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Ainda não entendemos como o Nordeste não conquistou o mundo

Você já deve imaginar que a cena do nordeste é top, não?! Temos vários artistas da MPB que fazem um sucesso danado pelo país todo. E na cena independente, muitas vezes DIY, não poderia ser diferente.

A gente já citou por aqui as bandas: Maquinas, Kalouv, Mahmed, O Mar Cobrindo o Sol, Astronauta Marinho e Brincando de Deus.

Também temos selos muito bacanas que apoiam as bandas como a Transtorninho Records, a Banana Records, que vai dominar o mundo e a Fiasco Records.

A Gabriella Pompeu (uma das donas da banana records) falou um pouco comigo sobre como é a cena de lá:

“A Banana nasceu justamente da necessidade que nós tínhamos (e ainda temos) de ter visibilidade. O Nordeste é muito marginalizado e são pouquíssimos os artistas daqui que conseguem ser conhecidos pelas pessoas das outras regiões. Nossa sorte é que aqui no Nordeste há muito um “se a gente não se ajudar, ninguém mais vai”, então todo mundo é muito unido e visa crescer junto.’’

Separamos aqui alguns nomes para você conhecer as belezas e nuances de gêneros musicais variadas da região.

Amandinho

A banda não pode ser confundida com o cantor Armandinho, mas até pode se quiser.

A banda de Recife sumariza bem o que é o rock jovem, com influências emo, punk e indie rock dos anos 90. Em 2015 lançaram o EP Coisas novas são assim e o icônico Rugby Japonês. São responsáveis pelo selo Transtorninho.

Talude

Esqueça Talude como a inclinação na superfície lateral de um aterro e lembre-se só da banda de Natal. O grupo tem seu gênero definido como shoegaze psicodélico lançou os EPs Fragmento, Sorry The Trouble e o single Saturday Night/New Amsterdam.

Kataphero

Com influências de melodic death metal e letras que falam sobre existencialismo, o Kataphero, banda de Natal formada em 2009, traz uma estética pouco explorada dentro do metal, com direito a teatralidade e experimentalismo. Foram lançados dois discos de estúdio, Life (2012) e From Dust (2015). Altamente recomendada para fãs de Septic Flesh e Rotting Christ.

Emerald Hill

A banda de João Pessoa tem influências shoegaze, post-punk, indie rock e emo. São os donos da Fiasco Records. Já lançaram o álbum Dreams to Come, o single Seasounds e Presciência.

Ximbra

A Ximbra nasceu de duas bandas a Morra tentando e Dad Fucked and the Mad Skunks. Suas letras falam sobre a realidade de Maceió e seu gênero é “hardcore com música”. A banda possui o álbum A maldição dessa cidade cairá sobre nós e o single às vezes morga.

Trave

É o projeto solo de Recife, do Thiago Costa. Nos remete a aquele sentimento de frustração de quando a bola quase acerta, mas bate na trave. Possui o álbum 2007 e os EPs 4 e 3.

Inner kings

É uma banda de Recife que tem influências do grunge, indie rock e stoner. A banda lançou em 2016 o álbum High.

Old books room

Banda de rock alternativo de Fortaleza. Em 2014 lançaram o álbum Songs About Days e em 2015 o EP the Last Angry Boys in Town. Estão trabalhando no EP Where Do the Wild Dogs Live e seu novo single lançado em agosto se chama Saving Smiles.

Melinna

É o projeto solo da Melinna Guedes de Maceió. Ela já lançou o single sonhos amigos/estradas douradas, os EPs Pedras no Sutiã e Enquanto Não Durmo o Dia é o Mesmo.

Baztian

A baztian é uma banda de Maceió que surgiu em 2009. Com influências indie, grunge e emo, em 2012 lançaram o álbum You Lovely Giant e em 2016 Wrong Side of the Shore. 

Joseph little drop

Banda de Natal, com suas inspirações em “filmes exploitation e cult/trashs, cotidiano underground e mitologia brego-sertaneja”. Algumas influências são o emo, lo-fi e punk. Seu álbum chamado Punk José foi lançado em 2016.

Ciro e a cidade

É uma banda de Natal de rock alternativo, alt-folk, MPB e post-brega. Seu primeiro álbum lançado no começo desse ano se chama Encharcado.

Luísa & os alquimistas

É uma banda de Natal idealizada por Luisa Guedes, um som que transita entre o cumbia, dubstep, tecnobrega e dub. Seu álbum lançado em 2016, chama-se Cobra Coral com letras em português, inglês, espanhol e francês.

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