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7 novos artistas e bandas brasileiras para conhecer em 2021

Listamos aqui 7 novos artistas e bandas brasileiras para conhecer em 2021, mesmo com todo esse caos mundial existem várias pessoas se engajando em tirar suas ideias do papel e se expressar através da arte. Apoiem a galera da cena independente, compartilhem e se possível comprem merchs. Falaremos de outras bandas e artistas por aqui na medida do possível, porém com uma maior pausa entre os posts devido a outros projetos pessoais que estão tomando nosso tempo. Obrigado à todas as pessoas que sempre nos apoiam e leem as matérias, um beijo e se cuidem! Gabo Liderado por Gabriel Islaz, Gabo é um projeto de dream pop da cidade de Porto Alegre, o músico que começou a se interessar cedo pelas guitarras, sempre esteve envolvido na cena cultural de sua cidade, um fator importante e que agregou muito a sua carreira musical. Neste ano, ele lançou seu primeiro EP intitulado Bicicleta Sem Rodinha, o disco é fruto de seu trabalho em meio às produções caseiras no estilo DIY (faça você mesmo). Ele foi o responsável por compor, gravar e produzir todas as músicas, no entanto, preferiu dar os toques finais à sonoridade no Estúdio Soma de Felipe Magrinelli. Num momento ainda muito complicado devido a pandemia, esse novo molde de produção musical em casa tem sido comum entre os artistas independentes. As cinco faixas que passeiam pelo lo-fi, indie e dream pop, num clima introspectivo e confortante, estão rodeadas pelas situações da vida adulta e dos sentimentos que a acompanham. Em seu primeiro lançamento, Gabo pretende trazer o ouvinte para seu mundo, em uma jornada pelas ruas de Porto Alegre e de suas emoções cotidianas. Destaque para as faixas: ‘Qualquer Coisa‘ e ‘Mergulho‘. FACEBOOK | INSTAGRAM | BANDCAMP Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo A banda surgiu em São Paulo em meados de 2019 e é formada por: Sophia Chablau (vocal), Téo Serson (baixo), Theo Ceccato (bateria) e Vicente Tassara (guitarra/teclados). Nesse mesmo ano lançaram seu primeiro single ‘Idas e Vindas do Amor’, logo em seguida também começaram as gravações de seu primeiro disco. O álbum auto intitulado Sophia Chablau e Uma Enorme Perda de Tempo foi lançado pelo SELO RISCO e produzido por Ana Frango Elétrico, um dos nomes em destaque na cena independente nacional. Com um visual retrô paulistano, a banda estreia com um ótimo disco, regado a momentos que vão desde o rock cativante de ‘Pop Cabecinha‘ a um clima mais jazzístico de ‘Fora do Meu Quarto‘, sem deixar de fora influências vindas do rock barulhento lo-fi como em ‘Deus Lindo’. Outro destaque é a faixa ‘Delícia/Luxúria‘, que tem elementos da new wave e do indie, mas que poderia ser facilmente o hit de alguma banda da década de 80. O debut tem identidade e é um disco gostoso de ouvir, que une momentos intensos, festeiros e melancólicos. FACEBOOK | INSTAGRAM | BANDCAMP demonia Composta por cinco mulheres da cena musical e cultural da cidade de Natal no Rio Grande do Norte, a demonia é uma banda de punk rock que carrega em suas músicas mensagens de justiça e luta pelos direitos das mulheres e da sociedade que vive oprimida pelas políticas podres que circulam em nosso país. Elas surgiram em 2018 com o primeiro single ‘Reptilianos Malditos‘, um alerta sobre humanoides que supostamente habitam a terra para manipular a sociedade e suas políticas. Nos próximos anos começaram a trabalhar em mais músicas, foi então em 2019 que lançaram o EP achei que era homem mas é só o satanás, com três músicas produzidas por Gabriel Zander. A explosiva ‘satanás‘ é um verdadeiro tapa na capa e aborda o abuso e a violência que mulheres sofrem por conta de suas vestimentas ou simplesmente pelo horário em que estão na rua voltando pra casa, um medo real e que muitas vezes é minimizado. A demonia é Quel (JxLxD), Nanda (Concílio de Trento), Isa Graça (Ardu), Karina (Brasinha Produtora) e Karla (ex-Barbiekill). FACEBOOK | INSTAGRAM | BANDCAMP Clandestinas O trio de mulheres Clandestinas surgiu no ano de 2017 com a proposta de fazer um som nas raízes do punk, ressaltando questionamentos sobre gênero e sexualidade e as opressões causadas pela homofobia, racismo, o patriarcado e o machismo. Engajadas em externar suas dores e lutas diárias, elas se reuniram para compor músicas que dessem voz às suas inquietações e liberdade de expressão. O primeiro disco auto intitulado ‘Clandestinas‘ vem com 13 músicas cheias de mensagens, lutas, resistências e vivências que dialogam tanto com as mulheres quanto com à comunidade LGBTQIA+. A banda é formada por Alline Lola (guitarra & voz), Camila Godoi (contrabaixo & voz) e Natalia Benite (bateria & voz). No canal oficial do Youtube você pode encontrar uma apresentação recente da banda que aconteceu no SESC, além do filme ‘Pluma Forte‘ do qual elas fizeram parte. FACEBOOK | INSTAGRAM | YOUTUBE Tucho O cantor, compositor e multi-instrumentista Tucho bebeu da fonte de vários estilos desde muito cedo, apreciador do R&B da década de 2000 sob influência de sua irmã mais velha, aos poucos ele foi descobrindo as tantas possibilidades que existem dentro da música assim que começou a tocar violão e guitarra, como o blues, soul, funk e bossa nova. Foi através de um ensaio sobre arte, do escritor, filósofo e poeta Ralph Waldo Emerson que ele procurou se inteirar da cena atual da música. A partir daí, conheceu artistas como Frank Ocean, Tyler, The Creator e Harry Styles, adeptos de um gênero classificado como Bedroom Pop, num clima mais intimista e lo-fi. Com a situação pandêmica e longe dos palcos, ele decidiu trabalhar em algumas composições que permaneciam na gaveta, foi então que em 2020 assumiu o nome artístico Tucho (apelido de infância) e lançou a faixa de estreia ‘Hide n’ Seek’, totalmente gravada e produzida por ele em casa. Após isso decidiu produzir mais algumas músicas prontas em parceria com outros colaboradores com quem já trabalhou, misturando todas as suas referências desde algo mais tradicional ao moderno. Neste ano ele lançou a nova ‘Lembrança‘,

Rebobinados | Falando sobre música alternativa desde 2017.