que te pega pela mão no meio da chuva e te faz sorrir. Se você gosta de Terno Rei, Carne Doce e Marina Lima, esse álbum é pra você.“ Amor Delírio de PAPISA BEBÉ – SALVE-SE A primeira vez que ouvi Bebé achei bem intrigante, uma mistura de R&B, pop, rap, num clima meio alternativo, misterioso. Ao vivo eu pude afirmar que ela era uma das melhores artistas atuais. “SALVE-SE é o segundo trabalho dessa jovem artista, uma baita potência, aquele tipo de som que sai da caixinha do que artistas estão acostumados na cena nacional. Eu gostei de Bebé justamente porque ela é ousada, consegue trazer ótimas referências musicais pro seu som, é autêntica, sentia falta de pessoas assim na música. O que posso dizer é que esse disco manteve sua qualidade, espero que ela continue sendo reconhecida por seus trabalhos e trazendo um frescor pra cena nacional.” Giovanna Moraes – fama de chata O último álbum de Giovanna Morães, cantora Paulista que atua desde 2017, virou sucesso no tik tok, mas não da pra resumir o que o som dela significa em 2024 a isso simplesmente. “Surgiram muitos sons inovadores/diferentes dentro do rock alternativo nacional nos últimos anos. Alguns não ganharam tanta atenção quanto outros, e claro que ganhar ou não atenção não é critério de qualidade, e vice-versa. Falar de ‘cara de chata’ é quase metalinguístico, já que algumas faixas têm um certo tom de anticrítica (longe desse excerto sobre o álbum ser considerado uma grande crítica analítica), mas é um grande e incrível amontoado de antíteses, com letras óbvias, mas sobre coisas que ainda não foram ditas, com um som fácil de digerir e familiar (lembra alguns hits da década de 2000, que tocavam nas edições de Malhação, como Pitty e Luka — isso é só uma constatação pessoal, sem demérito ao som). Depois do boom do shoegaze e do dream pop no rock alternativo, que aconteceu nos últimos anos, é muito bom ouvir sons de qualidade que vão para caminhos opostos a esse. Não conheço os outros trabalhos da Giovanna, mas com certeza me deu vontade de acompanhar a carreira dela daqui para frente. “ Silvia Machete – Invisible Woman Silvia Machete é uma multiartista carioca que entrega um trabalho sofisticado, profundo, conciso, constante e que experimenta na medida certa; uma verdadeira bossa nova noir. “Ao longo de suas onze faixas, “Invisible Woman” exala um tom noir único, mesclando bossa nova, soul, jazz e outras influências. O resultado é uma trilha

Os melhores discos de metal de 2024

Imagem de mãos fazendo chifre em um público de show de rock.

