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Os melhores discos de metal de 2024

Imagem de mãos fazendo chifre em um público de show de rock.

Pois é, novembro chegou ao fim, e vamos iniciar uma série de listas para falar sobre os lançamentos mais legais de 2024. Este ano tem sido excelente para a música, especialmente para o metal, com grandes bandas trazendo álbuns de altíssima qualidade, por isso selecionamos 10 deles para inaugurar a lista Os melhores discos de metal de 2024. Separamos dez discos, que na nossa opinião, foram os melhores lançados neste ano. Passamos por estilos diferentes dentro do gênero, como gothic metal, death e doom, só pra citar alguns. Lembrando que a lista é baseada em nossa opinião, um recorte dos artistas que escutamos até o momento. Blood Incantation – Absolute Elsewhere Esse quarteto de Denver, Colorado lançou um dos discos mais interessantes do ano. Absolute Elsewhere é o quarto álbum de estúdio e traz uma mistura de death metal, psicodelia e rock progressivo. As músicas são envoltas por temas cósmicos e acompanhadas de riffs rápidos, blast beats e sintetizadores. Essa seria facilmente a trilha sonora de um filme de terror com invasões alienígenas e muito sangue. Pra ficar mais fácil (ou não) imaginem um Morbid Angel com bastante influências de Pink Floyd, enfim, o resultado é esse e ficou sensacional. Absolute Elsewhere Blood Incantation Papangu – Lampião Rei Essa aqui é sinceramente uma das bandas mais interessantes do Brasil. Diretamente de João Pessoa, na Paraíba, esse sexteto vem fazendo barulho na cena com o seu disco Lampião Rei. Esse é o segundo trabalho da banda, e conta com uma rica diversidade, além da forte identidade da música, folclore e literatura nordestina, eles combinam em sua sonoridade um pouco do rock progressivo, death metal, psicodelia, jazz fusion e mpb. Conseguiu imaginar? Não? Então corre pra escutar, definitivamente uma das melhores bandas do momento, de dar orgulho. Lampião Rei de Papangu Chat Pile – Cool World Talvez você não saiba muito o que esperar desse disco, já que a banda é categorizada por alguns como pós-hardcore, mas eles estão bem longe disso e você pode se surpreender. O Chat Pile é uma banda relativamente nova, surgiu em 2019 em Oklahoma. Esse é o segundo disco de estúdio deles. O mais legal foi essa mistura maluca de pós-hardcore, pós-punk, noise rock e sludge. Eles conseguiram criar uma atmosfera bem foda, sombria, pesada e cheia de energia, daquelas que depois de ouvir dá vontade de assistir ao vivo e banguear até o pescoço doer. Cool World de Chat Pile Hamferð – Men Guðs hond er sterk O terceiro disco do Hamferð é uma profunda viagem aos sentimentos melancólicos e obscuros. Essa banda das Ilhas Faroé faz muito bonito, pegando influências do doom e death metal. Inspirado em uma tragédia ocorrida em 1915 na vila de Sandvik, Men Guðs hond er sterk consegue transmitir essa atmosfera de perda e melancolia. Com uma boa produção, as composições pegam nosso ouvido em cheio, dos momentos carregados e pesados aos mais melódicos graças também ao trabalho incrível dos vocais limpos e guturais que dão um show a parte e são muito bem executados. Men Guðs hond er sterk de Hamferð Múr – Múr Bandas islandesas tem o dom de fazer música boa e diferente do convencional, existe uma atmosfera que logo quando se ouve, sabe-se que que vem de lá. O Múr é uma banda nova, acabaram de lançar seu primeiro disco autointitulado. A reação ao ouvir Heimsslit e assistir ao clipe pela primeira vez foi “Uau, que banda”. Acontece que eles conseguem unir alguns gêneros como doom, sludge e post-rock, e não só isso, existe um trabalho foda com teclados, que dão essa atmosfera meio cinematográfica, misteriosa e obscura para o som da banda. Assim que você assistir esse vídeo, saberá do que estamos falando. Esse é de longe, um dos melhores lançamentos do ano. Múr (24-bit HD audio) de Múr Opeth – The Last Will And Testament The Last Will and Testament é o décimo quarto disco do Opeth, um trabalho muito aguardado pelos fãs. Com a a divulgação do primeiro single, a faixa “§1”, as esperanças de um disco mais pesado e o retorno dos vocais guturais de Mikael Äkerfeldt era real. O conceito do trabalho conta a história de um patriarca rico durante um período pós-guerra que lê um testamento cheio de segredos chocantes para a família. Inclusive, as letras são a leitura desse testamento, e por isso são nomeadas com parágrafos, com exceção de “A History Never Told“. Na sonoridade temos músicas que conseguem mesclar o som pesado e progressivo, os guturais de Mikael continuam monstruosos e temos alguns instrumentos que fazem a diferença como cordas e flautas, essas inclusive são fruto da participação de Ian Anderson do Jethrol Tull. O disco também marca a entrada do novo baterista Waltteri Väyrynen que já mostrou que consegue segurar a bronca. High Parasite – Forever We Burn Essa banda foi uma grata surpresa! Forever We Burn é o disco de estreia e conta com ninguém menos que Aaron Stainthorpe, vocalista da banda britânica My Dying Bride. Eu diria que o High Parasite é uma mistura do que há de melhor no metal gótico de bandas como Paradise Lost, Moonspell e Darkseed. E não menos que isso, as músicas vão em fundo no estilo. Temos composições com aqueles refrões bonitos e bem cadenciados na guitarra. Já os vocais tem seus momentos graves, lembrando bandas de rock gótico dos anos 80 e ora rasgados, trazendo uma dinâmica mais pesada do que o comum. Óbio que Aaron também colaborou para essa essência mais fúnebre, afinal sua voz é bem característica e ajuda a criar essa atmosfera. No fim, temos um ótimo disco, e se coçando pra ver o show ao vivo. Sólstafir – Hin Helga Kvöl O Sólstafir é um dos principais nomes do metal islandês, ficaram conhecidos pela música Fjara, um som bem característico que mescla o metal progressivo, black metal e post-rock, prezando por atmosferas ambientes. Em 2024 eles chegam ao seu oitavo disco, e com ele trazem boas doses de peso, algo que tinha

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