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Do black metal ao pop gótico eletrônico, conheça a cena musical da Islândia

A Islândia é um país localizado no Oceano Atlântico Norte e possui cerca de 320 mil habitantes. É conhecida por suas paisagens espetaculares, mas também por sua música e culinária um tanto excêntrica.

Alguns fatos curiosos sobre o país é a inexistência de florestas. A Islândia abriga campos vastos, montanhas, vulcões e glaciares que farão você se sentir em outro planeta. Estão também entre os dez países com maior porcentagem de ateus no mundo.

Quando pensamos em música + Islândia o que vem à cabeça? Björk? Sigur rós? Of Monsters and Men? Sim, mas existem muitos outros artistas/bandas que estão ganhando espaço fora do país. Conheça alguns deles, do Black metal passando pelo rock gótico e pop eletrônico.

Samaris (Triphop/eletrônica)

Samaris é um trio composto por Áslaug Rún Magnúsdóttir (clarinete), Jófríður Ákadóttir (vocal) e Þórður Kári Steinþórsson (sintetizador), começaram suas atividades em 2011, as músicas são bem atmosféricas e passeiam pelo trip hop e música eletrônica. Até o momento a banda lançou três Ep’s e três discos de estúdio, sendo o mais atual intitulado Black Lights, lançado em 2016.

Misþyrming (Black metal)

Relativamente novos na cena do metal islandês, a banda foi formada em 2013, o primeiro disco Söngvar elds og óreiðu (em português: Canções do fogo e caos) foi lançado em 2015, neste ano lançaram um split chamada Hof com o Sinmara. Como é possível assistir no vídeo acima, não foi nada tão chocante para a população assistir uma banda de black metal tocando em plena cidade.

Singapore Sling (Rock Psicodélico)

Banda surgiu em 2000 em Reykjavík, tocaram no famoso festival Iceland Airwaves e conseguiram contrato com a gravadora Hitt Records, já lançaram nove discos de estúdio, a sonoridade cheia de guitarras barulhentas e psicodelia nos faz lembrar bastante os ingleses do The Jesus And Mary Chain, eu diria que eles são o JAMC da Islândia.

Rökkurró (Indie/experimental)

Uma das bandas mais conhecidas e que já fez carreira internacional, surgiram em 2006, são três discos de estúdio lançados, Það kólnar í kvöld… (2007), Í Annan Heim (2010) e Innra (2014), as músicas tem influencia de post-rock, música eletrônica e folk, a banda está sumida tem um tempinho, não fazem shows desde 2015, contudo seus membros tem alguns projetos paralelos.

Sólstafir (Black metal/atmosférico)

Formado por três amigos na cidade de Reykjavík em 1995, o Sólstafir é uma das bandas que vem ganhando cada vez mais reconhecimento na cena metal. A sonoridade é uma mistura de black metal, metal progressivo e post-rock, já lançaram seis discos de estúdio, sendo que estão promovendo o sexto e novo intitulado Berdreyminn, a banda toca pela primeira vez no Brasil no dia 16/09 em São Paulo no Overload Music Fest.

Pascal Pinon (Folk/eletrônica)

Duo folk das irmãs Jófríður e Ásthildur Ákadóttir formado na cidade de Reykjavík em 2009, na bagagem trazem os três discos Pascal Pinon (2009), Twosomeness (2013) e Sundur (2016). A sonoridade leve e delicada das músicas é a trilha perfeita para um dia ensolarado no parque ou de frente pro mar.

GusGus (Eletropop)

GusGus é um projeto de música eletrônica que surgiu em meados de 1995, depois de diversas trocas de line-up, o formação atual conta com Daníel Ágúst Haraldsson, Högni Egilsson e Birgir Þórarinsson. A banda está se preparando para lançar seu décimo disco de estúdio Lies Are More Flexible.

Kælan Mikla (Darkwave/synthpop)

Kælan Mikla é um trio de mulheres formado em 2013 na cidade de Reykjavík, interessante citar que elas trazem algo novo para a cena, afinal esse é um tipo de música não muito explorado no país, a sonoridade é totalmente influenciada pelo darkwave e synthpop dos anos 80 e aos poucos vem ganhando um bom reconhecimento. Neste ano irão lançar seu primeiro disco.

Oyama (Shoegaze/dream pop)

Uma grata surpresa, o Oyama é uma banda formada em 2013 e faz um som com riffs melódicos e sonhadores, junto de passagens mais barulhentas e psicodélicas. Em sua discografia dois lançamentos, I Wanna (2013) e o mais recente Coolboy (2014). Uma banda nova e com poucos lançamentos mas que tem tudo para ganhar mais reconhecimento na cena indie/shoegaze.

ONI (Stoner/sludge metal)

Para finalizar, outra bela surpresa, pois esse também é um estilo pouco explorado na cena musical da Islândia. A banda foi formada em 2010 por Róbert Þór Guðmundsson (vocal), Daníel Magnús (guitarra), Þorsteinn Árnason (baixo, vocal) e Brynjar Örn Rúnarsson (bateria) e possuem apenas um disco lançado em 2014 chamado Misadventures, a sonoridade remete a nomes como Stoned Jesus e Radio Moscow.

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