Pois é, novembro chegou ao fim, e vamos iniciar uma série de listas para falar sobre os lançamentos mais legais de 2024. Este ano tem sido excelente para a música, especialmente para o metal, com grandes bandas trazendo álbuns de altíssima qualidade, por isso selecionamos 10 deles para inaugurar a lista Os melhores discos de metal de 2024. Separamos dez discos, que na nossa opinião, foram os melhores lançados neste ano. Passamos por estilos diferentes dentro do gênero, como gothic metal, death e doom, só pra citar alguns. Lembrando que a lista é baseada em nossa opinião, um recorte dos artistas que escutamos até o momento. Blood Incantation – Absolute Elsewhere Esse quarteto de Denver, Colorado lançou um dos discos mais interessantes do ano. Absolute Elsewhere é o quarto álbum de estúdio e traz uma mistura de death metal, psicodelia e rock progressivo. As músicas são envoltas por temas cósmicos e acompanhadas de riffs rápidos, blast beats e sintetizadores. Essa seria facilmente a trilha sonora de um filme de terror com invasões alienígenas e muito sangue. Pra ficar mais fácil (ou não) imaginem um Morbid Angel com bastante influências de Pink Floyd, enfim, o resultado é esse e ficou sensacional. Absolute Elsewhere Blood Incantation Papangu – Lampião Rei Essa aqui é sinceramente uma das bandas mais interessantes do Brasil. Diretamente de João Pessoa, na Paraíba, esse sexteto vem fazendo barulho na cena com o seu disco Lampião Rei. Esse é o segundo trabalho da banda, e conta com uma rica diversidade, além da forte identidade da música, folclore e literatura nordestina, eles combinam em sua sonoridade um pouco do rock progressivo, death metal, psicodelia, jazz fusion e mpb. Conseguiu imaginar? Não? Então corre pra escutar, definitivamente uma das melhores bandas do momento, de dar orgulho. Lampião Rei de Papangu Chat Pile – Cool World Talvez você não saiba muito o que esperar desse disco, já que a banda é categorizada por alguns como pós-hardcore, mas eles estão bem longe disso e você pode se surpreender. O Chat Pile é uma banda relativamente nova, surgiu em 2019 em Oklahoma. Esse é o segundo disco de estúdio deles. O mais legal foi essa mistura maluca de pós-hardcore, pós-punk, noise rock e sludge. Eles conseguiram criar uma atmosfera bem foda, sombria, pesada e cheia de energia, daquelas que depois de ouvir dá vontade de assistir ao vivo e banguear até o pescoço doer. Cool World de Chat Pile Hamferð – Men Guðs hond er sterk O terceiro disco do Hamferð é uma profunda viagem aos sentimentos melancólicos e obscuros. Essa banda das Ilhas Faroé faz muito bonito, pegando influências do doom e death metal. Inspirado em uma tragédia ocorrida em 1915 na vila de Sandvik, Men Guðs hond er sterk consegue transmitir essa atmosfera de perda e melancolia. Com uma boa produção, as composições pegam nosso ouvido em cheio, dos momentos carregados e pesados aos mais melódicos graças também ao trabalho incrível dos vocais limpos e guturais que dão um show a parte e são muito bem executados. Men Guðs hond er sterk de Hamferð Múr – Múr Bandas islandesas tem o dom de fazer música boa e diferente do convencional, existe uma atmosfera que logo quando se ouve, sabe-se que que vem de lá. O Múr é uma banda nova, acabaram de lançar seu primeiro disco autointitulado. A reação ao ouvir Heimsslit e assistir ao clipe pela primeira vez foi “Uau, que banda”. Acontece que eles conseguem unir alguns gêneros como doom, sludge e post-rock, e não só isso, existe um trabalho foda com teclados, que dão essa atmosfera meio cinematográfica, misteriosa e obscura para o som da banda. Assim que você assistir esse vídeo, saberá do que estamos falando. Esse é de longe, um dos melhores lançamentos do ano. Múr (24-bit HD audio) de Múr Opeth – The Last Will And Testament The Last Will and Testament é o décimo quarto disco do Opeth, um trabalho muito aguardado pelos fãs. Com a a divulgação do primeiro single, a faixa “§1”, as esperanças de um disco mais pesado e o retorno dos vocais guturais de Mikael Äkerfeldt era real. O conceito do trabalho conta a história de um patriarca rico durante um período pós-guerra que lê um testamento cheio de segredos chocantes para a família. Inclusive, as letras são a leitura desse testamento, e por isso são nomeadas com parágrafos, com exceção de “A History Never Told“. Na sonoridade temos músicas que conseguem mesclar o som pesado e progressivo, os guturais de Mikael continuam monstruosos e temos alguns instrumentos que fazem a diferença como cordas e flautas, essas inclusive são fruto da participação de Ian Anderson do Jethrol Tull. O disco também marca a entrada do novo baterista Waltteri Väyrynen que já mostrou que consegue segurar a bronca. High Parasite – Forever We Burn Essa banda foi uma grata surpresa! Forever We Burn é o disco de estreia e conta com ninguém menos que Aaron Stainthorpe, vocalista da banda britânica My Dying Bride. Eu diria que o High Parasite é uma mistura do que há de melhor no metal gótico de bandas como Paradise Lost, Moonspell e Darkseed. E não menos que isso, as músicas vão em fundo no estilo. Temos composições com aqueles refrões bonitos e bem cadenciados na guitarra. Já os vocais tem seus momentos graves, lembrando bandas de rock gótico dos anos 80 e ora rasgados, trazendo uma dinâmica mais pesada do que o comum. Óbio que Aaron também colaborou para essa essência mais fúnebre, afinal sua voz é bem característica e ajuda a criar essa atmosfera. No fim, temos um ótimo disco, e se coçando pra ver o show ao vivo. Sólstafir – Hin Helga Kvöl O Sólstafir é um dos principais nomes do metal islandês, ficaram conhecidos pela música Fjara, um som bem característico que mescla o metal progressivo, black metal e post-rock, prezando por atmosferas ambientes. Em 2024 eles chegam ao seu oitavo disco, e com ele trazem boas doses de peso, algo que tinha

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